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O São Paulo não obteve sucesso na tentativa de anular a derrota para o Fluminense. Nesta sexta-feira. o Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu não atender a solicitação do time paulista, que alegou um erro de direito no duelo disputado no dia 1º de setembro, no Maracanã.

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Os nove votos dos auditores do STJD seguiram a linha da manutenção do resultado. A votação no plenário foi realizada após as defesas dos clubes e dos árbitros envolvidos no embate terem se pronunciado.

"Foi a decisão que a gente esperava, o pedido era sem fundamento esportivo e jurídico. Não acho que houve erro de direito, mas de aplicação da regra. No depoimento, o árbitro deixou claro um erro de comunicação. O erro não trouxe relevância para o andamento da partida", disse o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, em entrevista à ESPN.

O dirigente do clube carioca considera o resultado do julgamento fundamental para o futuro do Brasileirão. "Se formos trazer ao tribunal cada erro que acontecer com os árbitros, o campeonato não vai terminar", emendou.

A tensão entre São Paulo e Fluminense teve início após o jogo da 25ª rodada do Brasileirão, em que o Tricolor foi derrotado por 2 a 0. Após o duelo, a diretoria do clube paulista acionou o STJD por entender que houve erro de direito em uma decisão do árbitro Paulo César Zanovelli.

O árbitro do confronto confirmou o primeiro gol do Fluminense após dar vantagem em um lance de falta, deixando de lado uma ajeitada de mão do zagueiro Thiago Silva na origem da jogada.

Um dos principais pontos é que Zanovelli foi chamado pelo VAR para revisar o lance e poderia ter corrigido o erro que o Tricolor paulista alega. No entanto, em análise divulgada posteriormente, o juiz explicou que deu a vantagem no lance e manteve a decisão do gol.

O São Paulo, então, foi ao STJD pedindo a anulação da partida, mas acabou não obtendo sucesso. Já Paulo César Zanovelli, que havia sido suspenso por 15 dias, obteve efeito suspensivo no Tribunal na última quinta-feira e pode voltar a apitar normalmente.

A ida do São Paulo ao STJD gerou atrito entre as diretorias dos dois clubes. Mário Bittencourt criticou a atitude do time paulista e Casares rebateu, dizendo que "tiveram times que subiram para a divisão especial passando por cima da regra que foi estabelecida no campo" - fazendo referência ao fato do Fluminense ter subido da Série C direto para a A em 2000.

Mário Bittencourt, então, retrucou as declarações de Casares e mencionou o caso de Sandro Hiroshi. No Brasileirão de 1999, Hiroshi adulterou sua data de nascimento e, por ter sido escalado contra o Botafogo, o São Paulo foi punido pelo STJD com a perda dos três pontos conquistados na vitória.

Agora, resta saber se a situação entre São Paulo e Fluminense será encerrada com a decisão do STJD, ou se as coisas continuarão tensas fora de campo.

Foi no sufoco, mas o Brasil conquistou três pontos importantes nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Saindo atrás do placar desde o primeiro minuto – Vargas marcou para os chilenos – a seleção teve mais uma apresentação pífia, mas conquistou a virada no fim por 2 a 1, nesta quinta-feira, pela nona rodada, no estádio Nacional de Santiago, no Chile. Os botafoguenses Igor Jesus e Luiz Henrique balançaram as redes para o Brasil, salvando a pele de Dorival Júnior.

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A apresentação não foi das melhores mais uma vez, mas foram importantes os três pontos que levaram o Brasil ao quarto lugar na tabela de classificação das Eliminatórias, com 13 pontos, Manteve-se o futebol pobre, com pouco repertório e sem soluções táticas. Mas o poder de decisão de Igor Jesus, em grande fase, e a ousadia de Luiz Henrique, salvaram a pragmática seleção.

As estrelas, como Rodrygo, decisivo em seu clube, o Real Madrid, se mantiveram apagadas – por responsabilidade própria e também por causa da pobreza tática e técnica dessa equipe.

Em Santiago, foi previsível e improdutiva a seleção brasileira, repetindo atuações abaixo da média que havia feito sob o comando de Dorival e outros técnicos. O time, por vezes, acelerou muito e pensou pouco. Foi afoito e em alguns momentos desesperado, provavelmente pela necessidade do resultado positivo, que enfim veio e deu alívio aos jogadores e à comissão técnica.

Diante do Chile, freguês histórico, o Brasil saiu vencedor, mas não foi soberano. A seleção chilena atual é valente, mas bastante limitada, tanto que só ganhou uma vez nas Eliminatórias e tem a segunda pior campanha do torneio, com cinco pontos. Mesmo assim, segurou os brasileiros por algum tempo e até exerceu certo domínio em parte do duelo.

IGUAIS O duelo mal começou e o Brasil saiu atrás do placar. Após cruzamento da direita, Vargas cabeceou livre e encobriu o goleiro Ederson. O gol cedo desestabilizou a seleção, que não conseguia se comunicar em campo, acumulando erros de passes e tomadas de decisões, além de sofrer com a bola aérea chilena.

Bem marcado, Rodrygo era o principal articulador em campo e acionava sempre Raphinha e Savinho nas pontas. Era pelos lados que a seleção mais levava perigo. Igor Jesus por pouco não deixou tudo igual, desviando na primeira trave. Na segunda tentativa, o atacante do Botafogo balançou as redes. Savinho cruzou da direita e o centroavante se antecipou para testar para o gol, já aos 45 minutos.

VIRADA NO FIM

Na segunda etapa, o Brasil voltou mais concentrado. Dominando na posse de bola, trocava mais passes, mas tinha dificuldade para furar a retranca do Chile. Quando conseguiu quebrar as linhas, Raphinha chegou a virar o placar, porém o atacante estava em posição irregular.

O tempo passava, o Brasil acumulava 70% de posse de bola, mas sem nenhuma projeção ofensiva e não incomodava o goleiro chileno. Quando teve um pouco mais de coragem, a individualidade fez a diferença. Luiz Henrique recebeu na direita, puxou para o meio e bateu colocado para virar a partida e decretar a vitória brasileira.

AGENDA

O Brasil volta a campo na terça-feira, às 21h45, no estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF), diante do Peru. A próxima e última data-Fifa de 2024 acontece na metade de novembro, com o Brasil atuando diante da Venezuela, fora de casa, e fecha o ano diante do Uruguai, em solo brasileiro.

Futebol interior

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

O Corinthians trabalha para fechar a contratação em definitivo do goleiro Hugo Souza. A partir desta quinta-feira, o Timão está liberado para acionar a cláusula prevista em contrato para adquirir 50% dos direitos econômicos do jogador. O clube vai formalizar nas próximas horas a intenção de exercer a opção de compra junto ao Flamengo.

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Por um equívoco de comunicação sobre o prazo do contrato, a direção alvinegra entendia que poderia ter comprado o percentual do goleiro do Flamengo a partir do primeiro dia de outubro. No entanto, a data correta era apenas a partir do décimo dia, o que obrigou o clube a desembolsar R$ 500 mil de multa ao Flamengo para ter o jogador em campo na primeira partida da semifinal da Copa do Brasil, na semana passada.

Para manter Hugo Souza a partir de janeiro de 2025, será necessário investir mais 800 mil euros (R$ 4,7 milhões) para comprar 50% dos direitos econômicos do atleta. O Timão pagou 200 mil euros (R$ 1,19 milhão) ao Rubro-Negro pelo empréstimo até o fim do ano.

O objetivo dos corintianos agora é evitar o pagamento de uma nova multa. O clube, até o momento, pagou R$ 1 milhão ao Flamengo por utilizar Hugo Souza em duas partidas contra o time carioca durante o período de empréstimo.

Para não desembolsar mais R$ 500 mil, o Timão deve exercer a cláusula de compra, válida até o dia 30 de novembro, até data da segunda semifinal da Copa do Brasil, que será disputada no dia 20 de outubro, na Neo Química Arena.

Em 22 jogos pelo Corinthians, Hugo Souza sofreu 23 gols e defendeu quatro pênaltis. O goleiro, que foi contratado depois das saídas de Cássio e Carlos Miguel, tem se tornado um líder fora de campo e um dos principais nomes da reformulação feita no elenco durante a gestão de Augusto Melo.

GE

Foto: Marcos Ribolli

O São Paulo enfrentará o Vasco da Gama na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo, entretanto, não será realizado no Morumbis em função dos shows programados para o estádio.

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Assim, o confronto será disputado no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP), com mando do Tricolor. Jogar longe da capital, entretanto, não preocupa tanto o São Paulo, já que recentemente a equipe venceu o clássico Majestoso em Brasília.

Dessa forma, a Torcida que Conduz deve marcar presença no estádio em Campinas para, novamente, apoiar o clube. E o São Paulo ainda contará com sua boa campanha como mandante nesta edição da Série A para, quem sabe, bater o Vasco e voltar a vencer no torneio.

Na atual edição do Brasileirão, o Tricolor disputou 15 partidas como mandante até o momento. O time somou 10 vitórias, acumulou dois empates e amargou apenas três derrotas, tendo um total de 71,11% de aproveitamento.

Além disso, o São Paulo tem a quinta melhor campanha como mandante do Brasileiro, segundo dados do Departamento de Estatísticas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

As únicas três derrotas do São Paulo no Morumbis pela Série A neste 2024 foram contra o Fortaleza, por 2 a 1, na primeira rodada; diante do Cuiabá, por 1 a 0, na décima rodada; e mais recentemente contra o Internacional, por 3 a 1, na 27ª rodada.

Já o último duelo do Tricolor como mandante foi contra o Corinthians - duelo que a diretoria optou por levar ao Mané Garrincha, pois o Morumbis estava indisponível. Na ocasião, os comandados de Luis Zubeldía saíram vitoriosos por 3 a 1.

O São Paulo, então, se apoia na boa campanha como mandante para tentar garantir uma vaga direta na Copa Libertadores do ano que vem. Até o fim do torneio de pontos corridos, a equipe tricolor terá quatro jogos em casa e cinco fora.

O São Paulo é o atual quinto colocado na tabela do Brasileirão, com 47 pontos conquistados após 29 rodadas. Quem abre o G4 é o Flamengo, que soma quatro pontos a mais que o Tricolor e ainda tem um jogo a menos.

Gazeta esportiva