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franciscO parlamentar do município de Colônia-Piauí, Veloso Neto, integrante do PMDB,  (foto à esquerda) fez graves denúncias contra o prefeito da cidade, petista Selindo Carneiro (foto à direita). O parlamentar relatou que se sentiu agredido pelo gestor ao ser chamado de homossexual durante uma festa de formatura.

 

 

Veloso lembrou que apesar de ser aliado do prefeito possui uma postura independente politicamente tanto que tem feito críticas a alguns atos administrativos de Selindo. Fato que para ele, motivou as agressões.

 

 

“A atitude dele é uma retaliação política, pois apesar de eu ser aliado dele, tenho criticado quando não concordo com alguns atos administrativos de Selindo. Eu já fui agredido com xingamentos por telefone, mas desta vez, ele me agrediu verbalmente e me chamou de veado na frente de todo mundo durante uma festa de formatura”, explicou o vereador.selindo

 

Veloso Neto garantiu que vai tomar as providências cabíveis e, inclusive, já registrou um Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia da cidade de Oeiras. “Registrei o B.O e vou buscar ajuda dos direitos humanos, do Ministério Público e de todos os órgãos competentes. Não aceito ser difamado e nem caluniado. Sou um cidadão e não aceito que falem mentiras a meu respeito”, avisou.

 

Família

 O vereador comentou que o episódio atingiu toda a família, principalmente pelo fato de ser casado e ter um filho de 13 anos que, de acordo com ele, mudou de comportamento depois do ocorrido.

 

“O prefeito Selindo Carneiro não teve respeito nem se quer, por minha família, pois sou casado e tenho um filho de 13 que depois da confusão mudou de comportamento, está calado e se isolou. Não vou aceitar uma agressão dessas de braços cruzados, tomarei minhas providências”, frisou Veloso Neto.

 

Outro lado

O prefeito Selindo Carneiro negou as acusações feitas por Veloso Neto e explicou que houve uma discussão de cunho político e não pessoal. O prefeito disse também que o vereador registrou o Boletim de Ocorrência, mas não conseguiu testemunhas para atestar as denúncias feitas.

 

“Eu nem gosto de facebook, internet e nem me interessa saber o que andam falando sobre minha pessoa. Eu nem gosto de festa e só compareci porque eu era patrono. Mas, não houve agressão de minha parte, apenas uma discussão política que não teve nada de pessoal e nem de agressão. São questões políticas que ocorrem como em qualquer outro lugar. Ele é ligado a ex-prefeita, por isso, vem causando esse tipo de situação. Ele tentou encontrar testemunhas, mas não conseguiu nenhuma”, revelou o gestor.

 

 

GP1

As pessoas envolvidas nmatheuszanattaum crime de desvios de recursos de uma empresa de Floriano, Grupo Jorge Batista, devem responder pelos crimes de furto qualificado, associação para o crime e falsificação de documentos, foi o que revelou a autoridade policial que apura o caso, delegado Matheus Zanatta, titular do 1º Distrito Policial.

 

 


O delegado disse qual era o papel de cada integrante na quadrilha que desviou cerca de R$ 600.000,00 de uma das empresas do Grupo na qual seus membros trabalhavam. Disse a autoridade, “O Antonio Marcelino fazia os lançamentos no sistema e a Audirene de Oliveira tinha poderes, através de uma procuração, para fazer os pagamentos e com isso, para manipular essa fraude, eles emitiam notas fiscais frias, tendo  como fundamento serviços que nunca existiram, como falei anteriormente”.

 

 

O Antonio Marcelino de Sousa está preso e sendo encaminhado para  Penitenciária Gonçalo de Castro Lima que fica na  comunidade Vereda Grande, zona rural de Floriano,  e a sua mãe e padrasto serão ouvidos nessa quinta-feira. O casal, mãe e padrasto, estão cumprindo prisão preventiva e deve ser liberado até essa sexta-feira.

 

 

Os laranjas não tiveram os nomes revelados e foram presos em Iguatu-CE (mae e padrasto), o terceiro é Jailson Fernandes (ex-companheiro) e os cabeças (comando do esquema) Antonio Marcelino e Audirene Oliveira e funcionário de uma das empresas do Grupo 

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Matéria anterior

 

Após quatro meses de investigações delegado Zanatta, acredita ter concluído o caso de desvios de recursos de empresa de FLO

 

 

Da redação

IMAGENS: face e piauinoticias.com

Na manhã de terça-feira, 3, o ex-presidente interino da Confederação Brasileira de Futebol, Alfredo Nunes, esteve na sede da Delegacia Regional de Polícia Civil, centro de Floriano-PI, para registrar uma queixa crime.

 


O ex-presidente da CBF estava acompanhado e teve nas dependências da Delegacia onde teria tido uma conversa com a delegada Luana Alves, titular do 2º Distrito Policial, quando denunciou que uma plantação de melancia da sua propriedade estaria sendo prejudicada, pois uma pessoa da região está colocando animais dentro do cercado e esses, estão  causando prejuízos.

 


A propriedade fica na região de Arraial, interior do Estado-PI.

 

 

Da redação

Após cerca de 4 meses de investigações do crime de desvios de recursos de uma das empresas de um grupo empresarial local, como supermercados e outros empreendimentos em Floriano, o caso está praticamente concluído com novas prisões de pessoas envolvidas.

 

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Nessa manhã o delegado que apura o caso, Matheus Zanatta, titular do 1º Distrito Policial, numa entrevista coletiva declarou, “o inquérito está praticamente concluído, pois realizamos algumas prisões na parte da manhã de hoje na cidade de Iguatu - estado do Ceará, de dois laranjas do esquema criminoso. Tinham duas pessoas que estavam como cabeça chave que eram funcionários dessa grande empresa”.  (Marcelino / Aldinere-foto)

 

 


Ainda segundo o delegado Zanatta essas duas pessoas emitiam notas fiscais falsas, sendo que essas notas tinham  como fundamento prestação de serviços que não existiam e os pagamentos eram feitos para terceiros que eram beneficiados, três pessoas no total, a mãe de Antonio Marcelino (que seria o chefe do esquema), seu padrasto e o ex-companheiro do Marcelino, que não teve o nome revelado pela autoridade. “Nós estamos nas investigações e existe a possibilidade dessa fraude chegar a cerca de R$ 600.000,00”, declara o delegado.

 

 

Outra pessoa investigada no caso é Audirine de Oliveira, disse o delegado, afirmando que ela já esteve presa há cerca de três meses por meio de mandado de prisão preventivo expedido pela Justiça de Floriano e acrescentou, “o ex-companheiro do Marcelino foi preso também há aproximadamente três meses por meio de um mandado de prisão expedito pelo Juiz e nessa terça-feira, 3,  o Antonio Marcelino acabou sendo preso. Na data de hoje,  nós cumprimos dois mandados de prisões temporários que é da mãe do Antônio Marcelino e do seu padrasto”, coloca a autoridade policial afirmando que na próxima semana deve ser enviado para o poder Judiciário o inquérito para que o Ministério Público possa trabalhar no caso.  

 

 

Da redação

IMAGENS: piaunoticias.com

Subcategorias

A operação policial que está ocorrendo em Floriano-Piauí, em várias partes da cidade, está contando com dezenas de policiais. Cerca de 19 mandados de prisão devem ser cumpridos.  Já houve apreensão de armas e os conduzidos estão sendo identificados.

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As forças policiais locais receberam apoio de um grupo de Teresina e estão fazendo abordagem nos mais diferentes bairros. Veja mais um homem que foi abordado e levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, regional de Floriano. 

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Da redação