Cresce a pressão nos Estados Unidos para que o presidente do país, Joe Biden, force Jair Bolsonaro a deixar o território americano, na esteira dos ataques perpetrados por apoiadores extremistas do ex-presidente na Praça dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro.
Um grupo de 46 congressistas do Partido Democrata enviou uma carta a Biden pedindo que ele revogue o visto diplomático ou qualquer permissão que Bolsonaro tenha para permanecer nos EUA.
No documento, os parlamentares também exigem que o governo "investigue qualquer ação tomada em solo americano para ajudar a insurreição" ocorrida em Brasília, seja apoiando, coordenando ou financiando os atos golpistas e violentos.
"Não devemos permitir que Bolsonaro ou qualquer outro ex-funcionário do governo brasileiro se refugie nos Estados Unidos para escapar da justiça por crimes que possam ter cometido durante seu mandato, e devemos cooperar plenamente com qualquer investigação do governo brasileiro sobre suas ações, se solicitado", escreveram os congressistas na carta.
Visto de autoridade
O ex-presidente de extrema direita está na Flórida desde o fim de dezembro, quando abandonou a Presidência da República dois dias antes da posse de Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao explicitar suas desconfianças em relação aos militares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não surpreendeu na caserna. Contentou os petistas que cobram do presidente a afirmação do poder civil sobre o militar e consideram que os fatos do dia 8, em Brasília, são uma oportunidade para enquadrar os militares que resistiam a desmontar os acampamentos diante dos quartéis.
Atendeu ainda os que também defendem a desmilitarização do setor de inteligência do governo, desvinculando a Agencia Brasileira de Inteligência (Abin) do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Desde o dia 8, generais e coronéis estão mais preocupados em cuidar das feridas surgidas entre os membros da ativa e manter e reconstruir a disciplina e a hierarquia abaladas pela radicalização dos que adotaram o discurso do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ex-prefeito Joel Rodrigues, de Floriano-PI, tem estado maior parte do seu tempo em Teresina, isso após ter assumido a presidente do Progressistas, no Piauí.
Desde que assumiu PP-PI, Joel tem recebido autoridades políticas de Teresina e ainda de outras cidades do Piauí, pois de receber lideranças na sede do partido, ele tem se reunido com lideranças nas suas cidades.
Na quarta-feira, 11, o Joel recebeu a deputado federal Iracema Portela e, numa rede social externou, "na sede do partido recebi minha amiga e deputada federal Iracema Portella. Aqui conversamos sobre projetos para os piauienses. Sempre bom revê-la, minha amiga".
Cumprindo a promessa de quebrar todos os sigilos de 100 anos decretados por Jair Bolsonaro (PL), o governo Lula divulgou um link onde constam os gastos com cartões corporativos de 2003 - quando o presidente abriu os gastos do governo em seu primeiro mandato - até o dia 19 de dezembro de 2022, incluindo as informações recorrentemente negadas pelo ex-presidente.
Bolsonaro gastou mais de R$ 27,6 milhões com cartão corporativo
Cumprindo a promessa de quebrar todos os sigilos de 100 anos decretados por Jair Bolsonaro (PL), o governo Lula divulgou um link onde constam os gastos com cartões corporativos de 2003 - quando o presidente abriu os gastos do governo em seu primeiro mandato - até o dia 19 de dezembro de 2022, incluindo as informações recorrentemente negadas pelo ex-presidente.
A planilha com os dados mostram uma verdadeira farra com o dinheiro público feita por Bolsonaro. Entre os gastos estão uma nota de R$ 33 mil na padaria de luxo Santa Marta no dia 22 de maio de 2021, na véspera de uma motociata realizada no Rio de Janeiro. O estabelecimento recebeu R$ 362 mil do cartão corporativo da Presidência durante a gestão Bolsonaro.
Segundo levantamento feito pelo Estadãona planilha - que tem mais de 110 mil lançamentos desde 2003 - Bolsonaro gastou ao menos R$ 27,6 milhões no cartão corporativo nos quatro anos de governo, uma média de R$ 6,9 milhões por ano.
O maior gasto foi com o Ferrareto Hotel, onde Bolsonaro se hospedava no Guarujá, no litoral paulista, em um total de R$ 1,46 milhão. Há indícios de superfaturamento pois as diárias variam entre R$ 436 a R$ 940. Considerando um valor médio de R$ 500, Bolsonaro teria desembolsado um valor para pagar 2,9 mil diárias no hotel.
Sorvetes, Supermercado Gourmet e Havan
Os gastos ainda revelam que Bolsonaro foi muito além dos gastos com leite condensando quando o assunto é guloseima. O ex-presidente gastou R$ 8,6 mil em 62 compras feitas em sorveterias - R$ 540 em uma única vez.
Em um mercado gourmet de Brasília, Bolsonaro desembolsou cerca de R$ 678 mil em 1,2 mil compras realizadas nos quatro anos.
Também há duas compras na filial da Havan no Distrito Federal, em um total de R$ 460 gastos em artigos de caça e pesca.
Os gastos extraordinários também coincidem com as motociatas realizadas pelo país. Entre 9 e 10 de julho de 2021, quando realizou um passeio de moto em Porto Alegre, Bolsonaro gastou R$ 166 mil em 46 despesas, concentradas em hospedagem, alimentação e combustível.
O valor estmimado de R$ 27,6 milhões faz de Bolsonaro o presidente que mais gastou com o cartão corporativo em quatro anos de governo.
Com dados corrigidos, Lula gastou R$ 22 milhões tanto no primeiro, quanto no segundo mandato. Dilma Rousseff (PT) usou R$ 24,5 milhões em seu primeiro mandato. No segundo mandato, quando Michel Temer deu o golpe, os gastos do governo com o cartão totalizaram R$ 18 milhões. Antes do primeiro governo Lula os dados eram sigilosos.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.