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Os ex-jogadores Marcelinho Carioca - RJ e Edilson Capitinha estarão participando de jogo festivo em Guadalupe-PI. As informações com o Carlos Iran, do Piauí Notícias. 

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A partida amistosa estará ocorrendo ainda nessa quizena do mês de dezembro. Os detalhes com o Carlos Iran, do PN.

 

No dia 19 de janeiro de 1994, um dos maiores ídolos da história do Corinthians fazia a estreia com a camisa alvinegra: Marcelinho Carioca. O meia fez a primeira partida dele pelo Timão em amistoso contra o Comercial, no Pacaembu. A partida vencida por 1 a 0 pelo Alvinegro do Parque São Jorge foi o início de uma história de alegrias e glórias, que pode ser numericamente resumida em 433 jogos, 206 gols e oito títulos.

Marcelinho teve, ao todo, três passagens pelo Timão: 1994 a 1997, 1998 a 2001 e 2006. Tempo suficiente para ganhar quatro Paulistas (1995, 1997, 1999 e 2001), uma Copa do Brasil (1995), dois Brasileiros (1998 e 1999) e um Mundial de Clubes da FIFA (2000).

Referência em bolas paradas, o Pé-de-Anjo, apelido que ganhou graças às cobranças magistrais, é também o quinto maior artilheiro da história do clube, colecionando gols bonitos, decisivos e inesquecíveis com a "segunda pele" dele - maneira carinhosa com que o próprio craque chama o manto alvinegro.

 

As comemorações pelo Tricampeonato da Libertadores seguirem além do apito final da partida contra o Flamengo e em meio a efusiva celebração do universo alviverde, o Palmeiras anunciou que não permanecerá com Felipe Melo, na verdade, uma confirmação do que já tinha sido sinalizado no meio da atual temporada.

No clima de festa, porém aberto a falar sobre seu futuro, bem como, o fim de sua jornada no Verdão, o ex-camisa 30 da Academia concedeu entrevista ao Seleção Sportv. Melo foi transparente: “(Por que não renovou?) É uma pergunta que sugiro que você faça para a Leila, a nova presidente, ou o presidente Galiotte ou o Anderson Barros. Eu sinceramente não sei, como uma pessoa que ama o clube, um atleta do clube, só tenho gratidão e principalmente ao presidente que me abriu as portas. Como capitão e líder da equipe pude levantar o bi da Libertadores e isto faz com que as pessoas entendam e vejam que o capitão não é só quem entra em campo. O líder faz muitas outras coisas. Até eu tenho esta dúvida”, declarou o ex-capitão.

Felipe Melo estava ciente de que sua jornada estava para acabar, mas em julho, tentando antecipar as tratativas, o jogador foi surpreendido: “É verdade que em algumas vezes tentamos uma aproximação, mas sempre com "vamos ver, deixa para o futuro". Até o dia que eu dei uma entrevista e o presidente veio a público e falou que não iria renovar. Achei aquilo super... como posso dizer... achei importante ele falar que não queria renovar. Sou empregado e o clube pode não querer contar com meus serviços”, complementou o volante.

No entanto, a decisão do presidente Maurício Galiotte, de não renovar, por pouco não foi quebrada. A classificação para a final da Libertadores ‘mexeu’ com os planos e em setembro, Palmeiras e Felipe Melo voltaram a conversar, porém, o acerto não avançou: “Contra o Atlético-MG, eu dei uma contribuição importante para chegarmos na final da Libertadores. Depois do jogo, conversamos com o Anderson Barros na sala dos médicos no CT do Palmeiras e ele falou que poderia haver uma conversa para ficar, mas seria um momento de transição. Abriu uma esperança de poder continuar o ciclo no Palmeiras. Vencemos a Libertadores e no dia seguinte da festa o Anderson me chama com toda a transparência do mundo e diz que não iria renovar. O clube deu uma esperança, mas foi super transparente sobre não renovar”.

Para finalizar, Melo revela: “Não tive procura do Palmeiras, tenho respeito pelo clube, mas não fui procurado em nenhum momento, não teve procura por qualquer prazo. Aconteceu uma conversa bem formal com o presidente. Queria jogar dois anos, mas nunca disse que só fecharia por dois anos. Eu quero jogar mais dois anos de futebol. Aconteceu, muita gratidão ao clube. Isto que importa”.

Bola Vip

Entrando em campo pensando unicamente na vitória, o Cuiabá sabia da necessidade de vencer o Fortaleza, na noite desta segunda-feira, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena Pantanal. E o Dourado não decepcionou sua torcida. Ainda no primeiro tempo, Elton, de pênalti, garantiu a vitória ao time de casa, por 1 a 0, conquistando um importante resultado na luta contra o Z-4 da competição.

Sendo assim, o time comandado por Jorginho chegou aos 43 pontos pulando para a 15ª colocação, e dependerá apenas das próprias forças para seguir na elite em 2022. Já o time comandado por Vojvoda, por conta do tropeço, acabou estacionando na 5ª colocação com seus 55 pontos.

Cuiabá abre o placar no início

Fazendo valer o fator casa, a equipe do Cuiabá tratou de ir pra cima do Fortaleza tentando construir uma vantagem ainda na etapa inicial. E se deu bem. Logo aos 8 minutos, após a arbitragem marcar um pênalti Jackson sobre Felipe Marques, o atacante Elton, cobrando com categoria, abriu o placar na Arena Pantanal para festa da torcida.

Após o gol, o Dourado continuou pressionando o Leão. Até meados dos 25, com o apoio vindo das arquibancadas, ainda teve mais duas oportunidades de ampliar, sendo elas com Elton e Felipe Marques, porém em ambas a bola acabou indo para fora para a lamentação dos atletas.

Fortaleza sem muita criatividade

Com o tempo passando, a equipe visitante passou a ter um pouco mais a posse de bola até a reta final da etapa. Entretanto, mesmo conseguindo equilibrar as coisas, tinha muita dificuldade em atacar, não conseguindo finalizar nenhuma bola contra o goleiro Walter, fazendo com que os mandantes conseguissem levar o resultado parcial para o vestiário.

Leão volta com postura mais ofensiva

Com os treinadores promovendo algumas trocas antes do início da segunda etapa, quem acabou se dando melhor foi o Fortaleza. Até meados dos 10 minutos, chegava com perigo na área rival, conseguindo assustar com Titi e Wellington Paulista, mas a bola teimou em não balançar as redes.

Na sequência, percebendo o Tricolor melhor em campo, Jorginho então recuou novamente para seus suplentes. Em três trocas, colocou Aurmir, Cabrera e Rafael Gava visando ganhar mais velocidade. Mesmo com as mudanças, poucas foram as chances criadas pelo time de Mato Grosso mantendo o resultado.

Visitantes vão para cima em busca do empate, mas não obtém sucesso

Não muito diferente da postura de Jorginho em mudar sua equipe, Vojvoda também apostou em novas caras no duelo. Conseguindo pressionar mais até meados dos 30 minutos, desperdiçava chances e mais chances que apareciam, deixando a torcida do Cuiabá aliviada a cada erro de finalização.

Nos últimos 15 minutos, mais os acréscimos dados pela arbitragem, o Dourado tentava segurar o resultado do jeito que podia. Torcendo para o tempo passar depressa, ainda viu o Leão chegar mais duas vezes com Osvaldo e David, porém não foram o suficiente para empatar dando a deixa para Heber Roberto Lopes colocar um ponto final no duelo na Arena Pantanal para festa da torcida local.

FICHA TÉCNICA CUIABÁ 1 x 0 FORTALEZA

Data e horário: 06/12/2021, às 20h (de Brasília) ​Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT) Árbitro: Heber Roberto Lopes (CBF-SC) Assistentes: Kleber Lucio Gil (FIFA-SC) e Alex dos Santos (CBF-SC) VAR: Elmo Alves Resende Cunha (CBF-GO)

Cartões Amarelos: Paulão, 33'/1ºT; Jackson, 35'/1ºT; Matheus Jussa, 43'/1ºT Camilo, 46'/2ºT

Gol: Elton, 8'/1ºT (1-0)

CUIABÁ: Walter; Lucas Ramon (Anderson Conceição, aos 33'/2ºT), Paulão (Marllon, no intervalo), Alan Empereur e Uendel; Camilo, Pepê (Auremir, aos 11'/2ºT), Max (Rafael Gava, aos 21'/2ºT) e Felipe Marques; Jonathan Cafú (Cabrera, aos 12'/2ºT) e Elton. (Técnico: Jorginho)

FORTALEZA: Marcelo Boeck; Yago Pikachu, Jackson (Tinga, aos 19'/2ºT), Marcelo Benevenuto, Titi e Bruno Melo (Osvaldo, no intervalo); Ronald, Matheus Jussa e Lucas Lima (Romarinho, aos 31'/2ºT); Depietri (David, no intervalo) e Wellington Paulista (Robson, aos 26'/2ºT). (Técnico: Juan Pablo Vojvoda)

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