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Marcelo Castro diz que Temer vai se livrar de segunda denúncia PDF Imprimir E-mail
Seg, 25 de Setembro de 2017 12:49

O deputado federal, Marcelo Castro (PMDB-PI), acredita que a denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) chegará enfraquecida na Câmara dos Deputados. O piauiense disse ainda que o ex-procurador-geral, Rodrigo Janot, perdeu força moral. A denúncia deve ser lida e votada nesta semana pelos parlamentares em Brasília.

 

"Essa denúncia dele vai chegar mais enfraquecida que a anterior. É lógico que não vi o conteúdo das denúncias, mas o acusador perdeu uma certa autoridade que ele tinha. Ninguém é ingênuo. É estranho uma delação desta, o assessor direto dele larga o emprego [nunca vi ninguém pedir demissão do emprego que é o melhor que tem no Brasil] e no outro dia, ele (Marcelo Miller), o chefe de gabinete e o assessor dele (Rodrigo Janot) envolvido na delação da JBS. Esse é um caso que no mínimo precisa ser analisado", disse Castro.

 

Marcelo Miller atuou na assessoria do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tendo feito parte do grupo de trabalho que atuou na Operação Lava Jato. Logo após sair da força-tarefa, ele ingressou em um escritório de advocacia e teria negociado a delação dos executivos da J&F. Ele era considerado o braço direito do procurador-geral, Rodrigo Janot.

 

O piauiense acredita ainda que "Temer vai se livrar da segunda denúncia". O presidente da República é acusado pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça.

 

Reforma política

Além da denúncia contra Temer, a reforma política também vai dominar as discussões nesta semana em Brasília. O "Distritão", que mudaria o sistema eleitoral no país, foi rejeitado. Contudo ainda há pontos da proposta a serem discutidos.

 

Sobre o assunto, o piauiense- que era a favor do "Distritão"- declarou que o sistema eleitoral do país é o pior do mundo.

 

"O Distritão não foi votado e foi a grande perda do movimento. Já tinha dito que não participaria de reforma política, pois já tinha chegado a conclusão que o Congresso é incompetente para fazer reforma política. Essa jura está renovada em definitivo. Não podíamos ter jogado fora essa oportunidade. O país está pegando fogo, a classe política desacreditada e a gente ainda continua com esse sistema. Tenha paciência", desabafou o parlamentar.

 

Por outro lado, Marcelo Castro elogiou pontos aprovados como o fim coligações para as eleições proporcionais e a adoção da cláusula de desempenho.

 

As sessões do plenário estão marcadas para começar a partir das 11h30 de terça-feira (26).

 

cv

Última atualização em Seg, 25 de Setembro de 2017 12:52
 
Avelino esclarece sobre especulações de aliança com Joel PDF Imprimir E-mail
Seg, 25 de Setembro de 2017 12:44

Com o ex-secretário de Estado Avelino Neiva à frente da Codevasf, surgiram comentários nos bastidores da política florianense de que o mesmo estaria assumindo a função, graças a acordos que teriam sido feitos  e que, inclusive teria a participação do prefeito Joel Rodrigues, de Floriano, por meio de lideranças ligadas ao gestor nas esferas estadual e federal. 

avelino

 

Ainda de acordo com as especulações na política florianense e até nível de Estado eram que o grupo liderado pelos Avelinos – Avelino Neiva e o deputado Gustavo Neiva - estaria se aliando a gestão municipal liderada pelo Joel Rodrigues.

 

 

Numa entrevista, o presidente da Codevasf Avelino Neiva foi indagado sobre a questão e esclareceu fatos importantes e com firmeza.

 

 

Disse Avelino Neiva numa entrevistas enviada, “Todo mundo conhece a posição política nossa. Nós participamos de um grupo político de pessoas que pensam exatamente como pensa o Avelino, como pensa o Almir, como pensa a Ana Cleide. Este é o grupo póliico nosso, do deputado Gustavo Neiva. Eu não posso é ser adversário da minha cidade. Não posso chegar à CODEVASF e travar o desenvolvimento da minha cidade. Pra ficar bem claro! O nosso grupo político, todo ele, somos adversários políticos do prefeito Joel Rodrigues. Agora, nós não somos adversários da nossa cidade. O que a cidade precisar e ser for por intermédio da Prefeitura e precisar do nosso apoio para que o município receba esse benefício, nós estamos lutando é pelo bem da nossa cidade e do nosso Estado”.

 

 

 

O presidente da CODEVSF citou mais, disse que quando for na época da política todos vão saber qual o palanque do grupo de oposição e qual o palanque do grupo do prefeito Joel e continuou, “temos por obrigação respeitar os nossos adversários políticos e esperamos que eles nos respeitem da mesmo maneira que o respeitamos”.

 

 

Avelino afirma ainda que tem certeza que na cabeça dos sensatos, esses jamais irão ver a Avelino Neiva, deputado Gustavo Neiva, Ana Cleide, Almir Reis, os vereadores da base e outros membros da oposição junto com o Joel, batendo palmas para Joel e concluiu, “não tem a mínima possibilidade disso. Agora, nós não iremos travar o desenvolvimento da cidade. Essa obra do esgotamendo sanitário e uma obra mais importante de uma gestão pública. É uma obra que vai incrementar o desenvolvimento da nossa cidade. Toda e qualquer grande empresa que chegar na cidade a primeira coisa que perguntar  é... Tem esgotamento sanitário?”

 

 

O audio com a entrevista ao piauinoticas chegou por meio de um rede social, após a mesma ter sido feita num emissora de radio local (Princesa FM). 

 

 

OUTRO LADO

Joel, de acordo com a assessoria de Comunicaçao, hoje de manhã falou do assunto na mesma língua. Citou o secretário, "Não existe junção política entre os dois, o que se tem são dois gestores que colocam os interesses de Floriano acima de qualquer interesse político, e cremos que dar duas partes, em tudo o que for necessário para o bem de Floriano, a questão de serem adversários políticos não interferirá".

 

 

Da redação

Última atualização em Seg, 25 de Setembro de 2017 13:17
 
Desaprovação de Lula cai e de Moro sobe, diz instituto PDF Imprimir E-mail
Dom, 24 de Setembro de 2017 12:53

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve seu índice de desaprovação reduzido e sua taxa de aprovação ampliada em setembro na comparação com o mês anterior, segundo o mais recente Barômetro Político, pesquisa mensal de credibilidade realizada pelo instituto Ipsos. O porcentual da população que não concorda com a atuação de Lula caiu de 66% para 59%, enquanto a parcela da sociedade que o aprova subiu de 32% para 40%, a maior em dois anos de levantamento – apenas 1% não soube opinar.

 

Ao mesmo tempo, o juiz federal Sérgio Moro, que condenou Lula e é símbolo da Lava Jato, alcançou uma taxa de desaprovação de 45%, recorde desde setembro de 2015. As impressões da população sobre Lula, Moro e demais personalidades foram colhidas entre os dias 1.º e 14 deste mês, ou seja, antes e depois do depoimento de Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda de Lula e da Casa Civil de Dilma Rousseff.


No dia 6, o petista afirmou a Moro que o ex-presidente tinha um “pacto de sangue” com a Odebrecht por propinas e que a empresa colocou à disposição do PT, no fim de seu mandato, um total de R$ 300 milhões. Entre agosto e setembro, Lula foi o presidenciável com a maior taxa de aprovação, perdendo apenas para Moro e o apresentador de TV Luciano Huck – os dois negam interesse em disputar o cargo.

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato à sucessão de Michel Temer, soma dois revés no Barômetro Político deste mês: o total de entrevistados que o rejeita subiu de 56% para 63% (a pior taxa em dois anos) e a parcela que aprova sua atuação caiu de 21% para 19%, ainda que dentro da margem de erro de três pontos porcentuais para mais ou para menos.

 

 moro

Para Danilo Cersosimo, um dos responsáveis pela pesquisa Ipsos, o levantamento atual não colocou Bolsonaro consolidado em segundo lugar na preferência do eleitorado, mas mostrou que Lula alcançou talvez seu maior patamar. “Dificilmente ele passará disso. A rejeição a seu nome é ainda muito grande, difícil de reverter”, avalia.

 

Na mesma linha, o cientista político Carlos Melo, professor do Insper, afirmou que os grupos que aprovam e desaprovam o ex-presidente têm similaridades entre si. “Eles não mudam suas opiniões, a posição desses grupos não está conectada com os fatos. Não há como reverter isso. Lula tem um piso do qual ele não passa. Assim como, podemos dizer que ele tem um teto que não passará também. Nesse sentido, Lula é um candidato forte de primeiro turno, tem capacidade para fazer uma grande bancada na Câmara. Agora, isso também indica que ele deve enfrentar sérias dificuldades para vencer uma eleição de segundo turno”, analisa Melo.

 

Segundo o também cientista político Cláudio Couto, da FGV-SP, o embate entre Lula e Moro parece estar criando uma vitimização do ex-presidente. “Além disso, a aprovação de Lula surfa na desaprovação do governo Temer”, afirmou Couto. A desaprovação a Temer alcançou 94%.

 

 

Tucanos. Entre os tucanos, o prefeito da capital paulista, João Doria, ainda é o que tem os melhores índices, apesar de sua credibilidade com a população estar caindo. “É a prova de como a imagem se desgasta rapidamente diante de altas demandas por serviços públicos de qualidade aliada a uma expectativa não correspondida da população”, afirma Cersosimo.

 

 

No último mês, quando intensificou sua agenda de viagens pelo Brasil com foco na corrida presidencial, Doria viu sua taxa de reprovação passar de 52% para 58% (um ponto abaixo de Lula) e sua aprovação cair de 19% para 16% – menos da metade de Lula e só três pontos acima do índice positivo do governador Geraldo Alckmin, com quem disputa a indicação do PSDB para a eleição de 2018. Os números do governador paulista oscilaram para baixo no mês passado, dentro da margem de erro. Seu índice de desaprovação passou de 73% para 75% e de aprovação, de 14% para 13%.

 

 

A pesquisa também mostrou a percepção dos entrevistados em relação ao ministro da Fazenda e presidenciável, Henrique Meirelles (PSD). O principal responsável pela agenda de reformas do governo Temer tem desaprovação alta, de 66%, e taxa de aprovação baixíssima, de 3% – índice que pode ser explicado pelo desconhecimento de seu nome.

 

 

Apontado como um possível “plano B” do PT, caso Lula seja impedido pela Justiça de concorrer, o ex-prefeito Fernando Haddad alcançou seus piores índices em dois anos. “A pesquisa mostra uma rejeição alta (57%) e comprova que essa desaprovação cai na medida em que seu nome fica mais conhecido. Isso quer dizer que Lula não repassa seu capital político para Haddad”, explica Cersosimo.

 

 

msn

Última atualização em Dom, 24 de Setembro de 2017 12:56
 
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