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Pedro Cardoso da Costa: Racismo se combate com ações PDF Imprimir E-mail
Dom, 22 de Janeiro de 2017 12:40

Existem coisas que precisam ser combatidas independentemente se atingirá ou não o resultado desejado ou considerado ideal. De forma recorrente, cito como exemplos a morte e a corrupção.

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Mesmo tendo a morte como único resultado certo, ninguém deixa de lutar contra ela. Com a corrupção se tem a diferença que ela só é combatida quando se torna pública. Enquanto não chega à mídia, ela é abafada, o dinheiro fica com quem comeu, um monte de bravatas servem de desculpas, e o povo paga a conta.


Com maior intensidade o racismo deve ser combatido, seja ele de que ordem for, seja de cor, raça, crença. E esse talvez seja o mais difícil de combater, pois ele se manifesta de um jeito sutil; quase imperceptível. O resultado, no entanto, é escancaradamente inverso. Todos veem e sentem, menos os racistas.


Não precisaria de nenhuma estatística para comprovar que a população brasileira tem um percentual alto de negros, o número de mulheres é maior do que homens e é crescente os homossexuais assumidos.


Pouca gente se atenta para a quantidade de negros numa festa de formatura. Quando tem, é um, alguns, de cursos mais simples. É raro um nos concursos para juiz, promotor de justiça e diplomata.


Nas novelas da rede Globo, se teve algum personagem negro protagonista, ninguém lembra, ou se teve foi num papel caricato. O mesmo acontece com apresentadores de programas de televisão, apresentadores de jornal. Na televisão existem apenas alguns repórteres.


O Supremo Tribunal Federal já existe há mais de cem anos. E talvez Joaquim Barbosa tenha sido o único negro lá. De onze ministros, duas mulheres foram o máximo presente numa composição do tribunal. E essa proporcionalidade se mantém até os níveis mais baixos. E nesse ramo de atividade, se existe homossexual fica trancafiado no armário, porque é uma escolha. Ou é gay assumido e não é ministro ou é um falso hétero ministro.


Não há atividade destacada em que mulheres e negros estejam presentes na proporcionalidade existente na sociedade brasileira e talvez mundial, sem considerar países e culturas em que as mulheres ainda são consideradas seres inferiores.


Continua como exceção, políticos, escritores, diretores de qualquer coisa, pilotos de Fórmula 1 e de avião.
Nas listas dos mais ricos do mundo é necessário separar mulheres de homens. E talvez não se conseguisse alcançar a posição da mulher, e também do negro mais rico do mundo numa relação em que fossem incluídos os brancos.


Daí surgem às explicações mais simplórias possíveis. Ah, eles que corram atrás. Esses argumentos passam a impressão de que mulheres, negros e homossexuais têm a genética diferente, propensa à inferioridade. Contrapor-se a justificativas dessa natureza se torna infrutífera devido à máxima de que, para gente que pensa assim, nenhuma explicação é possível.


Combater o racismo ou qualquer forma de preconceito depende muito mais de ações concretas do que manifestações verbais, placas de aviso, leis e outras iniciativas similares. Está na hora de a rede Globo colocar um protagonista negro na novela das nove, bem como colocar dois negros, duas mulheres como apresentadores num dos seus jornais de destaque.


Todas as demais instituições e segmentos sociais devem seguir o exemplo para evitar a necessidade de quotas raciais para proteger pessoas em razão de cor, sexo ou sua orientação sexual.

 


Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito

Última atualização em Dom, 22 de Janeiro de 2017 12:42
 
Médico é encontrado morto num dos cômodos da casa em que morava PDF Imprimir E-mail
Dom, 22 de Janeiro de 2017 12:26

Nessa última noite de sábado, 21, os familiares encontraram o corpo do médico Tiago Policarpo dentro de sua residência que fica à Rua Raimundo Castro, Centro de Floriano.

 tiaho

 

Tiago Policarpo estava num dos quartos da casa e a causa morte ainda é desconhecida. Familiares não encontraram vestígios de violência no local

 

 

Tiago que trabalhava no SAMU de Floriano e no Hospital de Guadalupe-PI era filho do urologista florianense Dílson Barbosa.

 

 

 

Da redação

IMAGEM: face

Última atualização em Dom, 22 de Janeiro de 2017 12:48
 
De aniversário a Musa da Banda Peleja a carnavalesca Betinha PDF Imprimir E-mail
Sáb, 21 de Janeiro de 2017 14:18

Um grupo de amigos da Banda Peleja se reuniu nessa sexta-feira, 20, para celebrar o aniversário da Musa da Banda.

betinha

Tony, esposa e filhos estavam acompanhados de outros integrantes da Peleja e se dirigiram a casa da Betinha, bairro Irapuá I, onde cortaram um bolo e após isso, fizeram uma verdadeira batucada por toda e noite e começo da madrugada.

 


Duas situações diferenciam a Musa da Peleja dos demais integrantes. Uma delas, é que a Betinha costuma sambar com um copo cheio de bebida na cabeça e a outra, é cantar em todas as situações a música “Não vendo mais a casa” do cantor Adelino Nascimento.  Parabéns Betinha!!

 

 

Da redação

 

 

 

 

Última atualização em Dom, 22 de Janeiro de 2017 12:30
 
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