O desembargador Erivan Lopes negou nesta quarta-feira, 2, o pedido de habeas corpus do comerciante acusado de estuprar a própria sobrinha, de apenas 12 anos. O suspeito foi preso no dia 25 de setembro e nega a autoria do crime. Em sua defesa, o comerciante alega que o exame de corpo de delito foi feito um mês após o suposto fato, o que não seria suficiente para comprovar a materialidade.

 

Além disso, o advogado sustenta, segundo os autos, que seu cliente é réu primário e tem "idade avançada (cinquenta e oito anos), problemas na coluna vertebral e falta de firmeza nos membros inferiores, ficando impossibilitado da prática do referido crime".

 

Nos autos ainda consta que o exame apontou que a "rotura himenal ocorreu na data provável do suposto estupro". Mostra ainda relatos da mãe, de que a filha teria tentado cometer suicídio após o ato.

 

O comerciante já concedeu entrevista a imprensa de Campo Maior negando a autoria do crime, que só lhe teria sido atribuída por ter negado a dar dinheiro para uma pessoa.

 

 

 

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