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Em entrevista a avó do bebê de apenas um mês agredido com uma mordida pelo próprio pai, identificado como Francisco das Chagas Vieira,  revelou que ele já havia ameaçado matar a criança e a mãe usando uma chave de fenda.

"Ele ficou ameaçando ela um dia que ia matar ela ou o menino com uma chave de fenda na mão. Eu não quero que esse cara fique impune e eu quero que ele pague pelo que ele fez", afirma a avó, que preferiu não se identificar.

Francisco e Thaís, mãe do bebê, moravam há alguns meses no Parque Vitória. Na noite da agressão, além do bebê, estavam dormindo no quarto mais duas crianças, filhas de Thaís. Os vizinhos se referem a eles como uma família tranquila, sem histórico de brigas, agressões ou baderna.

"Eles eram comportados, a gente quase nem via eles.Ficou todo mundo sentido com o que aconteceu", relatou uma das vizinhas.

A mãe de Thaís mora na mesma rua e foi para a casa dela que Thaís correu levando o bebê ensanguentado no colo e levando outras duas crianças. A família conta que Francisco tem estudo, trabalha como eletricista mas se envolveu com drogas após a morte da mãe e bebe com frequência. A mãe de Thaís já tinha inclusive ameaçado chamar a Polícia se visse Francisco bebendo na presença dos Netos.

"Ela estava namorando com essa pessoa mas eu sempre dizia pra ela deixar ele e cuidar dos filhos dela", disse a mãe de Thaís.

Parentes e vizinhos falam da beleza do bebê que nasceu depois de um parto difícil na maternidade Dona Evangelina Rosa. Thaís teve eclâmpsia e o tom de pele do garoto foi o que levantou as desconfianças de Francisco.

Ao ser preso em flagrante ele disse que o irmão havia agredido o recém-nascido. O caso está sendo investigado pela delegacia da mulher da zona Sul que tem até segunda-feira para remeter o inquérito à Justiça. Thaís prestou depoimento hoje pela manhã. Ela também é considerada uma vítima por ter sido agredida pelo companheiro e ameaçada de morte caso o denunciasse pelos ferimentos no filho  Francisco das Chagas Vieira, de 39 anos pode responder por lesão corporal e tentativa de homicídio.

"Preliminarmente foi colhido muito material  e a gente aguarda esses laudos. Na investigação também impulsionadas algumas intimações e exames periciais, e até amanhã finalizaremos e entregamos com a materialidade que tem consistência", explica a delegada Ana Melka Cadena.

 

cv

adolscenteMorreu na manhã desta quinta-feira, 19, um adolescente, após colidir na traseira de um caminhão na Avenida José Francisco de Almeida Neto, viaprincipal do bairro Dirceu Arcoverde, na Zona Sudeste de Teresina.

A vítima foi identificada como João Victor Moraes Costa, de 17 anos, e segundo testemunhas, ele teria desviado de um ônibus que estava parado quando colidiu no caminhão que passava pela outra faixa.

João Victo não tinha habilitação para conduzir a moto e não usava capacete.

A perícia esteve no local para a realização dos procedimentos legais e o Instituto de Medicina Legal (IML) foi acionado para fazer a remoção do corpo. O trânsito ficou parcialmente interditado.

 

180graus

idosoO idoso José Monteiro da Silva, conhecido como Zé Mariquinha morreu na tarde dessa quarta-feira, 18, no centro cirúrgico do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), após ter sofrido agressão na manhã de ontem, no centro de Hugo Napoleão. A vítima foi atingida com um golpe de fação na cabeça, quando estava sentada na calçada de sua residência. Zé Mariquinha foi socorrido em estado grave e levado para o hospital de Água Branca, de onde foi encaminhado às pressas para o pronto socorro do HUT, mas não resistiu os ferimentos e foi a óbito.

Após o ocorrido, a Polícia Militar fez diligências e prendeu o acusado, que foi identificado apenas como Raimundo Caboclo. De acordo com relatos de testemunhas, o mesmo sofre de transtornos mentais e já teria ameaçados várias pessoas, inclusive frequentemente joga pedras no telhado das residências de vizinhos. A arma utilizada na agressão (facão) foi apreendida pela Força Tática.

A população de cidade ainda estar em estado de choque e não consegue entender os motivos  que levou o acusado a cometer o crime. O acusado foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Água Branca, onde ficará às disposição da justiça.

Por conta das chuvas no Residencial Dilma Rousseff, Zona Norte de Teresina, uma casa desabou . Segundo o proprietário, a casa estava sendo reformada para que ele e a família pudessem se mudar, mas com as fortes chuvas a estrutura da casa não resistiu. Não havia ninguém no local no momento do desabamento e a equipe da Defesa Civil foi acionada ontem, 17.

A Defesa Civil informou que no momento há 250 famílias desabrigadas na capital. Segundo o dono da casa, o auxiliar de pedreiro Fábio Reis, as madeiras que sustentavam a casa estavam corroídas por cupins. A residência possuía ainda paredes feitas de barro, o que pode ter facilitado o desmoronamento.

“Na hora estava chovendo. Eu estava na outra casa e escutei o barulho dessa caindo, de madrugada. Quando eu cheguei aqui já estava tudo no chão. Ainda bem que a gente saiu dela antes de acontecer isso. Falei pra minha mulher ‘vamos sair daqui, por que a casa está pra cair em cima da gente’. Já tinha percebido, as madeiras, forquilhas podres” disse o auxiliar de pedreiro.

Uma equipe da Defesa Civil foi comunicada do ocorrido e esteve no local na tarde desta terça-feira realizando a coleta de informações para inclusão da família nos programas de apoio da prefeitura, como aluguel solidário e recebimento de cestas básicas. De acordo com o agente da Defesa Civil, Sebastião Domingos, as pessoas precisam estar em alerta por causa de residências em locais de risco.

“Como a gente vem sempre falando, tem situações de risco, que é a própria estrutura da casa. São casas de taipa, com madeira redonda. Essa madeira redonda tem características que levam ao apodrecimento precoce, bem como a presença de cupins, também. O peso das telhas, paredes úmidas devido as chuvas, contribuem para o desabamento” disse Sebastião Domingos.

 

G1