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O texto a baixo está uma das redes sociais do ex-prefeito Joel Rodrigues, de Foriano, que disputou as eleições para o Senado e conquistou cerca de 900mil votos dos piauienses. Por que eu resolvi apoiar o Bolsonaro? Foi a pergunta feita por Joel e, que ele mesmo responde.

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Externa Joel, "ouvi muitos questionamentos acerca do porquê eu apoiaria o presidente Bolsonaro. Quem me conhece sabe que toda decisão política que tomo é fruto de uma avaliação. E foi o que eu fiz: refleti, analisei fatos e, em respeito aos piauienses, fiz o meu posicionamento e quero expôr alguns motivos aqui. Observei, por exemplo, ações como a transposição do Rio São Francisco, uma obra de tantos anos que só foi concluída em sua gestão, levando água para muitas famílias no Nordeste bem como a implantação de ferrovias e rodovias também nessa região do país. O Auxílio Brasil que tem contribuído com a vida de milhares de pessoas e como este benefício de 600,00 não é cortado assim que a pessoa consegue um emprego. Analisei um país que, apesar da enorme crise agravada pela pandemia, conseguiu diminuir a taxa de desemprego de 14% para 9%. Bolsonaro zerou impostos reduzindo o preço da gasolina, na contramão de muitos países. Ele também reduziu impostos de importação de arroz, feijão e mais de 6.192 produtos. Validou a carteira de motorista por 10 anos, ofereceu descontos de até 92% na dívida do FIES, tirou das contas públicas um déficit de aproximadamente R$ 111 bilhões de reais para um superávit de R$ 109 bilhões e realizou um trabalho que resultou na queda da taxa de homicídios e feminicídios, dentre outras ações que poderiam ser citadas.  Aliás, levo em grande consideração as dezenas de leis aprovadas em sua gestão, que respeitam e valorizam a mulher, lhe conferindo o seu lugar de direito. Nem sempre o presidente soube expressar sua opinião e ele mesmo reconhece isso, mas, diante do atual cenário, me resta apoiar o presidente que já entregou mais de 380 mil casas no projeto Casa Verde e Amarela e garantiu o título de terras para milhares de produtores rurais. Meu convite hoje para você é: conheça um pouco mais do presidente Bolsonaro, para além de recortes de falas soltas. O segundo turno em nosso país marca um novo tempo que pode ser de crescimento ou de grande estagnação. Vamos juntos pelo Piauí".

O ex-prefeito Joel Rodrigues, que não havia declarado apoio ao Bolsonaro no primeiro turno  das eleições para presidente, fez a publicação dessa imagem ao lado do presidente e candidato a reeleição Jair Messias Bolsonaro. 

Da redação

 

Discussão e votação de propostas. Dep. Arthur Lira PP - AL

Arthur Lira quer votar as novas regras na próxima semana

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pretende votar, antes do feriado do 12 de outubro, novas regras para as pesquisas eleitorais. Várias propostas já estão em análise sobre o tema, sobretudo com foco em restrições à divulgação de prognósticos às vésperas das eleições. A votação no Plenário ainda depende de aprovação prévia de um requerimento de urgência, o que pode acontecer na segunda-feira (10).

Lira avalia que é preciso tornar mais rígida a legislação a fim de evitar a repetição das divergências entre as pesquisas e o resultado final do primeiro turno da eleição, em 2 de outubro.

“Eu creio que o mais efetivo será a votação de um projeto de lei e, se essas alterações acontecerem, eu penso que as pessoas vão olhar com um pouco mais de seriedade, porque hoje a pesquisa perdeu credibilidade. Não se pode usar a mesma metodologia e ter resultados tão díspares”.

Governo e oposição divergem quanto à pressa na votação desse tema na Câmara. O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), acaba de apresentar um projeto de lei (PL 2567/22) que altera o Código Eleitoral para criminalizar a publicação de pesquisas com dados acima da margem de erro em relação ao resultado oficial apurado nas urnas. A punição seria válida para os prognósticos divulgados até 15 dias antes das eleições.

Barros afirmou que a intenção é punir quem especula no jogo eleitoral e no mercado financeiro a partir de eventuais “mudanças de humor” dos eleitores reveladas em pesquisas.

Manipulação do mercado
“Isso é um negócio bilionário. Então, o que temos é um projeto que busca enquadrar criminalmente aqueles que se utilizam da pesquisa para manipular o mercado (financeiro) ou o resultado de eleições. E tem pena para o doloso e para o culposo. Essas pesquisas interferem na vontade do eleitor e isso pode decidir eleições”, disse Barros.

A proposta diz que haverá crime mesmo se a publicação da pesquisa com dados divergentes do resultado final não tiver a intenção de provocar fraude. O estatístico e os responsáveis legais pelo instituto de pesquisa e pela empresa contratante estarão sujeitos a penas de 4 a 10 anos de reclusão e multa. Os veículos de comunicação não poderão mais publicar apenas pesquisas exclusivas, sob pena de pagarem multa de até mil salários mínimos. Barros disse ter consultado juristas e representantes dos institutos de pesquisa para prevenir riscos de inconstitucionalidade na proposta.

Elaine Menke/Câmara do Deputados

Discussão e votação de propostas. Dep. Ricardo Barros PP-PR

Ricardo Barros: "É um negócio bilionário"

Outro vice-líder do governo, o deputado Sanderson (PL-RS) é autor de projeto de lei (PL 5301/20) que proíbe a divulgação de pesquisas nos 15 dias que antecedem a eleição. Há previsão de 2 a 5 anos de reclusão e multa de R$ 53 mil a R$ 100 mil para quem descumprir a regra.

“As pesquisas eleitorais influenciam sobremaneira o resultado final, então, é preciso fazer esse controle e o controle cabe ao Parlamento brasileiro.”

A proposta de Sanderson é analisada na Câmara em conjunto com outros 19 projetos de lei (PL 4574/19 e apensados) prontos para votação da Comissão de Constituição e Justiça.

Críticas aos projetos
Já o líder do PT, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), avalia que já existem normas adequadas para a publicação de pesquisas eleitorais. Segundo Lopes, o foco da fiscalização deve ser apenas quanto ao uso de metodologias corretas para medir a intenção de voto dos eleitores.

“Nós temos que dar total liberdade aos institutos para realizarem pesquisas. Pesquisa não muda opinião eleitoral. O que temos de exigir é que tenha boa metodologia. Acho que pesquisa que não cumpre a metodologia correta da amostragem da sociedade – por idade, gênero, renda – pode ser questionada, na minha opinião. Qualquer partido político pode impugnar uma pesquisa que não cumpra a metodologia corretamente e a Justiça Eleitoral tem dado impugnação. Portanto, é totalmente inútil um projeto de lei dessa natureza”, disse Lopes.

Elaine Menke/Câmara do Deputados

Ordem do Dia/ Proposições Remanescentes do Dia Anterior. Dep. Reginaldo Lopes PT - MG

Reginaldo Lopes: "Pesquisa não muda opinião eleitoral"

Aprimorar metodologias
Para o professor do Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Brasília (UnB) Frederico Bertholini Rodrigues, é preciso compreender como as pesquisas funcionam antes de se fazer eventuais mudanças na legislação. Ele avalia que os institutos que acumulam série de erros já são automaticamente punidos pelo descrédito. Em vez de novas punições, Frederico Rodrigues sugere o aprimoramento da metodologia das pesquisas feitas por amostras da população.

“O parâmetro da pesquisa é uma intenção de voto e intenções podem ser voláteis e tornar as pesquisas bem diferentes do resultado final das eleições. O fato é que as pesquisas não têm a capacidade de prever um comportamento futuro, mas apenas descrever uma intenção de voto relatada pelo entrevistado. Punir resultados fora da margem de erro é uma proposta que contraria absolutamente o princípio estatístico no qual as pesquisas amostrais são baseadas. Os resultados são probabilísticos”, disse.

Segundo o cientista político da UnB, a sociedade deve escolher se é melhor observar o retrato das pesquisas, que oferecem uma “lanterna sujeita a flutuações e incertezas”, ou ficar “inteiramente às escuras”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A governadora Regina Sousa (PT) assinou nesta sexta-feira (07) a promoção de 975 professores da rede estadual de Educação, elevando o vencimento de alguns servidores para mais de R$ 7 mil. Com a ação, o Governo do Estado zerou as solicitações feitas, até o momento, pela categoria à Secretaria Estadual de Educação (Seduc). 

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A implantação dos benefícios representará um impacto financeiro de R$ 342.896,18. A assinatura será publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (07), com efeito imediato. A promoção será vertical, sendo dada a cada nova titulação, academia, partido da inicial, especialização, mestrado e doutorados.

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“Eu decidi que iria zerar. Me trouxeram o primeiro decreto com mais de 800 pessoas e eu perguntei se tinha mais. Eu disse que queria fazer todos. Estamos fazendo a promoção tanto de classe, quanto de nível […] Estou me sentido com o dever cumprido nessa parte. Não pude fazer tudo o que gostaria da reivindicação dos professores, porque não pude mesmo. Mas, se eu tivesse condições, ninguém duvida, eu teria feito o máximo”, afirmou a governadora, que também é professora.

O secretário de Educação, Ellen Gera, informou que incremento no salário já valerá para a folha de pagamento do próximo mês.

Segundo o gestor, dentre os professores beneficiados há casos excepcionais, onde o servidor estava como licenciado e recebeu a promoção para superior com doutorado, saltando de um salário na casa dos R$ 4 mil para mais de R$ 6 mil ou R$ 7 mil.

“Eu reforço que a importância está em reconhecer a busca do professor e da professora em aumentar a sua titularidade. Quando saio de especialista para mestre ou doutor, estou evoluindo para melhorar meu serviço. Buscando, a gente reconhece”, disse.

Publicada às 9h50

A governadora Regina Sousa (PT) vai assinar a promoção de 975 professores da rede estadual de educação nesta sexta-feira (7), em solenidade que será realizada no Palácio de Karnak, em Teresina.

Com a promoção dos professores da Secretaria de Estado da Educação, está previsto um impacto financeiro no valor de R$ 342.896,18 mil nas contas do governo.

Serão beneficiados com a progressão vertical, os professores da rede estadual que receberam uma nova titulação acadêmica, contemplando quem concluiu uma especialização, mestrado ou doutorado.

O secretário de Estado da Educação, Ellen Gera, afirmou que existe um cronograma de progressões para os profissionais da Educação e que isso garante que os alunos possam ter professores cada vez mais capacitados.

“Estamos sempre trabalhando para garantir que os nossos professores tenham seus direitos garantidos. Essa mudança de classe para 975 profissionais beneficia não só os professores, mas também nossos alunos, que terão mestres muito mais qualificados no chão da escola”, disse Ellen Gera.

No dia 22 de agosto deste ano, foi publicada no Diário Oficial do Piauí, uma portaria do Governo do Piauí realizando a progressão horizontal de 270 professores do ensino fundamental e médio. No caso da progressão horizontal, acontece um aumento salarial, sem que incorra na mudança de nível hierárquico, como é na progressão vertical.

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O deputado estadual Francisco Costa, que foi eleito deputado federal, pelo Piauí, com 128.080 votos, realizou em parceria com o médico  Marcus Vinícius, que se tornou suplente à Câmara Estadual, uma manifestação pelas votações. Os líderes petistas realizaram um arrastão com presença de um grande público.

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A concentração, por volta das 20h dessa sexta, 07, foi na região do bairro Cancela, no pátio de um posto de combustíveis abandonado. Milhares de petistas e de partidos aliados estavam presentes.

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O Dr. Francisco Costa estava acompanhado da esposa e do Dr. Marcus Vinícius, vereador Carlos Eduardo, do Progressistas, vereador Edvaldo Araujo - PT, e de membros da direção do Partido dos Trabalhadores. 

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Da redação

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação