Nova presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Karine Silva é prata da casa. Servidora efetiva do órgão desde 2009, ela já passou pela coordenação de programas importantes e leva a experiência adquirida ao longo dos anos para o comando da instituição, que é vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

O foco principal de sua gestão em 2020 será dar visibilidade às políticas públicas executadas pelo órgão. “Um dos nossos focos é dar transparência aos dados de execução. É fundamental o acompanhamento por parte da sociedade para a melhoria das políticas públicas”, afirmou.

Confira a entrevista completa com a presidente do FNDE:

Portal MEC – Qual o principal foco da sua gestão para 2020?

Karine Silva – Sendo o FNDE uma autarquia vinculada ao MEC, ou seja, um órgão executor, a gente trabalha a partir das diretrizes alinhadas com o ministro da Educação. É importante dizer que nós temos grandes políticas e atendemos todas as etapas e modalidades de ensino. Para 2020, a gente espera melhorar as políticas de Estado e dar visibilidade no que é importante para a sociedade. É dar transparência aos dados de execução.

Portal MEC – Como começou a sua história no FNDE?

Karine Silva – Sou servidora do FNDE desde 2009. Acabei assumindo, com três meses de trabalho, uma chefia de divisão na área de prestação de contas. Foi um grande aprendizado porque é uma área que reúne conhecimento de todas as políticas e de todos os programas, não só os obrigatórios e constitucionais, mas também os realizados de maneira discricionária, como convênios e termos de cooperação. Tenho certeza que foi esse primeiro passo que permitiu que eu avançasse nos cargos estratégicos dentro do Fundo.

Portal MEC – Quais foram os outros cargos estratégicos que já passou?

Karine Silva – Fui coordenadora da área de monitoramento do Programa Nacional da Alimentação Escolar (Pnae)por um ano e depois assumi a coordenação-geral do programa. Foi quando tive mais tempo e possibilidade de desenvolver várias ações. À frente do Pnae, fiquei quase quatro anos. No período, conseguimos avançar em iniciativas muito estratégicas para melhoria do programa: concursos, capacitações externas, ensino a distância e aplicativos para sistema de monitoramento e acompanhamento por parte da população.

Portal MEC – O que foi mais importante no período?

Karine Silva – A gente percebe como pode melhorar uma política pública de Estado. O Pnae tem 64 anos de existência. Já o Programa Nacional do Livro Didático tem 82 anos. São políticas muito consolidadas, mas que ainda podem ser melhoradas. Então, é bom contribuir na melhoria dessas políticas porque o beneficiário final, lá na ponta, é o cidadão, é o estudante. Uma vez que melhoramos a execução da política pública no âmbito do governo federal, a gente qualifica essa política. O reflexo disso é o melhor serviço prestado para os alunos.

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A Prefeitura de Floriano, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer divulgou, nesta quinta-feira (26), a relação dos projetos aprovados no Edital do Programa de Incentivo Cultural - Lei Professor Moreira, que trata da concessão de incentivo fiscal para a execução de projetos culturais. 

Cerca de 82 mil dos recursos próprios do Município serão destinados com intuito de democratizar o acesso à cultura no município nas áreas da Música; Literatura; Artes Cênicas (teatro, dança, circo, ópera e performance); Fotografia, Cinema e Vídeo; Artes Plásticas; Cultura Popular, Folclore e Artesanato; Pesquisa e Documentação.  

Segundo Elineuza Ramos, secretária da pasta, os projetos serão implementados em 2020. “O Conselho da Lei Professor Moreira apurou os projetos que contemplavam os critérios previstos no edital. Agora, em janeiro, nós convocaremos os grupos aprovados para uma reunião onde apresentaremos como ocorrerá toda o processo de implementação dos projetos no próximo ano”. 

Para acessar a lista oficial dos projetos aprovados, clique no link abaixo:

http://floriano.pi.gov.br/download/201912/SF26_5cd8774ba2.pdf

A Secretaria de Educação do Município de Floriano pagou, nesta segunda-feira (30), a segunda parcela do 13º Salário dos servidores efetivos e comissionados da Educação.

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A primeira parcela foi paga no mês de aniversário de cada servidor e o salário de novembro quitado no último 10 de dezembro.

Os servidores de outras secretarias também já tinham recebido o Décimo Terceiro no início de dezembro. 

Com o pagamento desta segunda-feira foram beneficiados 980 servidores. O valor da folha da segunda parcela do Décimo Terceiro Salário da Educação chegou a 1 milhão e 143 mil reais. 

A notícia animou não só os servidores da Educação, mas também os comerciantes, com o impulsionamento da economia local nestes últimos dias de 2019. 

“Mesmo com as dificuldades pelas quais passam os municípios a prioridade do prefeito Joel e nossa é o servidor, por isso cumprimos o que prometemos mais uma vez”, disse o secretário de Educação, Joab Curvina.

 

Da redação

O número de matrículas na creche e na pré-escola cresceu este ano na comparação com o ano passado, segundo dados do Censo Escolar divulgados hoje (30) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O levantamento, que foi publicado no Diário Oficial da União, traz apenas os dados referentes ao número de alunos matriculados em escolas públicas, abrangendo todas as etapas de ensino (da creche ao ensino médio). A divulgação das informações completas do Censo Escolar está prevista para o final de janeiro.

O censo mostra um aumento de 4,24% no número de matrículas em creches (crianças de 0 a 3 anos), que passou de 2.333.277, em 2018, para 2.433.216, em 2019. Ao todo, foram abertas 98.939 vagas nesta etapa de ensino. Na pré-escola, houve aumento de 0,75% no número de matrículas na comparação entre 2018 e 2019. Foram abertas 29.636 vagas, passando de 3.915.699 para 3.945.335. A quase totalidade das matrículas no ensino infantil são em instituições municipais.

Fundamental e médio

Em relação aos ensinos fundamental e médio, o Censo Escolar aponta uma queda no número de matrículas em escolas públicas, fenômeno que vem se repetindo nos últimos anos. Segundo os dados divulgados nesta segunda-feira, foram matriculados 6.192.819 alunos no ensino médio em 2019, contra 6.462.124 no ano anterior, uma redução de 4,34%.

Apesar da redução, houve melhora nas escolas de tempo integral, que passou de 9,2% para 10,6% do total de matrículas na última etapa do ensino básico em instituições públicas. No ensino integral, os estudantes podem, com mais tempo na escola, ter acesso a atividades culturais, esportivas, além de conteúdos de comunicação, saúde, entre outros.

No ensino fundamental, que vai do 1º ao 9º ano, o número de alunos matriculados em 2019 caiu 1,62% em relação a 2018, passando de 21.760.831 de alunos para 21.413.391. Desse total, quase 11% foram para o ensino integral.

Ampliar a educação em tempo integral nas escolas é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que estabelece parâmetros para melhorar a qualidade da educação brasileira. Uma das metas do PNE é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024.

EJA

O Censo Escolar também trouxe dados sobre o número de alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), modalidade presencial, que também diminuiu, passando de 2.878.165 de alunos em 2018 para 2.625.462 em 2019, uma redução de 9,6%.

 

Agência Brasil