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Pequenas caminhadas também ajudam a reduzir mortalidade, diz pesquisa PDF Imprimir E-mail
Sex, 20 de Outubro de 2017 12:41

Mesmo pequenas caminhadas estão associadas a menor mortalidade, informa pesquisa publicada no “American Journal of Preventive Medicine” nesta quinta-feira (19). Segundo o estudo, quem não puder fazer o que é exigido por diretrizes de saúde pública, pode colher algum benefício.

 

Atualmente, diretrizes recomendam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana (ou 75 minutos de atividades intensas), mas poucos são os adultos que seguem a recomendação. Por isso, cientistas estão testando se recomendações menores poderiam surtir algum efeito.

 

Segundo o estudo, se o indivíduo conseguir atingir o mínimo recomendado duas vezes no mês (ou seja, conseguir caminhar cerca de duas horas semanais em pelo menos duas semanas no mês), ele atinge uma redução da mortalidade em 20%.

 

Para chegar a esse número, pesquisadores analisaram dados de cerca de 140 mil participantes de um estudo de prevenção do câncer. Após corrigir dados para outros fatores de risco (como obesidade e cigarro), eles encontraram que mesmo uma caminhada de menos de duas horas semanais contribuiu para uma redução na mortalidade geral por todas as causas.

 

Caminhadas foram mais fortemente associadas com uma redução de mortalidade por doenças respiratórias, com um risco de morte aproximadamente 35% menor.

 

Em segundo lugar, estão mortes por doenças cardiovasculares (com um risco 20% menor). Em terceiro, está o risco de câncer, que contou com uma redução de 9%.

 

A pesquisa foi liderada pela pesquisadora Alpa Patel, epidemiologista associada à American Cancer Society, nos Estados Unidos. Alpa realiza pesquisas sobre como o estilo de vida pode impactar a prevenção do câncer.

 

Ela encoraja que médicos recomendem que pacientes façam o que for possível de atividade física.

 

"Em 2030, o mundo vai ter o dobro de adultos com 65 anos ou mais", diz Alva Patel. "Médicos devem encorajar pacientes a caminhar, mesmo que em quantidades menores à recomendada", diz.

 

G1

Última atualização em Sex, 20 de Outubro de 2017 13:09
 
Como eliminar varizes usando uma mágica receita com azeite de oliva! PDF Imprimir E-mail
Sex, 20 de Outubro de 2017 11:37

Varizes são um verdadeiro pesadelo, só quem tem sabe o quanto é ruim. Além de deixar as pernas com uma aparência feia, também causam muitas dores.

 

Para quem não sabe, as mulheres são mais propensas a sofrer desse mal do que os homens. Por isso, elas devem ser mais criteriosas. É importante, por exemplo, evitar carregar muito peso.

 

E ficar muito tempo sentado sem mexer as pernas. O tratamento pode ser feito através de cirurgias a laser. Mas esta é uma alternativa cara e dolorosa. Há boas opções de tratamentos caseiro, naturais, baratos e seguros.

 

Uma dessas é com o azeite extravirgem de oliva. Este ingrediente é capaz de aliviar as dores e diminuir as varizes.

 

O primeiro passo é limpar bem a pele.

 

Feito isso, coloque azeite extravirgem num recipiente e leve ao fogo.

 

Deixe esquentar até que o líquido esteja morno (mais para quente).

 

Depois é só colocar um pouco em suas mãos e massagear a região afetada.

 

A massagem deve ser feita de baixo para cima, em movimentos circulares.

 

As varizes são resultado de uma interrupção no fluxo sanguíneo.

 

Quando fazemos essa massagem com o azeite, conseguimos melhorar o funcionamento da corrente sanguínea.

 

Ou seja, com disciplina e paciência, suas varizes vão, no mínimo, reduzir bastante.

 

Simples, não é verdade?

 

Agora é só colocar em prática.

 

curapelanatureza

Última atualização em Sex, 20 de Outubro de 2017 11:39
 
Cientistas identificam quantas mutações geram cada tipo de câncer PDF Imprimir E-mail
Sex, 20 de Outubro de 2017 11:13

mutaçoesCientistas britânicos decifraram quantas mutações são necessárias para transformar uma célula saudável em cancerosa: entre uma e dez, dependendo do tipo de tumor.

 

As descobertas foram feitas por pesquisadores do Welcome Trust Sanger Institute e publicadas na revista científica Cell.

 

O assunto foi, por décadas, alvo de debates calorosos entre cientistas que trabalham com pesquisas sobre o câncer.

 

Segundo os pesquisadores, as descobertas podem aprimorar o tratamento contra a doença.

 

Quando se compara uma célula saudável com uma cancerosa, é possível encontrar dezenas de milhares de diferenças ─ ou mutações ─ no DNA.

 

Algumas dessas mutações fazem o câncer desenvolver, enquanto outras não têm qualquer impacto em seu desenvolvimento. Então quais delas são importantes?

 

Raiz do problema

 

Os pesquisadores analisaram o DNA de 7.664 tumores, para encontrar as mutações perigosas, que transformam células saudáveis em cancerosas.

 

Eles descobriram que:

 

- Uma única mutação é capaz de gerar câncer de tireoide e de testículo

 

- Quatro mutações provocam câncer de mama e fígado.

 

- Dez mutações geram câncer colorretal

 

"Nós tínhamos, há décadas, conhecimento sobre as bases genéticas do câncer, mas a discussão sobre quantas mutações são responsáveis pela transformação em célula cancerosa era controversa", diz Peter Campbell, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.

 

"O que conseguimos nesta pesquisa foi fornecer os primeiros dados objetivos. Das milhares de mutações no genoma do câncer, só uma pequena porção é responsável por ditar o comportamento da célula, o que a torna cancerosa", explica.

 

Metade das mutações identificadas ocorreu em conjuntos de genes que nunca haviam sido associados ao câncer antes.

 

Tratamentos

O objetivo a longo prazo é promover tratamentos mais precisos contra o câncer.

 

Se souberem quais mutações, dentre milhares, estão fazendo o tumor avançar, os médicos poderão determinar os medicamentos mais eficazes para combater especificamente determinada mutação.

 

Drogas como o herceptin e os inibidores BRAF já são usadas para atacar mutações em tumores.

 

A identificação das mutações capazes de transformar uma célula em cancerosa foi possível graças ao uso da teoria evolucionista de Charles Darwin.

 

Em essência, essas mutações deveriam aparecer com mais frequência nos tumores do que em mutações "neutras" ─ aquelas que não transformam células saudáveis em cancerosas.

 

Segundo os cientistas, isso ocorre porque as forças da seleção natural garantem uma vantagem evolutiva às mutações que ajudam as células a crescerem e se dividirem mais rapidamente.

 

No entanto, Nicholas McGranahan, do Instituto de Pesquisa do Câncer do Reino Unido e do Instituto do Câncer da UCL (Universidade College London), faz ressalvas ao alcance da descoberta.

 

"O câncer é uma doença que se desenvolve e muda o tempo todo. Faz sentido usar essas ideias de evolução das espécies para analisar falhas genéticas que permitem o crescimento do tumor, mas esse estudo foca em uma parte da evolução do câncer", pondera.

 

"Ele só ajuda a resolver parte do quebra-cabeça", completa.

 

Segundo ele, outros componentes do DNA acondicionados nos cromossomos também são peças-chave na identificação das causas de surgimento do câncer e precisam ser analisados para permitir uma resposta clara sobre a evolução da doença.

 

BBCBrasil

Foto: SPL

Última atualização em Sex, 20 de Outubro de 2017 11:37
 
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