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Você sofre de insônia? A culpa pode ser do seu parceiro PDF Imprimir E-mail
Qui, 22 de Junho de 2017 15:38

sonoTendo problemas para dormir? O problema pode ser quem dorme ao lado. De acordo com pesquisadores australianos, a maioria das pessoas que divide a cama com parceiros que têm problemas para dormir, mesmo que na tentativa de ajudar, acaba incentivando comportamentos que podem piorar a insônia.

 

O estudo, publicado recentemente no periódico científico Sleep, revelou que 60% dos adultos dormem acompanhados e, apesar de a insônia ser vista como uma condição individual, 74% dos casais têm o horário de sono modificado pelo parceiro, o que pode contribuir para diversos problemas.

 

Descobertas

Para entender as possíveis intervenções dos parceiros na qualidade do sono de quem sofre de insônia, neurocientistas da Universidade Monash, na Austrália, aplicaram questionários a 31 pessoas, sendo 14 mulheres e 17 homens, cujos companheiros estavam à procura de tratamento contra insônia.

 

Os resultados mostraram que apesar desses participantes não terem problemas para dormir, muitos deles modificavam seus próprios horários, tanto de sono quanto de atividades de lazer e trabalho, em prol do bem-estar do outro.

 

Boas intenções

A maioria dos casais cujos parceiros buscavam ajudar a melhorar os problemas do sono do companheiro em questão relatou estar mais feliz e satisfeita com seus relacionamentos do que aqueles que não ofereciam ajuda. No entanto, esse comportamento tem seus sacrifícios: os parceiros que procuravam ajudar mostraram maior ansiedade do que os que não ajudavam.

 

Além disso, apesar das boas intenções, a ajuda oferecida nem sempre surtia efeito, pelo contrário. A maioria dos conselhos, que incluíam ir para a cama mais cedo do que o normal ou acordar mais tarde, ler ou assistir TV na cama antes de dormir, tirar cochilos, descansar durante o dia e tomar cafeína, sedativos, remédios ou bebidas alcoólicas para dormir melhor, contrariam as recomendações para uma boa higiene do sono e as práticas da terapia cognitivo-comportamental, um dos tratamentos psicológicos recomendados para pessoas com insônia crônica.

 

Higiene do sono

Durante as sessões do tratamento, as pessoas aprendem a não se deitar até sentir sono, a levantar sempre ao mesmo horário, utilizar a cama apenas para dormir e para relações sexuais e evitar tirar cochilos, especialmente em períodos próximos ao horário de sono habitual.

 

O álcool também deve ser evitado, já que seu consumo pode impedir o sono profundo e reparador.A prática de exercícios físicos durante o dia também é recomendada para ajudar a promover um bom sono durante à noite.

 

Apesar das boas intenções, os parceiros podem estar contribuindo para perpetuar os sintomas da insônia”, explicaram os autores do estudo em resumo. Ao mesmo tempo, essas pessoas podem se sentir ansiosas em relação aos problemas dos companheiros.

 

De acordo com Alix Mellor, autor do estudo, mais estudos são necessários, até mesmo para desenvolver programas de tratamento que beneficiem os casais. Segundo o especialista, tratamentos em pacientes casados ou que moram junto de seus parceiros deveriam envolver ambos os indivíduos, visto que os problemas de sono podem afetar tanto um quanto outro, em diversos níveis.

 

saude veja

Istock/Getty Images

Última atualização em Qui, 22 de Junho de 2017 15:41
 
Entenda como o azeite de oliva extravirgem previne o Alzheimer PDF Imprimir E-mail
Qui, 22 de Junho de 2017 12:34

A ciência já demonstrou diversas vezes os benefícios para a saúde do azeite extravirgem, ingrediente principal da dieta mediterrânea, que também está associada à longevidade e a uma vida saudável. Agora, uma pesquisa publicada no periódico científico Annals of Clinical and Translational Neurology, sugere que consumo regular do alimento protege o cérebro contra o Alzheimer, ao promover a eliminação de substâncias prejudiciais ao cérebro, além de preservar a memória e a habilidade de aprendizado à medida que envelhecemos.

 

Proteção

Segundo o novo estudo, o consumo do azeite reduz a formação de estruturas nocivas no cérebro, como as placas beta-amiloides, que se formam entre as células e os caminhos dos neurônios, e os emaranhados neurofibrilares, que bloqueiam a chegada de nutrientes.

 

Estudos anteriores já mostraram que o acúmulo desses resíduos pode aumentar o risco da doença. Agora, os pesquisadores descobriram que as propriedades presentes no azeite de oliva extravirgem podem promover um efeito protetor no cérebro.

 

“Descobrimos que o azeite reduz a inflamação cerebral, mas o mais importante é que ativa um processo conhecido como ‘autofagia'”, disse Domenico Pratico, professor Universidade Temple, nos Estados Unidos, e principal autor da pesquisa, ao Medical News Today. Autofagia é o processo pelo qual as células se desintegram e eliminam do corpo os detritos tóxicos.

 

O estudo

Para entender a ligação entre o azeite e a doença neurodegenerativa, os pesquisadores examinaram o impacto da ingestão de azeite extravirgem em ratos com Alzheimer induzido. Para isso, os animais foram divididos em dois grupos, um recebeu uma dieta alimentar enriquecida com azeite de oliva extravirgem e outro, uma dieta simples.

 

Ambas as dietas foram introduzidas quando os ratos tinham seis meses de vida, ou seja, antes dos sintomas do Alzheimer começarem a surgir. Conhecidos como “triplo transgênicos”, os ratos desenvolveram três características chave da doença: perda progressiva da memória, placas beta-amiloides e emaranhados neurofibrilares.

 

A princípio, não houve diferença entre os dois grupos. No entanto, depois de terem completado entre 9 e 12 meses, os animais que consumiram o azeite se saíram muito melhor nos testes que avaliaram memória de trabalho, memória espacial e habilidades de aprendizado.

 

“Além disso, esses animais tiveram níveis maiores de autofagia no cérebro, níveis reduzidos de placas beta-amiloides e da fosforilação da proteína TAU, associada à formação dos emaranhados neurofibrilares”, explicou Pratico. “O azeite extravirgem é melhor que frutas e vegetais sozinhos. A gordura vegetal monoinsaturada [presente no azeite] é mais saudável que gorduras animais saturadas.”, disse Pratico.

 

Descobertas

Exames do tecido cerebral dos ratos revelaram diferenças dramáticas na aparência e função das células nervosas. “Uma coisa que se destacou imediatamente foi a integridade sináptica“, disse Pratico. A integridade das conexões entre os neurônios, conhecidas como sinapses, foram preservadas nos animais na dieta de azeite. Comparados aos ratos na dieta regular, suas células nervosas, em função da autofagia, se mostraram muito mais ativas.

 

“Esta é uma descoberta emocionante para nós, uma vez que a redução da autofagia marca o início dos sintomas do Alzheimer”, disse o professor. “Graças à ativação da autofagia, a memória e a integridade sináptica foram preservadas e os efeitos patológicos, relacionados à doença, reduzidos.”

 

saudeveja

Última atualização em Qui, 22 de Junho de 2017 12:43
 
Amamentação pode reduzir risco de infarto e AVC, indica estudo PDF Imprimir E-mail
Qui, 22 de Junho de 2017 11:06

Amamentar não é um ato benéfico apenas para os bebês, mas também para as mães. Uma pesquisa publicada no periódico da Associação Americana do Coração (AHA) mostra que o aleitamento pode reduzir, em longo prazo, o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC) nas mães.

 

Estudos anteriores mostraram que mães que amamentam já tinham vantagens imediatas, como perda de peso, redução do colesterol, da pressão arterial e da glicemia depois da gestação. Os efeitos futuros do aleitamento, no entanto, ainda não eram claros. O novo estudo, feito na China, descobriu que mulheres que amamentam seus bebês têm um risco 10% menor de ter infarto ou AVC.

 

Pesquisadores da Universidade de Oxford, da Academia Chinesa de Ciências Médicas e da Universidade de Pequim analisaram dados de 289.573 mulheres chinesas (com idade média de 51 anos). Depois de oito anos do início da pesquisa, houve 16.671 casos de doenças coronárias – incluindo infartos – e 23.983 casos de AVC.

 

Os pesquisadores observaram que as mães que amamentaram seus bebês tiveram um risco 9% menor de doença cardíaca e um risco 8% menor de AVC em comparação às que não amamentaram. Além disso, descobriram que entre as mães que amamentaram por dois anos ou mais, o risco de doença cardíaca foi 18% menor e o de AVC, 17% menor. Seis meses adicionais de lactação foram associados a um risco 4% menor de doença cardiovascular e 3% menor de AVC.

 

Os pesquisadores consideraram também uma série de fatores de risco para doenças cardiovasculares, como tabagismo, pressão alta, obesidade, diabetes e atividade física, que poderiam levar a resultados tendenciosos.

 

“Embora não possamos estabelecer os efeitos causais, os benefícios da amamentação podem ser explicados por um restabelecimento mais rápido do metabolismo da mãe após a gravidez”, explica Sanne Peters, pesquisadora da Universidade de Oxford no Reino Unido.

 

De acordo com a especialista, a gravidez altera dramaticamente o metabolismo da mulher, pois ela armazena gordura para fornecer a energia necessária à gestação do bebê e também para o aleitamento. “Amamentar pode eliminar a gordura armazenada de forma mais rápida e efetiva”, explica.

 

Além disso, os pesquisadores observaram que as mulheres que amamentam tendem a ter comportamentos mais saudáveis do que as que não amamentam, e isso também reduz o risco de eventos cardíacos.

 

“As descobertas devem incentivar o aleitamento para o benefício da mãe e da criança”, diz Zhengming Chen, autor do estudo e professor de epidemiologia na Universidade de Oxford. “O estudo apoia a recomendação da OMS de que as mães devem amamentar seus bebês exclusivamente durante os primeiros seis meses de vida.”

 

A Associação Americana do Coração sugere a amamentação durante 12 meses, se possível.

 

r7 coraçãoevida

Última atualização em Qui, 22 de Junho de 2017 11:09
 
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