Rádio Santa Clara
Na hora do voto o eleitor não deve portar celular ou tablet PDF Imprimir E-mail
Ter, 30 de Setembro de 2014 18:00

Em tempos de selfie e redes sociais, o eleitor tem de ficar atento às regras da Justiça Eleitoral para o uso de celulares, smartphones e tablets no dia do pleito. De acordo com a assessoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto estiver votando, o eleitor deve deixar o aparelho em um móvel, próximo aos colaboradores responsáveis pela seção eleitoral.

 

“Os mesários e o presidente de mesa estão orientados a determinar que o eleitor deixe os equipamentos eletrônicos que portar com o mesário”, informou a assessoria do TSE à Agência Brasil.

 

A legislação eleitoral proíbe o eleitor de “portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação, ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto”.

 

Ainda segundo a Justiça Eleitoral, o sigilo do voto também abrange ambientes virtuais e redes sociais, ou seja, é proibido publicar imagens ou fotos do voto e quem fizer isso pode sofrer sanções. Segundo o TSE, não haverá revista de eleitores, mas as pessoas que desrespeitarem a legislação estão sujeitas a até dois anos de detenção.

 

Para o pesquisador de ciência e tecnologia do departamento de sociologia da Universidade de Brasília (UnB) Marcello Barra, apesar do intenso ativismo de eleitores nas redes sociais, quem busca burlar a legislação presta um desserviço à nação. “A conquista do voto secreto é uma garantia da democracia. Qualquer meio que burle esse direito é um atentado à democracia”, resumiu.

 

Segundo ele, o caráter sigiloso impede que as pessoas fiquem vulneráveis ao assédio para mudança de voto. “A pessoa acha que está ajudando a militância, que está motivando outros a votar, mas, na verdade, ela está prejudicando o voto. O sigilo é uma garantia aos mais fracos”, completou.

 

Barra lembra que a popularização dos smartphones trouxe um incremento no número de pessoas que passaram a interagir na discussão política. Segundo o especialista, o uso da internet tem modificado a forma como as pessoas entendem e participam da vida política do país. “Eu venho acompanhando esse processo há muitos anos. Esses instrumentos estão se tornando cada vez mais importantes para a democracia. Cada um coloca a sua opinião de maneira direta, é cada vez mais democrático”, ponderou.

 

Segundo o TSE, caso os mesários flagrem algum eleitor fotografando o voto, a orientação é que o episódio seja registrado em ata, identificando o eleitor. Caberá ao juiz eleitoral comunicar o fato ao Ministério Público Eleitoral para instauração de inquérito.

 

 

 Agência Brasil

Última atualização em Ter, 30 de Setembro de 2014 18:19
 
Secretário afirma que suspeitos de atirar em delegado já estão identificados PDF Imprimir E-mail
Ter, 30 de Setembro de 2014 16:23

luiscarlosO secretário de Segurança Pública Luis Carlos Alves afirmou que os atiradores que alvejaram o delegado Ademar Canabrava já foram identificados. Segundo o mesmo, "os dois bandidos já possuem passagem pela polícia".

 

Em entrevista ao vivo na TV Antena 10, o secretário disse ainda que, "não acredita em atentado contra Canabrava". Ele explicou que, "a pistolagem tem uma forma diferente de abordar a vítima".

 

Logo após a tentativa de homicídio do delegado Ademar Canabrava a Polícia Civil disponibilizou cinco equipes para localizar e capturar os dois bandidos. Eles foram flagrados por uma câmera de vídeo.

 

"A sociedade pode ficar tranquila e certa de que os dois assaltantes serão presos nas próximas horas. A menos que eles desapareçam da face da terra iremos prendê-los", declarou o secretário.

 

 

Ainda na manhã desta terça-feira Ademar Canabrava deixou o HUT. O delegado foi transferido para um hospital particular. O quadro clínico dele está estável e não corre mais risco de morte.

 

Delegado é alvejado com um tiro após tentativa de assalto

 

portalaz

Última atualização em Ter, 30 de Setembro de 2014 16:52
 
Claro, TIM e Vivo arrematam os três lotes nacionais do leilão do 4G PDF Imprimir E-mail
Ter, 30 de Setembro de 2014 11:31

As operadoras Claro, TIM e Telefónica/Vivo arremataram nesta terça-feira, 30, os três lotes nacionais oferecidos no leilão do 4G, promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Esses lotes são chamados de nacionais porque permite à vencedora oferecer o serviço de banda larga de quarta geração em todo o país.

 

Na abertura dos envelopes para o primeiro lote, a Claro apresentou a maior oferta (R$ 1,947 bilhão), ágio de 1% em relação ao mínimo exigido pelo governo (R$ 1,927 bilhão). Ela foi seguida pela TIM (R$ 1,928 bilhão) e Vivo (R$ 1,927, valor mínimo). A Algar não apresentou proposta para esse lote.

 

TIM e Vivo foram classificadas e chamadas para apresentar proposta substitutiva na fase de disputa, mas abdicaram do direito. Assim, a Claro levou o primeiro lote sem disputa.

 

O edital prevê, após abertura dos envelopes, classificação das propostas, da maior para a menor. As empresas que tenham oferecido valor equivalente a pelo menos 70% da primeira colocada, têm direito a participar da fase de disputa pelo lote, em que elas podem elevar suas ofertas.

 

Se nenhuma oferta alcançar a margem de 70% da primeira colocada após a abertura dos envelopes, apenas a segunda maior será chamada para a disputa, independente da diferença de valores.

 

TIM leva lote 2

A TIM foi a vencedora do segundo lote, também nacional, ofertado pela Anatel. A empresa ofereceu R$ 1,947 bilhão, ágio de 1% em relação ao mínimo exigido no edital (R$ 1,927 bilhão), mesmo valor oferecido pela Claro no primeiro lote.

 

A Algar novamente não apresentou proposta para o segundo lote. Já a Claro não pode disputá-lo porque arrematou o primeiro.

 

A Vivo apresentou proposta de R$ 1,927 bilhão, mínimo exigido no edital pelo lote 2. A empresa foi chamada a participar da fase de disputa, mas recusou. A TIM, portanto, arrematou o segundo lote sem disputa.

 

Vivo fica com lote 3

Como previsto, a Vivo ficou com o terceiro lote que dá direito à oferta nacional do serviço de 4G. A empresa ofereceu proposta de R$ 1,927 bilhão, mínimo exigido no edital.

 

A Algar novamente não apresentou proposta. Já a Claro e a TIM não puderam disputá-lo por terem arrematado, respectivamente, o primeiro e o segundo lotes do leilão.

 

Governo quer arrecadar R$ 7,7 bilhões

Além dos três lotes nacionais, também serão oferecidos mais três lotes regionais. Portanto, estão à venda 6 lotes ou “pedaços” da faixa de frequência de 700 MHz (megahertz). Se algum lote não for vendido na primeira fase, haverá uma segunda em que ele volta a ser oferecido, fracionado.

 

O governo fixou em edital o mínimo que aceita receber por cada um dos lotes. A soma dos preços mínimos dos seis lotes é R$ 7,7 bilhões. O governo Dilma Rousseff conta com esse dinheiro para reforçar o caixa num momento de queda de arrecadação de impostos e risco de não cumprir a economia a que se comprometeu para pagar dívidas, o chamado superávit primário.

 

Quatro empresas – Claro, Algar (CTBC), Telefónica/Vivo e TIM – participam. Elas foram as únicas que entregaram propostas para os lotes, em 23 de setembro. No mesmo dia, a operadora Oi surpreendeu o setor ao informar, por meio de fato relevante, que havia desistido do leilão. A Nextel também optou por ficar de fora da disputa.

 

 

G1

Última atualização em Ter, 30 de Setembro de 2014 11:42
 
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