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Saiba como prevenir e tratar a bursite e tendinite PDF Imprimir E-mail
Sex, 18 de Agosto de 2017 10:59

A tendinite e a bursite são processos inflamatórios que possuem sintomas semelhantes, atingindo especificamente os tendões e as bursas. Estas patologias acometem tanto atletas, pela repetição dos movimentos, quanto pessoas menos ativas, que realizam apenas atividades do cotidiano.

 

Ao sentir dor em determinadas áreas do corpo, como o ombro ou quadril, é difícil precisar qual das afecções é responsável pelo desconforto. É necessário entender a raiz do problema para que o diagnóstico e o tratamento sejam precisos.

 

A tendinite é uma inflamação do tendão provocada por agentes químicos ou mecânicos. Esta lesão provoca dores, dificuldades de movimentação articular e inchaço, seguidos de vermelhidão. Já a bursite é a inflamação da bursa, uma bolsa que age como um “amortecer”, diminuindo o atrito entre os músculos, tendões e ossos no entorno das articulações. Dores e dificuldade de locomoção da área atingida são os principais sintomas.

 

Para diminuir o risco de contrair estas doenças, é necessário prevenir: realizar o fortalecimento da musculatura e condicionar os músculos antes de começar qualquer atividade - estas práticas podem contribuir e muito com a saúde destas estruturas.

 

Quando as causas do problema já estão instauradas, é necessário buscar ajuda de um profissional da fisioterapia para indicação do melhor tratamento. O uso das micro-ondas como método de recuperação é muito eficaz, além de ser indolor e preciso.

 

A consultora científica Patrícia Lopez da HTM indica as micro-ondas para as condições inflamatórias subagudas e crônicas das camadas de tecido profundo, pois elas são capazes de aumentar o fluxo sanguíneo, diminuindo a rigidez muscular e aumentando o seu relaxamento, melhorando assim a recuperação de lesões.

 

O Diatherapic Microwave é um equipamento de ondas eletromagnéticas que geram calor nos tecidos biológicos, conhecido como diatermia. Assim, os efeitos terapêuticos desejáveis através da diatermia são os efeitos anti-inflamatório e analgésico.

 

A indicação é de aproximadamente 2 sessões semanais para os tratamentos da bursite e tendinite até a melhora do quadro, e devem ser associados a exercícios de cinesioterapia. Estas indicações podem variar de acordo com o profissional e o nível de complexidade da doença.

 

msn

Última atualização em Sex, 18 de Agosto de 2017 11:06
 
Autismo: excesso de ácido fólico na gravidez pode dobrar o risco PDF Imprimir E-mail
Sex, 18 de Agosto de 2017 10:35

O ácido fólico – forma sintética do folato, um tipo de vitamina B – é essencial durante a gestação. Ajuda no desenvolvimento neurológico do feto durante o fechamento do tubo neural, que, quando prejudicado, apresenta problemas morfológicos, como anencefalia, fenda palatina e o lábio leporino. No entanto, seu consumo em excesso pode aumentar em duas vezes o risco de autismo nos bebês, segundo novo estudo da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

 

A pesquisa

Pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins analisaram o nível de ácido fólico no sangue de 1.391 mães, logo depois do parto, e de seus filhos durante o período de 1998 a 2013. Os resultados, relevados em 2016, mostraram que as mães de crianças autistas tinham níveis quatro vezes maiores de folato do que o recomendado – uma a cada dez voluntárias tinham o excesso da substância no sangue.

 

Excesso é prejudicial

“O excesso de ácido fólico pode prejudicar os genes que fazem a maturação do encéfalo e causar alguma má formação, podendo desenvolver autismo ou autismo parcial”, explicou Antonio Cabral, doutor em obstetrícia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento, mas tem como causa outros fatores mais amplos. A quantidade excessiva atua em um quadro muito específico do DNA do feto, um fator isolado. “Tem de ter predisposição genética e outros fatores. O excesso de folato pode ter uma consequência diferente em outra pessoa”, disse o médico.

 

Na quantidade correta, há benefícios

Na época, alguns médicos rebateram os resultados do estudo. Afinal, a vitamina ainda é essencial na proteção dos riscos de mal formação do feto. Na verdade, de acordo com um estudo anterior, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA), a ingestão de ácido fólico, que pode ser encontrado naturalmente em frutas e vegetais ou farinhas enriquecidas, poderia até reduzir o risco de autismo. “O que não deve haver é uso em altas doses”, explicou Cabral.

 

Segundo o médico, o ideal é ingerir de 0,4 a 0,8 miligramas por dia antes de engravidar e nos três primeiros meses da gestação, conforme recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Além disso, se tomada em doses reduzidas durante o resto da gestação, a vitamina auxilia na formação do coração e evita o parto prematuro.

 

“A suplementação adequada é protetiva, continua sendo o caso do ácido fólico”, disse Daniele Fallin, uma dos autores do estudo principal. No entanto, mais estudos são necessários para determinar a quantidade ideal da vitamina para cada gestação. O alerta é para que médicos e as mulheres grávidas se atentem à dosagem adequada. “Se a mulher tem alguma atividade ou hábito que possa reduzir o ácido fólico [no organismo], como fumar ou atividade física intensa, pode usar dentro dessa dosagem ou um pouco mais. Tem de conversar com o médico para ver se é excessiva”, concluiu Cabral.

 

Autismo

De acordo com Andreas Stravogiannis, diretor técnico da Associação de Amigos do Autista (AMA), entre as possíveis causas ambientais do autismo podem estar as infecções neonatais, problemas durante o trabalho de parto, exposição a substâncias químicas ou tóxicas durante a gravidez ou os primeiros anos do bebê, parto prematuro e a desnutrição da mãe. “Quando se chega ao diagnóstico de autismo, cabe investigar as possíveis causas, mas, na maioria das vezes, as pacientes não têm evidências suficientes que justifiquem o autismo”, explicou, entretanto.

 

Sobre o estudo, Stravogiannis salienta o fato de os cientistas terem analisado os níveis de folato no sangue das mães somente no pós-parto. “O ácido fólico age no primeiro trimestre, principalmente, no tubo neural. Teria de ver se nesse período inicial [as mães] tinham valores elevados.”

 

veja

(Com Estadão Conteúdo)

Última atualização em Sex, 18 de Agosto de 2017 10:39
 
Qual a causa das veias varicosas e como se livrar delas PDF Imprimir E-mail
Sex, 18 de Agosto de 2017 10:27

veiasSabe aquelas veias escuras, grosseiras e dilatadas que aparecem nas pernas de muita gente? Chamam-se veias varicosas. Elas costumam ser azuladas e aparecem principalmente depois que a pessoa usa calças apertadas. As mulheres são mais propensas a desenvolver o problema do que os homens.

 

Infelizmente, essas veias doem bastante, como se palpitassem, e a pessoa sente um peso nos membros. Como sabemos, as veias são essenciais para levar a oxigenação, através do sangue, para o coração. No entanto, quando estão com problemas, causam distensão e inchaço, por isso são tão visíveis sob a pele.

 

Há duas razões para se desenvolverem as veias varicosas:

 

1. Problemas de circulação:

 

Se o sangue não está fluindo como se espera, o corpo tenta reagir, o que provoca uma série de sintomas, como:

 

- Dor de cabeça

 

- Língua e unhas levemente roxas

- Tensão crônica nos ombros

- Irritabilidade

- Dor

- Coágulos no período menstrual

 

Para tratar o problema causado pela má circulação, você pode apostar num banho com água e uma xícara de vinagre de maçã, à noite, antes de dormir. Além disso, tenha o costume de comer ervas, como: manjericão, cominho, coentro, açafrão, cebolinha e alho.

 

Chás com casca de tangerina, hortelã e erva-doce são maravilhosos também.

 

Agora tudo isso combinado ao exercício físico certo para melhorar a circulação do sangue e os movimentos dos membros.

 

2. Insônia e pouca movimentação do corpo

 

Esta situação prejudica todo o corpo, resultando em sintomas como:

 

- Inchaço

- Cansaço após cada refeição

- Problemas digestivos

- Congestão nasal

 

Neste caso, alimentos embutidos, como presunto e salsicha não estão entre as melhores opções. Prefira comidas frescas e orgânicas, como cenoura, beterraba e verduras cruas em sopa ou cozidas no vapor, para facilitar a absorção.

 

Quinoa, cereja, batata-doce, inhame e abóbora são excelentes também. Além dos alimentos, podemos contar com técnicas de acupuntura para tratar as veias varicosas. Elas permitem que o sangue flua melhor, diminuindo a pressão e a dor.

 

Em pouco tempo, você verá as veias diminuir.

 

Basta fazer uma massagem, em movimentos circulares, por três ou cinco minutos, em cada ponto que apresentaremos. Talvez você sinta dor da primeira vez, mas isso logo passa.

 

Aqui estão os pontos terapêuticos:

 

- Ponto estômago 36:

Localiza-se quatro dedos abaixo da rótula do joelho.

Faça uma pressão moderada com o polegar, até que sinta dor.

Mantenha por três ou cinco minutos.

 

- Ponto baço 6:

Localiza-se quatro dedos de largura acima do osso do tornozelo interno. Aplique uma pressão constante com o polegar até sentir dor e mantenha por três minutos.

 

Faça nas duas pernas.

 

Ponto fígado 3:

Está localizado no pé, entre o dedão e o dedo que fica ao lado. É perfeito para reduzir o estresse e ajudar a circulação do corpo.

 

Ponto fígado 5:

Localiza-se cerca de cinco polegadas acima do ponto mais alto do osso dentro do tornozelo ao longo da linha do osso da tíbia. Para concluir, saiba que todas as condições do corpo são o resultado da quebra de um padrão interno.

 

Felizmente, podemos resolver com a mudança de dieta, exercícios adequados e terapias acupuntura.

 

curapelanatureza

Última atualização em Sex, 18 de Agosto de 2017 10:35
 
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