Policiais Rodoviários Federais realizaram a apreensão de 101 produtos eletrônicos importados ilegalmente na última segunda-feira (30), na cidade de Piripiri. A ação ocorreu durante abordagem na BR 343. Toda a mercadoria estava avaliada em mais de R$ 560 mil.
Durante fiscalização os policiais verificaram que, na cabine do motorista, havia uma caixa grande com três caixas menores e diversos aparelhos eletrônicos em seu interior. Segundo o condutor, a mercadoria foi embarcada em Timon-MA com destino a Sobral-CE.
Cabe destacar que a documentação apresentada para os produtos continha quantitativo e descrições de produtos divergentes da mercadoria que estaria sendo transportada, configurando o crime de Descaminho, pois as mercadorias eletrônicas são provenientes de origem estrangeira.
Descaminho é um crime contra a ordem tributária e é caracterizado quando há entrada ou saída de mercadorias no país sem o pagamento dos tributos devidos. Caracteriza uma fraude fiscal e causa prejuízos ao erário público.
Diante das informações, foi realizada a apreensão da mercadoria que será encaminhada a Polícia Federal em Parnaíba-PI para as devidas providências.
Na noite do último domingo, 29, uma casa ficou totalmente destruída após um incêndio de grandes proporções no Bairro Cariri, em Campo Maior (PI).
Segundo informações, ocorreu após um curto circuito na rede elétrica.
Segundo relatos, o fogo logo ganhou forças e foi se espalhando pelos móveis e telhado, destruíndo todo o cômodo. Os vizinhhos ajudaram a controlar as chamas antes que se alastrasse nas casas ao lado.
Ainda não se sabe como ocorreu o acidente, mas apesar dos danos materiais ninguém ficou ferido.
Com o início do período chuvoso, o Piauí já possui três barragens que atingiram a capacidade máxima. A informação foi confirmada pelo Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi), responsável pelo monitoramento dos reservatórios.
As barragens com capacidade máxima são: Mesa de Pedra (Valença do Piauí), Salinas (São Francisco do Piauí) e a de Piracuruca.
O diretor de Recursos Hídricos do Idepi, Diego Salazar, informou que existem 15 barragens que são de responsabilidade do estado e que todas estão sendo monitoradas.
“As barragens que estão sendo monitoradas pelo Idepi que estão na sua capacidade máxima são Piracuruca, Mesa de Pedra e Salinas. O Idepi iniciou o processo de monitoramento de barragens mediante inspeções técnicas de avaliação nas barragens de Bezerro, Emparedado e Corredores. Nesta semana está programada a visita de Piracuruca e Caldeirão que mesmo sendo de responsabilidade do Dnocs será vistoriada”, informou.
O diretor de Recursos Hídricos do Idepi afirmou que a capacidade máxima é uma situação normal, e que não apresenta riscos para as estruturas das barragens.
“A capacidade máxima de acumulação e o vertimento ou sangramento pelo vertedouro são condições de operação normais para as quais a barragem está calculada, e não apresentam riscos para as estruturas da barragem. As barragens do Estado deverão encher até a capacidade máxima e sangrar se continuar a intensidade das chuvas durante os próximos meses”, explicou.
Diego Salazar destacou que até o momento as inspeções não encontraram nenhuma irregularidade. “O último relatório de monitoramento da Semar [Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos] de 25 de janeiro deste ano, não identifica problemas que causem preocupação como anomalias nas estruturas nas barragens, O Idepi deverá concluir de inspecionar todas suas barragens nos meses de fevereiro e março”, explicou Diego Salazar.
O Idepi realiza três vezes por ano as inspeções, e caso seja encontrada alguma irregularidade é realizada a devida manutenção no local.
“As medidas são de prevenção, que parte num primeiro momento da inspeção, logo seria o momento das manutenções rotineiras três vezes por ano, e caso necessária a recuperação de algum elemento da barragem. O Idepi na gestão anterior iniciou o processo de manutenção e recuperação da barragem Algodões II, devem seguir neste ano, Salinas, Piracuruca e Pedra Redonda”, destacou.
A amiga de Janaína da Silva Bezerra, de 22 anos, Rainara, que estava com ela na calourada momentos antes dela ser estuprada e morta na Universidade Federal do Piauí, informou em entrevista ao programa Bom Dia Meio Norte, que tentou por diversas vezes contato com a jovem depois que ela saiu com Thiago Mayson da Silva Barbosa, mas não obteve resposta.
“Ele chegou conversando com ela, nisso eu cheguei nela e perguntei se ela realmente queria ficar com ele, ela disse que não sabia ainda, eles ficaram conversando do meu lado e em um determinado momento eles decidiram sair, se afastar um pouco da festa para ficarem em um lugar mais reservado e eu chamei ela e falei que a qualquer momento ela podia me ligar, mandar mensagem que eu estava lá esperando ela. Ele saiu com ela, eu fiquei esperando ela me ligar, eu mandava mensagem ela não me respondia e eu fiquei preocupada. Saí para procurar e eu não achei eles, fiquei lá na UFPI até umas 07h30 e ela não me respondia mais, eu imaginei que eles tinham saído para a casa dele”, detalhou a jovem.
Rainara informou ainda que procurou por Thiago nas redes sociais e tentou contato com ele, mas sem sucesso. “Nisso eu vim para casa, esperei ela ligar, fui atrás dele nas redes sociais, comecei a ligar sem parar para ele pelo Instagram, até que eu consegui entrar em contato com um policial e foi quando ele me informou o que tinha acontecido com ela, que ela estava no Hospital da Primavera e tinha falecido”, lamentou.
A jovem relatou que essa não é a primeira vez que Thiago insistia em ficar com Janaína. “Nós fomos para outra festa na UFPI, em dezembro antes do recesso da universidade. Ele tentou ficar com ela, mesmo ela estando muito bêbada, ele tentava o tempo inteiro.Ele tentou levar ela para casa e mesmo eu não deixando ele começou a ficar alterado com a gente, começou a me ameaçar e eu comecei a ficar realmente com medo e foi a única vez que a gente teve contato”, disse.
Ainda durante a entrevista, a amiga de Janaína Bezerra deixou claro que não existe segurança na Universidade Federal do Piauí. “Na festa nunca tem segurança, só tem segurança em festas formais do reitor, não tem segurança na sala de aula. Aluno já foi assaltado no DCE de manhã fazendo carteira de estudante, aluno já entrou no CCE em aula para roubar aluno e eles não fazem nada, eles só protegem o próprio patrimônio, se o aluno tiver riscando a parede, mas se tiver aluno sendo agredido, assaltado, eles não fazem nada. Só são dois policiais armados de moto, eles só passam de 3h em 3h na universidade inteira”, pontuou.
“Eu achei que há qualquer momento a mãe dela ia me responder dizendo que não era ela porque a gente ficou tanto tempo juntas, 17 anos, nunca imaginei minha vida sem ela. Todo mundo que me conhecia sabia que ela era minha melhor amiga. Se eu tivesse a oportunidade eu teria falado para ela o quanto eu amava ela, a gente sempre foi muito forte, queria dizer para ela que eu queria muito ter ajudado, queria não ter deixado ela ir com ele, que ela sempre vai estar comigo. Não teria deixado ela ir com ele nunca”, finalizou emocionada.