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A empresária Francisca Danielly Mesquita Medeiros teve sua prisão domiciliar revogada em uma decisão judicial emitida em 21 de agosto de 2023. Ela enfrenta acusações de manter Janaina dos Santos Ferreira em cárcere privado, em uma situação equiparada à escravidão, por um período de aproximadamente 15 anos. O juiz responsável pela decisão foi Valdemir Ferreira Santos, atuando na Central de Inquéritos de Teresina. Ele avaliou que, com base nos relatos dos eventos, o crime cometido corresponde a uma forma de redução à condição análoga à escravidão, o que torna competência da Justiça Federal a condução do processo e julgamento do delito.

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Na decisão, o juiz declarou-se incompetente para processar e julgar o crime, concedendo assim o pedido de revogação da prisão domiciliar e das medidas cautelares impostas à empresária.

O crime:

A Secretaria Estadual de Segurança Pública, através da Polícia Civil do Piauí, realizaram nesta terça-feira (23/05), uma ação que resultou na prisão da empresária e fisioterapeuta, identificada como Francisca Danielly Mesquita Medeiros, acusada de manter J.S.F, de 27 anos, em condições análogas com às de escravidão, cárcere privado e maus-tratos, no bairro Ilhotas, na Sul de Teresina. A ação foi realizada pelo delegado Odilo Sena, titular do 6º Distrito Policial de Teresina, que confirmou que a mulher vivia desde os 12 anos de idade em condições degradantes.

“Recebemos a denúncia através de uma pessoa próxima a vítima, abrimos o inquérito policial e iniciamos as investigações que chegaram a este caso estarrecedor. Essa jovem desde os 12 anos de idade vivia em cárcere privado, sendo obrigada a realizar todas as tarefas domésticas, onde a dona da casa a mantinha sob constantes ameaças, além das torturas físicas e psicológicas”, relatou o delegado.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Piauí deflagrou na manhã desta terça-feira (05) A “Operação Prodígio”, contra uma fraude financeira que causou o prejuízo de R$ 19 milhões a uma instituição financeira, foi deflagrada pelo Secretaria de Segurança do Piauí. Estão sendo cumpridos, ao todo, 25 mandados de busca e apreensão e 30 mandados de prisão temporária em Teresina, Floriano, Amarante e Nazaré do Piauí.

De acordo com a SSP, a investigação policial, que durou mais de um ano, chegou um esquema de fraude bancária que causou prejuízo de R$ 19 milhões. Desse valor, R$ 6 milhões são relacionados a fraudes praticadas em contas bancárias de agências localizadas no Piauí.

Ainda segundo a Secretaria de Segurança, a fraude consistia em cooptar pessoas para abrir contas bancárias com dados falsos, como profissão, renda etc., que levassem o banco a aumentar o limite de crédito desse cliente.

Em Floriano, os policiais que atuam na Operação já prenderam enumeras pessoas em várias partes da cidade. Foram presas: Louise, no bairro Catumbi;  Ariosvan, Juliana, no bairro Pau Ferrado; Yan Penha, no  Irapuá; Handson, na Avenida Bucar Neto; Aparecida e Diana, no bairro Caixa D'água e Raimundo Izaías, na Rua do Amarante.

As conduções continuam nas cidades citadas à cima. Varios bens - carros - foram apreendidos. Veja imagens da Operação em Floriano com o Ivan Nunes, do Piauí Notícias.

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 Veja mais imagens da movimentação a Central de Flagrantes de Floriano.

Da redação

A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Piauí deflagrou na manhã desta terça-feira (05) a “Operação Prodígio”, contra uma fraude financeira que causou o prejuízo de R$ 19 milhões a uma instituição fincanceira. Ao todo, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 30 mandados de prisão temporária nas cidades de Teresina, Floriano, Amarante e Nazaré do Piauí.

De acordo com a SSP, a investigação policial, que durou mais de um ano, descortinou um esquema de fraude bancária que causou prejuízo de R$ 19 milhões. Desse valor, R$ 6 milhões são relacionados a fraudes praticadas em contas bancárias de agências localizadas no Piauí.

Ainda segundo a Secretaria de Segurança, a fraude consistia em cooptar pessoas para abrir contas bancárias com dados falsos, como profissão, renda etc., que levassem o banco a aumentar o limite de crédito desse cliente.

“Uma vez aberta a conta, a associação criminosa simulava uma série de transações bancárias para “esquentar” a conta, de forma que o banco entendesse que aquela renda declarada era legítima. Quando o grupo criminoso acreditava ter atingido o máximo de limite de crédito possível, “tombava” o banco, não realizando mais qualquer pagamento”, informou a SSP em nota.

Para levantar o dinheiro das contas da instituição financeira, o núcleo financeiro da associação criminosa se valia de empresas fantasmas e meios de pagamento diversos (cartão de crédito, boleto bancário) que envolvem múltiplas empresas do sistema financeiro, para dificultar a ação de investigação policial.

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“O nome da operação ‘Prodígio’ faz referência ao fato de que alguns dos investigados, bastante jovens, com idade entre 19 e 21 anos, se apresentavam ao banco como médicos, até mesmo já com residência médica concluída. Algo bastante improvável. Outros apresentavam-se como engenheiros, com a mesma idade”, destacou o Diretor de Inteligência da SSP-PI, Anchiêta Nery.

A SPP ressaltou ainda que a investigação iniciou após notícia de crime apresentada pela Diretoria de Segurança do banco, que detectou a fraude e acionou a Polícia Civil do Piauí. Ao final do Inquérito Policial, a Polícia Civil compartilhará provas com outros Estado e novas prisões podem ocorrer. Imagens de video da Operação. 

Cidadeverde

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A operação policial que está ocorrendo em Floriano-Piauí, em várias partes da cidade, está contando com dezenas de policiais. Cerca de 19 mandados de prisão devem ser cumpridos.  Já houve apreensão de armas e os conduzidos estão sendo identificados.

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As forças policiais locais receberam apoio de um grupo de Teresina e estão fazendo abordagem nos mais diferentes bairros. Veja mais um homem que foi abordado e levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, regional de Floriano. 

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Da redação