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O Flamengo recusou uma proposta de 15 milhões de euros (cerca de R$ 95,6 milhões) do RB Leipzig pela contratação do zagueiro Léo Ortiz. A diretoria rubro-negra respondeu de forma imediata: não pretende negociar nenhum titular nesta reta final de janela.

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A operação envolvia 12 milhões de euros fixos e 3 milhões em bônus por metas. Apesar dos valores atrativos, o Flamengo se mostra firme na decisão de segurar o defensor, que é peça-chave da equipe de Filipe Luís e líder do setor defensivo.

Léo Ortiz tem passaporte italiano, o que aumenta o interesse de clubes europeus, já que não ocupa vaga de estrangeiro. Além do Leipzig, outro clube da Alemanha — ainda mantido em sigilo — também fez chegar seu interesse aos dirigentes rubro-negros.

Vem jogando muito A investida alemã reacende o assédio europeu sobre o zagueiro, que vem sendo convocado frequentemente para a Seleção Brasileira nas Eliminatórias. Ortiz soma 74 jogos, seis gols e quatro assistências desde que chegou ao Ninho.

No início de julho, clubes como Juventus e Roma sondaram o jogador. A Roma, inclusive, concretizou a contratação de Wesley, único titular considerado negociável naquele momento. Para liberar outro nome importante, a pedida é uma oferta “irrecusável”.

O Leipzig mantém o interesse por conta da passagem do jogador pelo Bragantino, também da holding Red Bull. Mário Gómez, atual diretor técnico do grupo, acompanha de perto a situação e avalia se fará uma nova oferta nos próximos dias.

Enquanto isso, Léo Ortiz segue focado no Flamengo e na disputa do Brasileirão Betano. Internamente, a ordem é clara: só sai se a proposta for alta demais para ser ignorada. Até lá, o zagueiro continua sendo peça incontestável no elenco rubro-negro.

Bola Vip

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Neste domingo, o Botafogo recebe o Cruzeiro no Nilton Santos. Além de importante por si só, o compromisso também traz um componente a mais para o Glorioso: a equipe não vence os mineiros há nove anos.

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A última vitória do Botafogo sobre o Cruzeiro aconteceu no dia 11 de setembro de 2016, pelo Brasileirão. Na ocasião, as equipes se enfrentaram no Mineirão e o duelo foi vencido pelos cariocas por 2 a 0, com gols de Canales e Camilo.

Desde então, Fogão e Cabuloso duelaram 13 vezes, das quais cinco foram vencidas pela Raposa e as outras oito terminaram empatadas.

A partida mais marcante do recorte é a goleada por 5 a 2 do Cruzeiro, válida pela partida de ida das oitavas da Copa do Brasil, em pleno Rio de Janeiro, que resultou na futura eliminação do Botafogo pelo placar agregado de 6 a 2.

Se levadas em consideração apenas as partidas que tiveram o Glorioso como mandante, o retrospecto é ainda mais impressionante. Jogando em seus domínios, o Alvinegro não vence o Cabuloso há 13 anos, com quatro derrotas e cinco empates em nove jogos.

Diante disso, o Botafogo busca encerrar esse jejum contra os mineiros na 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ambas as equipes se enfrentam às 16h (de Brasília), no Nilton Santos.

Gazeta esportiva

Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

O Vasco empatou sem gols com o CSA no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, disputado na última quarta-feira, no estádio Rei Pelé, em Maceió. O técnico Fernando Diniz elogiou a atuação do Cruzmaltino, mas acredita que o time poderia ter saído de campo com um resultado melhor.

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"O CSA tinha a postura mais defensiva desde início, e jogar contra times que marcam mais atrás é um pouco mais difícil para criar mesmo. Mas acho que o time teve uma boa produção ofensiva, se tratando de um time que está jogando em casa. Não é fácil jogar aqui, o Grêmio teve dificuldade e foi eliminado. Eu gostei da produção ofensiva, só não gostei do resultado", disse, em coletiva após o jogo.

"O lado positivo é que a gente não tomou gol. Oferecemos um pouco mais de contra-ataque do que devíamos. Minha maior irritação no jogo foi essa. Isso a gente pecou algumas vezes, principalmente no primeiro tempo. A gente tem que continuar produzindo e colocar a bola dentro do gol", completou.

Diniz também falou a respeito do momento de Vegetti, que marcou apenas um gol nos últimos seis jogos. O comandante afirmou que há um plano B para a situação do argentino, mas que prefere priorizar a confiança do atleta.

"A gente um plano B, mas o principal é recuperar o Vegetti para ele botar a bola para dentro. A principal característica dele é fazer gol. Eu acredito muito no potencial dele, tirando a questão que ele não conseguiu fazer gol na quantidade que gostaríamos nos últimos jogos, é um jogador que contribui em todas as fases do jogo. Não é só um atacante que vai fazer o gol. Tem muito a minha confiança. A gente tem um plano B, poderia ter colocado outro jogador. A gente preparou o GB para ser esse reserva imediato. Podemos variar também, jogar com um falso 9", comentou.

O jogo de volta contra o CSA está marcado para a próxima quinta-feira. Antes, a equipe carioca enfrenta o Mirassol, no sábado, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador descartou a possibilidade de priorizar algum torneio no momento.

"Não acho que o Vasco tem condição de priorizar um campeonato nesse momento. Temos que priorizar agora o jogo contra o Mirassol e depois o CSA. Vamos fazer nosso melhor. Se lá na frente conseguirmos pontuar bem no Brasileiro, estiver perto de uma fase decisiva e achar que seja importante poupar alguém, pode ser que aconteça. Mas nesse momento não dá para priorizar", explicou Diniz.

Gazeta esportiva

(Foto: Matheus Lima/Vasco)

 

O Palmeiras já não vence o Corinthians há cinco jogos na Neo Química Arena. Nesta quarta-feira, o Verdão saiu com a derrota por 1 a 0, em jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O confronto foi inédito no torneio. Com isso, amarga o maior jejum desde 2020 se vencer o rival como visitante.

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A última vitória palmeirense em território corintiano foi em agosto de 2022, quando o Palmeiras venceu o Corinthians, por 1 a 0, com gol contra do volante Roni. O duelo, na oportunidade, foi válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro daquele ano.

Depois disso, jogando na Neo Química Arena, o Palmeiras tem três empates e duas derrotas. Os placares de igualdade foram pela fase de grupos do Paulista de 2023 (2 a 2), pelo Brasileiro de 2023 (0 a 0) e no segundo jogo da final do Paulista de 2025 (0 a 0).

Enquanto os reveses foram pelo Brasileiro de 2024 (2 a 0) e, por fim, ida das oitavas da Copa do Brasil desta temporada. Esse, portanto, é, também o maior jejum do técnico Abel Ferreira sem vencer o Timão em território adversário.

O último maior jejum desse foi entre 2018 e 2020, quando o Palmeiras ficou quatro jogos sem vencer na Arena. Naquele período, foram dois empates: pelo Brasileiro de 2019 (1 a 1) e no jogo de ida da final do Paulista de 2020, vencido pelo Verdão (0 a 0), e duas derrotas: pelo Brasileiro de 2018 (1 a 0) e pela fase de grupos do Paulista de 2020 (1 a 0).

O Palmeiras terá a chance de reverter esse placar na próxima quarta-feira, dia 6 de agosto. O jogo de volta acontece a partir das 21h30 (de Brasília), no Allianz Parque. Notícias relacionadas Promessa da base, Gilberto fez do Palmeiras "família" e aguarda primeira chance no profissional Atualizado há 1 dia

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Gazeta esportiva

(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)