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São Paulo apura quatro mortes por febre amarela PDF Imprimir E-mail
Sáb, 21 de Janeiro de 2017 11:39

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo informou ontem que quatro pessoas morreram no Estado com suspeita de febre amarela neste mês. Todas as vítimas haviam viajado para Minas, onde há um surto da doença, o que indica, de acordo com a pasta, que a transmissão tenha ocorrido fora do território paulista. Mesmo assim, a secretaria pediu doses extras da vacina ao Ministério da Saúde para intensificar a imunização no interior do Estado, área de risco.

 

 

Dos quatro óbitos, três aconteceram na capital e o outro em Américo Brasiliense, na região de Araraquara. Uma das vítimas mortas na cidade de São Paulo era moradora de Santana do Parnaíba, na região metropolitana, mas teve o óbito confirmado na capital porque estava internada no Instituto Emílio Ribas, na zona oeste. As outras duas mortes registradas na capital aconteceram no Hospital Municipal do Campo Limpo, na zona sul.

 

 

Embora as quatro vítimas tenham viajado para Minas, não está totalmente descartada a possibilidade de o paciente de Américo Brasiliense ter sido infectado em alguma área rural da própria cidade paulista. O coordenador de controle de doenças, Marcos Boulos, explica que estão investigando o caso.

 

 

— O que nos deixa em dúvida é que esse paciente viajou para Divinópolis, cidade mineira onde não há surto. Então estamos investigando para saber se a infecção aconteceu no Estado de São Paulo ou no de Minas.

 

 

De acordo com Boulos, as quatro vítimas paulistas eram homens e jovens.

 

 

— Tivemos dois óbitos de pessoas de 23 anos e os outros nessa mesma faixa etária.

 

 

Além das quatro mortes, há ainda outros dois casos da doença em investigação no Estado, nos quais os pacientes estão em recuperação.

 

Caso confirmadas, essas serão as primeiras mortes por febre amarela registradas em território paulista neste ano. No ano passado, dois óbitos pela doença foram notificados: um em Ribeirão Preto, em dezembro, e outro em Bady Bassit, região de São José do Rio Preto, em abril. Nesses dois casos a infecção pela doença foi autóctone, ou seja, de transmissão local. Em ambos os registros, porém, a contaminação aconteceu fora da área urbana.

 

 

Vacinação

A Secretaria da Saúde de São Paulo solicitou ao governo federal 235 mil doses extras da vacina para imunizar a população do interior.

 

 

— Na maioria das regiões de risco, cerca de 80% da população já é vacinada, mas há algumas áreas próximas da divisa de Minas, como São João da Boa Vista, que ainda não têm um alto índice de cobertura. Estamos focando nesses locais.

 

 

Ele diz que, apesar das mortes, não há motivo para pânico, uma vez que os casos de contaminação no País seguem ocorrendo em áreas rurais ou de mata, de maneira isolada.

 

 

— Estamos fazendo todo o trabalho de vigilância, mas não temos registro de caso de febre amarela urbana (transmitida pelo Aedes aegypti) há muito tempo, desde 1942. Provavelmente, o Aedes perdeu um pouco de sua competência de transmissão.

 

 

 

Estadão - O conteúdo

Última atualização em Sáb, 21 de Janeiro de 2017 11:41
 
Entenda a polêmica envolvendo a Nutella e o óleo de palma na Europa PDF Imprimir E-mail
Sáb, 21 de Janeiro de 2017 10:43

nutellaA indústria de óleo de palma, sob pressão na Europa depois que autoridades afirmaram que o produto aumenta o risco de câncer, encontrou um aliado de peso no setor alimentício: o fabricante da Nutella.

 

 

A empresa italiana Ferrero assumiu uma posição pública em defesa do ingrediente que outras empresas alimentícias europeias estão boicotando. Ela lançou uma campanha para assegurar o público sobre a segurança da Nutella, produto que representa cerca de um quinto de suas vendas.

 

 

O creme de chocolate e avelã, uma das marcas de alimento mais bem-conhecidas da Itália e um ingrediente popular do café da manhã para crianças, usa o óleo de palma para garantir a textura macia e a durabilidade ao produto. Outros substitutos, como óleo de girassol, mudariam suas características, segundo a Ferrero. “Fazer Nutella sem óleo de palma resultaria em um substituto inferior ao produto real, sria um passo para trás”, disse o gerente de compras da Ferrero Vincenzo Tapella à Reuters. O óleo de palma é conhecido no Brasil como azeite de dendê.

 

 

Nutricionista Tânia Rodrigues comenta sobre as propriedades do óleo de palma

 

 

Abrir mão do óleo de palma também teria implicações econômicas, já que é o óleo vegetal mais barato, com custo de US$ 800 a tonelada. A Ferrero usa cerca de 185 mil toneladas de óleo de palma por ano, portanto substituí-lo por outros tipos de óleo poderia custar à empresa de US$ 8 a 22 milhões a mais por ano.

 

 

Risco ao ser processado em altas temperaturas

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) disse, em maio, que o óleo de palma gera um contaminante potencialmente carcinogênico – conhecido como GE – quando refinado a temperaturas acima de 200ºC. Mas o órgão não recomendou que os consumidores parassem de consumi-lo, acrescentando que mais estudos são necessários para determinar o risco.

 

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO) alertaram sobre o mesmo risco potencial, mas também não recomendaram que os consumidores parassem de consumir óleo de palma.

 

 

Várias indústrias de alimento deixaram de usar óleo de palma em seus produtos depois dos alertas das autoridades.

 

 

Além dos possíveis riscos para a saúde, o uso do óleo de palma pela indústria alimentícia também é questionado por razões ambientais. A palma é uma planta cultivada principalmente na Indonésia e Malásia, países que sofrem com o desflorestamento.

 

 

 

 

Reuters

Última atualização em Sáb, 21 de Janeiro de 2017 11:01
 
Você sabia que o óleo de coco pode ajudar na cura da tireoide? PDF Imprimir E-mail
Sex, 20 de Janeiro de 2017 15:41

oleococoAtualmente, graças ao estilo de vida sedentário e dietas desequilibradas, as pessoas têm desenvolvido muitos problemas de saúde, como:

 

- Aumento de peso

 

- Perda da libido

 

- Zumbido nos ouvidos

 

- Perda de cabelo

 

- Unhas frágeis

 

- Prisão de ventre

 

- Fadiga

 

- Sensibilidade ao frio

 

- Dores de cabeça

 

- Insônia

 

- Pele seca

 

- Mãos e pés frios

 

- Tontura

 

- Voz rouca

 

- Dores nas articulações

 

Isso é muito sério!

 

Quase 65% da população americana está acima do peso e 27% está obesa.

 

No entanto, além da falta de exercícios e o consumo de alimentos prejudiciais à saúde, esses sintomas também são resultado de um problema que atinge as mulheres em especial: o hipotireoidismo.

 

Felizmente, existe um produto natural que pode ajudar a combater essa disfunção na glândula tireóide.

 

Esse ingrediente maravilhoso é uma gordura saturada que aumenta o metabolismo e  resulta na perda de peso.

 

Seu nome: óleo de coco. O óleo de coco é excelente para o hipotireoidismo.

 

No livro "Óleo de Coco, a gordura saudável", do dr. Wilson Rondó, encontramos a seguinte informação:

 

 - Óleo de coco melhora a função da tireóide.

 

Quando as pessoas com hipotireoidismo (produção insuficiente de hormônio tireoidiano) começam a consumir o óleo de coco, elas frequentemente referem aumento de energia pela melhora da função tireoidiana.

 

Muitos indivíduos que sofrem com problemas de tireoide são capazes de eliminar a medicação para tireoide até completamente quando começam a consumir óleo de coco.

 

Obviamente você não deve nunca suspender a medicação sem consultar seu médico. Como usar o óleo de coco para tratar o hipotireoidismo?

 

Comece consumindo uma colher (sopa) por dia.

 

Depois aumente para duas.

 

Você pode também fazer massagens na região da tireoide.

 

Se você estiver com hipotireoidismo, é importante também evitar o consumo de soja.

 

Há outras sugestões que você deve considerar para tratar o problema:

 

- Evite saladas comerciais que são embaladas com gorduras insalubres.

 

Procure fazer a própria salada.

 

-  Coma alimentos ricos em iodo, como alga negra, pó de alga marinha, kombu e peixes de água fria.

 

- Consuma suplementos, como zinco, selênio, vitaminas B, vitamina C e vitamina E

 

- Beba suco de cranberry e rabanete regularmente

 

- Evite se expor a ao mercúrio e ao flúor

 

- Faça exercícios regularmente

 

curapelanatureza

Foto: divulgação

Última atualização em Sex, 20 de Janeiro de 2017 16:34
 
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