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O historiador Francisco Gleison da Costa Monteiro, professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), acaba de lançar o livro Terra, trabalho e disciplina aos homens livres e pobres na Província do Piauí (1850–1888), obra que investiga as experiências sociais, econômicas e políticas da população livre e pobre no Piauí do século XIX. O livro, publicado pela editora Cancioneiro, destaca-se pela relevância historiográfica ao enfrentar um tema pouco explorado da história piauiense.

terratrabalho

De acordo com o professor do curso de História de Picos, Ronyere Ferreira, o livro, que é resultado da pesquisa de doutoramento do professor Gleison Monteiro, analisa as condições de vida, trabalho e controle social da população livre e pobre no Piauí oitocentista, em um contexto marcado pela crise do sistema escravista, pela consolidação do Estado Imperial e pela imposição de projetos de ordem e modernização. "A obra desloca o olhar tradicional da historiografia, centrada nas elites, e coloca no centro da análise sujeitos historicamente silenciados: agregados, posseiros, roceiros, vaqueiros, jornaleiros e migrantes pobres", explica.

Com base em vasta documentação, o autor reconstrói as múltiplas experiências desses sujeitos, evidenciando suas práticas de trabalho, formas de ocupação da terra, estratégias de sobrevivência e resistências às tentativas de disciplinamento impostas pelas autoridades e pela elites. O livro demonstra como categorias como “vadiagem”, “desordem” e “indisciplina” foram mobilizadas como instrumentos discursivos e políticos para justificar a coerção, o recrutamento militar forçado e a criminalização da pobreza.

Johny Santana de Araújo, prefaciador da obra, destaca a relevância da obra, que ilumina “uma história cujos sujeitos encontram-se imersos em um monturo do esquecimento”, ressaltando que o livro descortina “a trajetória dos sujeitos cuja história fora silenciada”. Para o prefaciador, a obra contribui para a compreensão do mundo do trabalho e da vida rural a partir daqueles que raramente aparecem como protagonistas nos relatos tradicionais.

Saiba mais sobre o livro no site da Editora Cancioneiro.

Ufpi

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) divulgou o edital que regulamenta as normas e os procedimentos do Processo Seletivo para ingresso nos cursos de Licenciatura em Música e Bacharelado em Música, com início no ano letivo de 2026. Ao todo, são ofertadas 23 vagas, sendo 16 para a Licenciatura em Música e 7 para o Bacharelado em Música, no campus de Teresina, no Centro de Ciências da Educação (CCE). A seleção será conduzida pela Coordenadoria de Concursos, Projetos Estratégicos e Seleções (COPESE).

Podem se inscrever candidatos que tenham concluído o ensino médio ou que estejam em fase de conclusão até a data da matrícula, desde que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) em uma das edições realizadas entre 2021 e 2025. As inscrições estão abertas e seguem até 6 de fevereiro.

As vagas do curso de Bacharelado em Música são distribuídas de acordo com a habilitação instrumental, contemplando as seguintes especificidades: violão (1 vaga), violino (5 vagas) e viola (1 vaga).

O processo seletivo será composto por duas etapas. A primeira consiste no Teste de Habilidades Específicas (THE), de caráter classificatório e eliminatório, aplicado pela COPESE/UFPI. A segunda etapa corresponde à nota obtida pelo candidato no ENEM (edições de 2021 a 2025), também com caráter classificatório e eliminatório, sob responsabilidade do Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

No dia da realização do THE, o candidato deverá comparecer ao local designado com antecedência mínima de uma hora, portando o comprovante ou cartão de inscrição e documento oficial de identificação com foto, em versão física e original.

Acesse o edital completo aqui.

Ufpi

Os Estudantes Seduc conquistaram resultados importantes na 20ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), realizada em 2025. Ao todo, eles obtiveram 152 medalhas, sendo 32 medalhas nacionais e 120 regionais, resultado que evidencia o empenho de estudantes, professores e gestores no fortalecimento do ensino da matemática nas escolas públicas estaduais.

obemep

Na premiação nacional, os estudantes conquistaram quatro medalhas de ouro, nove de prata e 19 de bronze. Os medalhistas de ouro são estudantes do CETI Patronato Nossa Senhora de Lourdes, de Campo Maior, do CETI Governador Dirceu Mendes Arcoverde, de Teresina, do CETI Dr. Francisco Luiz de Macedo, de Padre Marcos, e do CETI Augustinho Brandão, de Cocal dos Alves, evidenciando o alcance da política educacional da Seduc em diferentes regiões do estado.

Entre os destaques está o estudante Hélio Henrique da Silva Gomes, egresso do CETI Augustinho Brandão, em Cocal dos Alves, que celebrou a conquista como resultado de uma trajetória construída com esforço coletivo e múltiplas premiações ao longo dos anos. Além da medalha nacional na OBMEP 2025, Hélio acumula ouro na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), dois ouros na Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP), prata na OBMEP 2024 e medalhas em competições como a Canguru de Matemática e a Mandacaru. “Conquistar a medalha de ouro na OBMEP foi a realização de um sonho que começou ainda no Ensino Fundamental. Essa conquista representa a coroação de um longo processo de esforço, estudo e dedicação. Nada disso seria possível sem o apoio da Seduc, dos professores, que acreditaram em nós e dedicaram seu tempo à preparação, e da gestão escolar, que criou as condições para que pudéssemos nos preparar da melhor forma”, afirmou.

Outro medalhista de ouro nacional é Francisco Yuri de Brito Vieira, estudante das Turmas ITA/IME Seduc que destacou a OBMEP como marco em sua trajetória acadêmica. “A OBMEP foi onde comecei minha trajetória nas olimpíadas científicas e conquistar uma medalha de ouro no Ensino Médio é a confirmação de que todo o esforço valeu a pena. A Matemática Olímpica se tornou parte da minha vida, algo que estudo com prazer e paixão. Ter professores que incentivam e compartilham esse entusiasmo faz toda a diferença”, relatou.

Para o Secretário de Estado da Educação, Rodrigo Torres, os resultados refletem o trabalho contínuo da rede estadual. “Cada medalha conquistada representa o esforço dos nossos estudantes e o compromisso das Escolas Seduc com a aprendizagem. Seguimos investindo no Ensino Médio em Tempo Integral, na formação dos professores e em políticas que ampliem as oportunidades para que mais jovens possam se desenvolver e conquistar novos espaços”, destacou.

O bom desempenho dos estudantes também está associado a iniciativas como o Seduc Olímpica, que amplia o acesso à preparação olímpica e fortalece o ensino da Matemática e outras disciplinas em toda a rede estadual. Mais de 100 medalhistas do Torneio de Matemática das Escolas Estaduais (TME²), iniciativa desenvolvida por meio do Programa, também conquistaram premiações na OBMEP 2025.

Além do reconhecimento acadêmico, os estudantes de escolas públicas que conquistaram medalhas nacionais têm acesso ao Programa de Bolsas de Iniciação Científica Júnior (PIBIC-Jr), que oferece bolsa mensal de R$ 300, durante 12 meses, fortalecendo a permanência dos jovens na ciência e na pesquisa.

Realizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com recursos do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a OBMEP é considerada a maior competição científica do país e envolve estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio, nos níveis 1, 2 e 3.

Seduc

Os campi do IFPI divulga a confirmação de matrícula dos candidatos aprovados no Vestibular 2026.

Após o resultado preliminar os candidatos poderão entrar com recursos dentro do prazo informado pelos campi.

A lista abaixo será atualizada conforme cronograma de matrículas dos campi.

Campus Chamada regular 2ª chamada 3ª chamada
Teresina Central Preliminar  

 

 

Ifpi