Esse homem que aparece na imagem, de nome Edson Batista Da Silva, que é da região de Picos, está dado como desaparecido pelos familiares. Quando saiu de casa, conforme informações repassadas ao Ivan Nuunes, do PN, ele tinha apenas R$ 15,00 no bolso, e segundo um áudio que ele mandou para ex-companheira, afirmava que iria encontrar com ela, mas estava com pouco dinheiro. Hoje, sábado, fazem sete dias que ele desapareceu.
"Essa ex tinha costume de rastrear ele. Ela achava ele onde tivesse. Agora disse que não sabe seu paradeiro. Ela também havia feito várias ameaças contra ele há dois meses, quando terminaram", disse ao Ivan Nunes uma sobrinha que não revelou o nome..
"Na última semana antes de seu desaparecimento, ainda conforme essa familiar, ela o procurou e estavam ensaiando uma volta no reacionamento, externou. Buscas por ele foram feitas em Monsenhor Hipólito. Até o momento, nem ele, nem a moto foram encontrados.
Os parabéns hoje vão para o agricultor Antonio Solon, dos Morrinhos, zona rural de Floriano-PI. O jovem pai de família, que é casado há anos com a dona Helena, com quem teve filhos e filhas, está completando 77 anos.
O vereador Enéas Maia, do MDB, esteve na solenidade de entrega das viaturas do Corpo de Bombeiros, nessa terça-feira, em Floriano-PI. O parlamentar, de primeiro mandato, que é um dos nomes mais contados para ser o pré-candidato a vice-prefeito na chapa do PT, tem procurado fazer e criar projetos que possam ser úteis para a comunidade florianense.
"Participamos da solenidade de entrega de três (03) viaturas para o grupamento do Corpo de Bombeiros para a nossa cidade. Uma grande alegria fazer parte", colocou o vereador que completou, "parabenizo ao governador Rafael Fonteles pela atenção voltada a Floriano com seu excelente trabalho e ao nosso deputado estadual e pré-candidato a prefeito Dr. Marcus Vinícius kalume por mais uma ação por nossa querida Princesa do Sul".
O Enéas Maia é hoje integrante do grupo emedebista, onde alguns membros da sua família fizeram história, pois o seu avô, José Bruno dos Santos, foi um dos primeiros filiados do partido, bem como o seu pai, o profissional em saúde Dr. José Bruno, que foi vereador.
"Vamos que vamos em busca de mais conquistas", coloco o vereador Enéas se referindo ao investimento para a Floriano.
O papa Francisco voltou a usar o termo homofóbico viadagem (frociaggine, no original em italiano) semanas depois de ter sido obrigado a se desculpar por ter dito a palavra em uma reunião a portas fechadas com bispos italianos, relatou nesta terça-feira (11) a agência de notícias italiana Ansa.
Enquanto conversava com padres de Roma, o pontífice teria dito que “existe um ar de viadagem no Vaticano” e repetiu que homens com “tendências homossexuais” não deveriam ter permissão de entrar para o seminário e se tornarem sacerdotes.
REUTERS – Gluglielmo Mangiapane
Em resposta, o Vaticano disse em nota que o papa reforçou a necessidade que pessoas LGBTQIA+ sejam acolhidas pela Igreja Católica ao mesmo tempo em que é preciso cautela para que elas não virem seminaristas.
No último dia 27, os principais jornais da Itália revelaram que o papa Francisco disse em uma reunião em 20 de maio que os seminários já estão “cheios de viadagem”, e que homens gays não podem ter permissão para se tornar padres.
Os bispos presentes no encontro que foram ouvidos pelo jornal Corriere della Sera disseram que, na época, estava claro que o pontífice “não tinha consciência” do quão ofensiva a palavra é em italiano, que não é a língua materna de Francisco. Disseram ainda que “a gafe do papa foi evidente” aos presentes.
Desde que foi eleito papa pelo colégio cardinalício em 2013, Francisco, 87, orientou a Igreja a uma postura mais acolhedora com fiéis LGBTQIA+.
A medida mais significativa veio em dezembro do ano passado, quando o pontífice e autorizou a bênção a casais do mesmo sexo e àqueles considerados “em situação irregular”, termo usado para se referir aos que estão em sua segunda união após um divórcio. Francisco, entretanto, manteve o veto ao casamento homoafetivo.
Amigos do pontífice e observadores do Vaticano insistem que o escândalo do termo homofóbico, possivelmente o maior desastre de relações públicas de seu papado de 11 anos, não deve obscurecer seu histórico como um papa reformador e amigável à comunidade LGBT+.
No entanto, alguns dizem que a gafe se encaixa em um padrão de equívocos papais que minam sua autoridade e levantam questões sobre suas convicções e o caminho de reforma que ele tem em mente para a igreja.