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Crianças com menos de 1 ano não devem beber suco PDF Imprimir E-mail
Ter, 23 de Maio de 2017 11:58

Você oferece suco ao seu bebê? Dependendo da idade da criança, talvez não seja o ideal. De acordo com uma nova recomendação da Sociedade Americana de Pediatria (AAP, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, divulgada nesta segunda-feira, a bebida não é indicada para crianças em seu primeiro ano de vida, mesmo se preparada naturalmente.

 

Segundo o relatório, publicado no periódico científico Pediatrics, o suco não é considerado saudável por não ser equivalente ao consumo da fruta integral. Além disso, a bebida pode causar danos à saúde da criança, como o estímulo ao consumo exagerado de açúcar e produtos industrializados.

 

Novas recomendações

As recomendações, atualizadas pela primeira vez desde 2001, sugerem que crianças comecem a beber suco de fruta apenas a partir de um ano de idade, em quantidades restritas a 113 gramas por dia para crianças com idade de um a três anos e até 170 gramas diários entre quatro e seis anos.

 

A preocupação é que, ainda bebês, o suco, que não oferece benefícios nutricionais, substitua alimentos realmente necessários, como leite materno ou fórmula e suas proteínas, gorduras e minerais, como o cálcio.

 

Não existem evidências sobre os efeitos do consumo modesto de suco e a obesidade infantil. Ainda assim, segundo o relatório, a ingestão de sucos não apresentam nenhum papel essencial na saúde e dieta balanceada das crianças. Outra preocupação relacionada a introdução precoce ao suco é que ela pode ser uma porta de entrada para outras bebidas menos saudáveis. “Temos outros estudos que mostraram que aqueles que mais beberam sucos durante a infância, em vez de comerem frutas, têm maior tendência a consumir refrigerantes e bebidas muito açucaradas”, explicou Elsie Taveras, chefe de pediatria do Hospital MassGeneral for Children, em Boston. Os especialistas ainda advertem que beber muito suco na infância pode, até mesmo, prejudicar o crescimento da criança.

 

Fruta vs suco

A fruta in natura possui mais fibras e menos açúcares do que seu suco, portanto há menos probabilidade de prejudicar a saúde dos dentes. Além disso, a quantidade de fibras ajuda a aumentar a sensação de saciedade do alimento. “Precisamos ensinar as crianças a comerem alimentos frescos. Se você assumir que o suco é igual a fruta, então você não irá passar a mensagem certa”, disse Steven Abrams, principal autor do artigo e professor de pediatria na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, ao jornal americano The New York Times.

 

Devido a quantidade de açúcares e calorias, sucos industrializados, mesmo que indicados para crianças, são bastante similares a refrigerantes. Por exemplo, 113 gramas de suco de maçã tem 60 calorias, 13 gramas de açúcar e nenhuma fibra. Enquanto isso, 113 gramas de refrigerante de limão têm 12,6 gramas de açúcar e 46 calorias, quantidades pouco menores do que o suco de maçã.

 

Por outro lado, meio copo de fatias de maçã tem 1,5 gramas de fibras, 30 calorias e 5,5 gramas de açúcar. “Sucos devem ser oferecidos apenas em ocasiões especiais e com recomendações do médico, especialmente quando se trata de crianças com alto risco para problemas dentários”, explicou Man Wai Ng, dentista chefe no Boston Children’s Hospital.

 

Introdução de alimentos

O leite materno ou sua fórmula deveria ser o único alimento presente na alimentação das crianças até aproximadamente seis meses de idade, pois contém todos os nutrientes necessários na primeira fase da vida, como proteína, cálcio, gorduras e ferro. Depois dos seis meses, os pais podem introduzir outros alimentos e as frutas são bem-vindas, desde que sólidas, amassadas ou em forma de purê.

 

veja

Última atualização em Ter, 23 de Maio de 2017 12:02
 
Muito tempo no trânsito aumenta o risco de depressão PDF Imprimir E-mail
Ter, 23 de Maio de 2017 11:50

transitoQuanto tempo você demora para ir ou voltar do trabalho? De acordo com pesquisa da empresa britânica VitalityHealth, especializada em seguro médico privado, pessoas que passam horas no trânsito, seja no volante ou no transporte público, estão mais propensas ao stress e à depressão, além de enfrentar problemas no sono e na produtividade. O estudo foi feito em parceria com a Universidade de Cambridge.

 

A pesquisa

O estudo analisou 34.000 trabalhadores de indústrias do Reino Unido para avaliar como um deslocamento diário superior a 30 minutos poderia afetar a saúde e a produtividade da população.

 

Os resultados mostraram que aqueles que enfrentavam viagens com mais de uma hora de duração tinham pior saúde mental: 33% apresentaram risco de depressão e 12% maior probabilidade de relatar stress relacionado ao trabalho. Além desses riscos, 46% mostraram tendência de dormir menos do que as sete horas de sono recomendadas por noite.

 

Benefícios do horário flexível

Segundo os pesquisadores, esses fatores podem fazer com que esses trabalhadores sejam menos produtivos do que aqueles que possuem horários mais flexíveis. Os participantes que levavam menos de 30 minutos na ida e na volta ao trabalho tinham uma semana extra de produtividade.

 

Essas conclusões sugerem que uma melhor qualidade do sono e estado mental dos trabalhadores refletem no aumento da produtividade e satisfação com o trabalho. No entanto, ao contrário do que se imagina, trabalhar de casa não ajuda a combater os efeitos negativos do trânsito. As pessoas que faziam home office, mas não tinham regimes de trabalho flexível eram, na verdade, os menos produtivos. Eles perderam, em média, 29 dias de trabalho por ano, mais do que os que não podiam trabalhar em casa e dos que tinham horários flexíveis.

 

Estratégias dos empregadores

 

O estudo examinou tanto o impacto do trajeto diário de ida e volta do trabalho como a flexibilidade e as horas trabalhadas em casa.

 

“Os resultados demonstram que a rotina diária tem importância e influência direta na saúde e produtividade dos indivíduos. Permitir estratégias de gerenciamento e flexibilidade aos empregados, para que evitem a hora do rush ou ajustem o trabalho à sua rotina pode ajudar a reduzir o stress e promover estilos de vida mais saudáveis que irão impactar diretamente na produtividade das empresas.”, disse Shaun Subel, diretor estratégico da VitalityHealth, ao Daily Mail.

 

veja

Foto: Mário Angelo/Sigmapress/Folhapress/VEJA

Última atualização em Ter, 23 de Maio de 2017 11:53
 
Aprenda como descartar de casa remédios e seringas de forma correta PDF Imprimir E-mail
Seg, 22 de Maio de 2017 17:25

seringaA cada ano que passa o lixo brasileiro vai ganhando proporções ainda maiores, pois a quantidade de resíduos descartados só aumenta. De acordo com um levantamento feito e divulgado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), a geração de lixo aumentou em 29% no Brasil no período entre 2003 a 2014.

 

Ainda segundo a Abrelpe, apenas 58,4% do lixo produzido pelos brasileiros tem o destino correto, isto é, os aterros sanitários. Mais de 41% são descartados em lixões e aterros controlados. Estes últimos depósitos não são apropriados para receber nenhum tipo de lixo, pois não possuem estruturas que evitem a contaminação do meio ambiente.

 

Entre todos estes descartes há uma preocupação maior que diz respeito aos resíduos químicos como remédios ou materiais comumente utilizados nas áreas hospitalares, como seringas, gazes, algodão etc. “A opção menos indicada para descartar esse produto é o lixo comum. Normalmente esse lixo que é recolhido das casas ele vai para o aterro sanitário de uma forma geral e lógico, você pode por agulha, medicamentos que vão ficar expostos”, explica o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Imbravisa), Rui Dammenhain, em entrevista para o programa Falando Francamente da EBC Rádios.

 

Como descartar corretamente remédios e seringas?

Apesar de agulhas, remédios e outros resíduos serem utilizados em hospitais, eles também podem ser usados em casa. Porém, o descarte destes materiais em casa não são devidamente pensados, pois são colocados no mesmo depósito que outros lixos mais comuns. “Na verdade esses produtos deveriam ser incinerados, ou seja, passar por um processo de forno onde suas características químicas e estruturais seriam atenuadas e destruídas pelo calor e com isso evitando doenças”, endossa Rui.

 

Isto porque, como explica o diretor da Imbravisa, existem pessoas que moram ou trabalham nos aterros e por isso estão em constante contato com o lixo. Sendo assim, estes indivíduos estariam sendo expostos à contaminações, intoxicações e outros problemas de saúde. Além de colocar em risco a integridade de quem recolhe o lixo. “Isso é um problema muito sério e acaba resultando muitas vezes em acidentes, porque o coletor de lixo muitas vezes não está suficientemente preparado para recolher o lixo e se deparar com uma seringa lá dentro.”

 

Métodos para descarte responsável

“O ideal seria ir em uma unidade de saúde, que chama de postinho ou UBS, ou então em uma drogaria ou farmácia. Muitas vezes, as redes de drogaria já tem esse programa de aceitação de sumos, seja agulha ou medicamento usado porque por força da legislação sanitária estes estabelecimentos têm a obrigação de estarem cadastrados no serviço de coleta especial para estes resíduos”, lembra Rui Dammenhain.

 

Contudo, o presidente da Imbravisa lamenta a falta de legislação específica para estes casos, o que acarreta na não eficiência da coleta especial. “Muitos estabelecimentos conscientes desse problema acabam tendo como iniciativa aceitar estes resíduos e aí minimizar o problema. Mas, infelizmente existem alguns estabelecimentos que não aceitam”, finaliza.

 

Cuidados com o lixo

Se nas farmácias próximas de você não há a coleta de materiais como esses e por isso a única alternativa viável é o descarte no lixo comum, é importante deixá-los separados dos demais produtos, garantindo assim a integridade dos coletores. Para isso, coloque os itens hospitalares em um único recipiente e, se possível, deixe um recado para os coletores, alertando os mesmos do perigo de contaminação ou perfuração.

 

remediocaseiro

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Última atualização em Seg, 22 de Maio de 2017 17:35
 
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