Rádio Santa Clara
Gustavo Neiva é titular da Comissão de Saúde da ALEPI PDF Imprimir E-mail
Seg, 02 de Março de 2015 21:47

Os parlamentares estaduais da Câmara Legislativa do Piauí (Alepi) definiram no começo da tarde desta segunda-feira, 2, os integrantes das comissões técnicas da Casa.

 

Em plenário, o deputado Fábio Novo (PT) reclamou de que os acordos já fechados não estavam sendo seguidos, o que provocou uma reunião logo após a sessão.

 


A Comissão de Constituição e Justiça e a de Finanças foram implantadas  ainda hoje (2) e já começaram a analisar o projeto do Governo do Estado que efetua o reajuste dos professores em relação ao piso nacional da Educação.



Já está acertado que as comissões irão aprovar, em reunião conjunta, o projeto de acordo com o que o Governo do Estado encaminhou para a Casa, segundo informou o presidente Themístocles Filho (PMDB). O relator da matéria é o deputado Robert Rios (PDT), presidente da CCJ.


As comissões restantes serão instaladas nesta terça-feira, 3, e começam a se reunir na quarta.



COMPOSIÇÃO: COMISSÕES TÉCNICAS – 2015

 

– COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA

TITULAR

SUPLENTE

DEP. ROBERT RIOS – presidente

DEP. FLÁVIONNOGUEIRA JÚNIOR

DEP. FLORA IZABEL – vice

DEP. FÁBIO NOVO

Dep. Rubem Martins

Dep. Gustavo Neiva

Dep. Dr. Hélio Oliveira

Dep. Evaldo Gomes

Dep. Firmino Paulo

Dep. Mardem Menezes

Dep. Edson Ferreira

Dep. Antonio Félix

DEP. SEVERO EULÁLIO NETO

DEP. ZÉ SANTANA

 

2 – COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E POLÍTICA SOCIAL

TITULAR

SUPLENTE

Dep. Juliana Moraes Sousa – Presidente

DEP. SEVERO EULÁLIO

Dep. Gustavo Neiva

Dep. Wilson Brandão

Dep. Evaldo Gomes

Dep. Fábio Xavier

Dep. Mardem Menezes

Dep. Firmino Paulo

Dep. Georgiano Lima

Dep. Edson Ferreira

DEP. FÁBIO NOVO

DEP. FLORA IZABEL

DEP. FLÁVIO NOGUEIRA JÚNIOR

DEP. ROBERT RIOS

 

 

3 – COMISSÃO DE INFRA-ESTRUTURA E POLÍTICA ECONÔMICA

TITULAR

SUPLENTE

Dep. Rubem Martins – presidente

Dep. Gustavo Neiva

Dep. Fábio Xavier

Dep. Evaldo Gomes

Dep. Firmino Paulo

Dep. Mardem Menezes

Dep. Dr. Pessoa

Dep. Georgiano Lima

DEP. ZÉ SANTANA

DEP. JULIANA MORAES SOUZA

DEP. GESSIVALDO ISAÍAS

DEP. JÚLIO ARCOVERDE

 

 

 

 

4 – COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO

TITULAR

SUPLENTE

dep. liziê coelho – presidente

dep. fernando monteiro

DEP. JOÃO MADISON – vice

DEP. SEVERO EULÁLIO NETO

Dep. Wilson Brandão

Dep. Rubem Martins

Dep. Evaldo Gomes

Dep. Dr. Hélio Oliveira

Dep. Mardem Menezes

Dep. Firmino Paulo

Dep. Antonio Félix

Dep. Dr. Pessoa

DEP. JÚLIO ARCOVERDE

DEP. GESSIVALDO ISAÍAS

 

 

 

 

5 – COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E DA JUVENTUDE

TITULAR

SUPLENTE

Dep. Georgiano neto – Presidente

Dep. Dr. Pessoa

Dep. Gustavo Neiva

Dep. Wilson Brandão

Dep. Fábio Xavier

Dep. Dr. Hélio

Dep. Mardem Menezes

Dep. Firmino Filho

DEP. SEVERO EULÁLIO

DEP. PABLO SANTOS

DEP. GESSIVALDO ISAÍAS

DEP. JÚLIO ARCOVERDE

 

 

 

 

6 – COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, DO MEIO AMBIENTE E ACOMPANHAMENTO DOS FENÔMENOS DA NATUREZA

TITULAR

SUPLENTE

Dep. Pablo Santos – Presidente

DEP. ZÉ SANTANA

Dep. Rubem Martins

Dep. Gustavo Neiva

Dep. Dr. Hélio Oliveira

Dep. Fábio Xavier

Dep. Firmino Paulo

Dep. Mardem Menezes

Dep. Dr. Pessoa

Dep. Antonio Félix

DEP. JÚLIO ARCOVERDE

DEP. GESSIVALDO ISAÍAS

 

 

 

 

7 – COMISSÃO DE SAÚDE, EDUCAÇÃO E CULTURA

TITULAR

SUPLENTE

Dep. Evaldo Gomes – Presidente

Dep. Dr. Hélio Oliveira

Dep. Gustavo Neiva

Dep. Wilson Brandão

Dep. Mardem Menezes

Dep. Firmino Paulo

Dep. Dr. Pessoa

Dep. Georgiano Lima

DEP. PABLO SANTOS

DEP. JULIANA MORAES SOUZA

DEP. FLÁVIO NOGUEIRA JÚNIOR

DEP. ROBERT RIOS

 

 

 

 

8 – COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER

TITULAR

SUPLENTE

DEP. FLORA IZABEL – PRESIDENTE

DEP. LIZIÊ COELHO

Dep. Wilson Brandão

Dep. Rubem Martins

Dep. Dr. Hélio Oliveira

Dep. Fábio Xavier

Dep. Firmino Paulo

Dep. Mardem Menezes

Dep. Dr. Pessoa

Dep. Antonio Félix

DEP. JULIANA MORAES SOUZA

DEP. PABLO SANTOS

DEP. GESSIVALDO ISAÍAS

DEP. JÚLIO ARCOVERDE

 

 

 

9 – COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA

TITULAR

SUPLENTE

Dep. Firmino Paulo – PRESIDENTE

Dep. Mardem Menezes

DEP. FRANCISCO LIMMA

DEP. NERINHO

Dep. Wilson Brandão

Dep. Rubem Martins

Dep. Evaldo Gomes

Dep. Dr. Hélio Oliveira

Dep. Dr. Pessoa

Dep. Antonio Félix

DEP. ZÉ SANTANA

DEP. SEVERO EULÁLIO NETO

DEP. ROBERT RIOS

DEP. FLÁVIO NOGUEIRA JÚNIOR

 

 

 

 

 

 

cidadeverde

Última atualização em Seg, 02 de Março de 2015 21:53
 
Empresa que presta serviços para Prefeitura de FLO está demitindo PDF Imprimir E-mail
Seg, 02 de Março de 2015 21:33

Coleta do lixo em Floriano pode ser regularizada a partir dessa semana.  Há dias que vem surgindo reclamações de populares, pois muito lixo, principalmente o doméstico vem se acumulando devido à deficiência dos serviços.  Uma das explicações dada pelo secretário de Infraestrutura, engenheiro George Everson, é que o contrato com a empresa que fazia o recolhimento está acabando, e com  isso, os profissionais que trabalhavam  na coleta estavam de aviso prévio.

coletali

A empresa responsável pela limpeza, segundo o George, é a Conserv. “Essa empresa está com contrato encerrado desde o dia 28 passado, obviamente, todos os seus funcionários estavam de aviso prévio, então a carga horário reduziu de 08 para 06 horas dia, o que proporcionou um  acúmulo no lixo em alguns bairros,  pois nesses bairros que tinham três coletas semanais, passarem a ter somente duas coletas por semana.  Mas em tempo algum os caminhões coletores deixaram de  passar pelo  menos, duas vezes por semana nos bairros”, explica.



O município está colocando a partir dessa segunda, 1º de março, um carro extra para compensar os dias em que a coleta não estava regular e, até sábado, 7, tudo estará normalizado, disse, afirmando que toda a responsabilidade de coleta será agora da Secretaria de Infraestrutura em razão do fim do contrato com a empresa terceirizada.



Muitos dos homens, mais de 32 no total, devem continuar trabalhando no município, coloca George enaltecendo que uma seleção já foi feita. Ainda segundo ele, já há uma lista de substituição daqueles que serão dispensados.

 

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

Última atualização em Seg, 02 de Março de 2015 21:42
 
Razões pelas quais impeachment de Dilma é improvável PDF Imprimir E-mail
Seg, 02 de Março de 2015 21:04

A série de problemas enfrentados pela presidente Dilma Rousseff neste início de segundo mandato já foi indicada por alguns como sinal de ameaça ao seu governo.


dilmaim
Na semana passada, um blog publicado no site do jornal britânico Financial Times listou 10 motivos para acreditar que Dilma poderia sofrer impeachment, entre eles as investigações de corrupção na Petrobras, a economia em baixa, a crise no abastecimento de água e energia e o menor apoio no Congresso.



No entanto, para cientistas políticos consultados pela BBC Brasil, esse não é um cenário realista e, apesar dos problemas, no momento não há razão para considerar a possibilidade de que Dilma não termine seu mandato.



Abaixo, seis motivos pelos quais os brasilianistas consideram improvável um processo de impeachment no Brasil:


1 – Até o momento, não há base para impeachment

Para os analistas entrevistados pela BBC Brasil, apesar dos graves problemas enfrentados pelo governo, não está claro qual seria a base para um processo de impeachment.

"Há tensões dentro do governo, tensão entre Lula (o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva) e Dilma, entre o PT e (o novo ministro da Fazenda) Joaquim Levy. A polarização no Brasil está ficando muito forte, entre o PT e a oposição, entre o Congresso e a presidente", enumera Peter Hakim, presidente emérito do instituto de análise política Inter-American Dialogue, em Washington.

"Mas a pergunta que eu tenho é como o processo de impeachment seria iniciado, qual seria a base para impeachment", questiona.

Segundo Hakim, até o momento não parece haver nada que possa desencadear um processo de impeachment. Ele ressalta que acusações de "incompetência", por si só, não são motivo para impeachment.

O cientista político Riordan Roett, diretor do programa de estudos da América Latina da Universidade Johns Hopkins, em Washington, lembra que nos Estados Unidos a ameaça de impeachment também costuma ser mencionada com frequência.

"O impeachment nunca está fora de questão. Os conservadores do Tea Party estão sempre falando em impeachment no Congresso americano, mas obviamente isso não vai acontecer", compara.

"(No caso do Brasil) penso que é muito cedo para sequer pensar sobre a possibilidade de um processo sério de impeachment."


2 – Não há evidências de envolvimento de Dilma no escândalo da Petrobras

O escândalo de corrupção na Petrobras, que já provocou o rebaixamento da nota da empresa pela agência de classificação de risco Moody's, é considerado por Hakim o principal problema enfrentado por Dilma no momento.

Mas ele e outros analistas ressaltam que nada indica que a presidente – que esteve à frente do Conselho de Administração da empresa entre 2003 e 2010 – tenha tido algum tipo de envolvimento ou soubesse dos casos de corrupção.

"Até o momento, não há evidência de que Dilma seja culpada de nada além de má administração (no caso da Petrobras)", diz o cientista político Matthew Taylor, pesquisador do Brazil Institute, órgão do Woodrow Wilson Center e professor da American University, em Washington.

Taylor observa que, assim como no escândalo do Mensalão muitos dos membros mais céticos da oposição diziam na época que o então presidente Lula deveria saber do que ocorria, no caso da Petrobras é possível que muitos digam o mesmo de Dilma, que seus laços com a empresa eram tão estreitos que ela deveria saber do esquema de corrupção.

"Mas em uma grande organização como essa, é bem plausível que ela simplesmente não tenha investigado mais profundamente o que poderia estar ocorrendo", afirma.

"Até agora não há qualquer sugestão nos documentos que se conhece de que Dilma seja culpada de qualquer comportamento criminoso", diz Taylor.


3 – A oposição não tem interesse em um processo de impeachment

Segundo os analistas ouvidos pela BBC Brasil, a oposição não teria condições e nem tem interesse em levar adiante um processo de impeachment.

"Não acho que o PSDB teria muito a ganhar. Além disso, precisaria do apoio do PMDB e de outros partidos na coalizão do governo. E, francamente, nenhum desses partidos gostaria de ver Dilma sofrendo um impeachment", afirma Taylor.

"Eles têm muito a ganhar com uma Dilma enfraquecida", observa. "Talvez seja melhor para a oposição simplesmente deixar Dilma mergulhada na crise e deixar que ela tome as difíceis medidas de austeridade e ser responsabilizada por elas."


4 – Apoio no Congresso

Dilma enfrenta dificuldades em sua relação com o Congresso e com a própria base aliada, em um momento em que o PT e o PMDB, apesar de terem as maiores bancadas, perderam cadeiras nas últimas eleições, que também foram marcadas por uma maior fragmentação do Congresso.

"Uma das questões cruciais para Dilma é lutar contra a oposição que há no Congresso ao plano de ajuste fiscal. Mas ela está em uma posição enfraquecida, porque não é popular, o PT tem menos membros no Congresso, há mais partidos pequenos", enumera Roett.

Apesar das dificuldades, os analistas ressaltam que a estrutura de apoio de Dilma é muito mais forte do que a do ex-presidente Fernando Collor de Mello, alvo de impeachment em 1992.

"Collor estava implementando políticas que eram de certa maneira radicais, que iam contra a maioria dos eleitores, e estava fazendo isso em um contexto em que seu partido tinha menos de 3% do Congresso", diz Taylor


5 – Dificuldades em toda a América Latina

A avaliação dos analistas é de que, apesar de graves, os atuais problemas não são exclusividade do Brasil. Muitos países da América Latina também enfrentam um período de escândalos e economia em queda.

"Não é como se o Brasil estivesse sozinho", observa Hakim.

Ele cita os casos de México, Venezuela, Peru, Chile e Argentina, onde os presidentes também atravessam um momento de fraca popularidade.

"Se no Brasil a inflação chega a 7,3% nos últimos 12 meses, na Argentina está em torno de 40%, e na Venezuela perto de 70%", diz Hakim.

"A confiança do investidor está em baixa em toda a América Latina."
Exagero

Para Hakim, há um certo exagero quando se fala na possibilidade de impeachment de Dilma.

"Ninguém falava em impeachment de Fernando Henrique Cardoso por causa da crise do apagão. Ninguém falava em impeachment de Lula por causa do Mensalão", lembra.

O analista reconhece que Dilma está enfrentando problemas em várias frentes, mas afirma que esses problemas não são incomuns em governos com a economia em baixa.

"Lembra quando todos falavam que o Brasil era um foguete em direção à lua, que ninguém segurava o Brasil? Aquilo foi dramaticamente exagerado. Agora, o suposto desastre enfrentado pelo Brasil também está sendo exagerado. Pode estar prestes a enfrentar um pouco de turbulência, mas não se compara à situação da Argentina ou da Venezuela", afirma Hakim.

Taylor diz que o escândalo da Petrobras o deixa "cautelosamente otimista".

"Quando se pensa no Brasil e nas experiências da América Latina, em quantos outros países você prenderia alguns dos mais importantes empresários e consideraria a possibilidade de prender alguns dos mais importantes políticos? E, mesmo eu não achando um cenário realista, a própria contemplação de impeachment de uma maneira válida institucionalmente. Isso tudo aponta para a força da democracia brasileira, não fraqueza.

 

msn

Última atualização em Seg, 02 de Março de 2015 21:08
 
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