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A goleada por 6 a 0 do Corinthians sobre o Nacional-URU foi marcado por um episódio de racismo contra a piauiense Adriana 'Maga'. Garantidas na final da Libertadores, as jogadores do clube paulista relataram um insulto racista cometido por uma atleta da equipe uruguaia, que chamou a atacante de 'macaca'. Em nota, o Corinthians repudiou o caso e prometeu apoio jurídico para investigar a denúncia. As informações são do Lance.com.

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"O Sport Club Corinthians Paulista tomou conhecimento do relato das atletas do futebol feminino a respeito de injúria racial ocorrida na semifinal da Libertadores, a qual repudia veementemente. O clube se solidariza com Adriana e as demais jogadoras e, de imediato, presta a elas todo o apoio necessário. A delegação feminina contará com todo suporte jurídico cabível para a apuração necessária e a punição contundente desse ato inaceitável".

O alegado ato racista contra Adriana, apontado pelo Corinthians, ocorreu depois que ela marcou, cobrando pênalti, o sexto gol da vitória alvinegra. E logo após Grazi fechar o placar com o oitavo gol corintiano, ela comemorou com o punho cerrado, em protesto acompanhado por todo resto do elenco corintiano em uma manifestação antirracista.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e outras equipes femininas lamentaram o episódio e prestaram apoio à Adriana.

 

Informações do Lançe

Foto: Conmebol/Divulgação

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) decidiu nesta quarta-feira (17) suspender os árbitros Roberto Tobar, Andrés Cunha e Esteban Ostojich por tempo indeterminado por terem cometido erros graves nas duas últimas partidas das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, os confrontos de Brasil e Colômbia e Argentina e Brasil.

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O chileno Tobar foi repreendido por não ter punido corretamente três lances, dois deles por "ação antidesportiva de indisciplina" de Neymar e um de "uso ilegal do braço" da parte do colombiano Juan Guillermo Cuadrado, na partida de 11 de novembro na qual o Brasil venceu a Colômbia por 1 x 0 na Arena Corinthians de São Paulo.

Tobar "cometeu erros graves e manifestos na condução disciplinar da partida, não tomando as decisões correspondentes conforme as normativas vigentes, colocando em risco o controle da partida", segundo a decisão da Comissão de Árbitros da Conmebol.

Além disso, Cunha e Ostojich, que estavam comandando a tecnologia do árbitro de vídeo (VAR), foram questionados por um lance no 33º minuto da partida entre Argentina e Brasil disputada na terça-feira em San Juan no qual o argentino Nicolás Otamendi golpeou o rosto de Raphinha com o cotovelo durante uma disputa de bola.

Segundo a decisão, os árbitros incorreram em "erros graves e manifestos no exercício de suas funções no desenrolar da partida".

A partida terminou sem gols, e a Argentina conseguiu uma passagem para o Catar graças à combinação de outros resultados.

Reuters

Foto: Amanda Perobelli/Direitos reservados

O presidente do Corisabbá, o ex-jogador Anderson Kamar, esteve na Tribuna Livre do Poder Legislativo de Floriano e destacando sobre as ações do time florianense visando o Campeonato de 2022. 

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No próximo ano, em 2022, o time do Cori estará disputando a primeira divisão do Campeonato Piauiense de futebol.

A sessão de ontem foi com presença da maioria dos vereadores. O presidente Joab Curvina, do Legislativo, tem sido um dos incentivadores da equipe.  

Da redação

 

 

Engana-se quem acha que a Seleção Brasileira saiu de San Juan satisfeita após o empate sem gols diante da Argentina. Não pelo resultado, mas pela atuação do árbitro de vídeo, que ignorou uma cotovelada de Otamendi em Raphinha ainda na etapa inicial do confronto no estádio Bicentenário.

raphinha

No lance, próximo a linha de fundo, o zagueiro argentino acertou com o cotovelo a boca do atacante brasileiro, que rapidamente caiu sangrando. Ele permaneceu em campo com um curativo no local até o intervalo, quando teve que levar cinco pontos para seguir na partida. O árbitro deixou o lance seguir e pior: o lance acabou não sendo revisado pelo VAR. Normalmente a Conmebol divulga áudios e vídeos dos lances no dia seguinte da partida.

Fato é que a Seleção Brasileira está preparando uma representação contra o uruguaio Esteban Ostojich, responsável pelo VAR no clássico desta terça-feira. Juninho Paulista, coordenador da seleção, solicitou ao presidente em exercício da CBF, Ednaldo Rodríguez, e ao vice-presidente Gustavo Feijó, que estava na delegação, para afastar o árbitro uruguaio de jogos do selecionado brasileiro. Tite mostra revolta em coletiva de imprensa

O treinador da Seleção Brasileira era um dos mais indignados após a partida. Ao berros ele reclamou bastante do que considerou erro grave dos profissionais do VAR. “É simplesmente impossível, vou repetir, é simplesmente impossível, não ver a cotovelada do Otamendi no Raphinha”, reclamou o técnico brasileiro. Ostojich não goza de muito prestígio com os brasileiros. Ele apitou a final a Copa América de 2021 e foi acusado de parar muito a partida que teve vitória por 1 a 0 da Albiceleste. Outro jogo polêmico entre Brasil e Argentina que ele esteve no comando foi a semifinal da Copa América de 2019, no Mineirão.

Naquela ocasião quem reclamou muito das decisões foram os argentinos, sobretudo, Lionel Messi. A principal reclamação aconteceu em um lance em que os Hermanos reclamaram de pênalti em Sergio Agüero, além de no segundo gol do Brasil, pedirem falta de Arthur em Otamendi, protagonista do lance no empate de San Juan.

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