O deputado estadual Fábio Novo (PT), foi vaiado por um grupo de servidores da Educação durante a sessão desta terça-feira (19), na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). 

O parlamentar argumentava sobre o reajuste salarial da categoria, quando foi interrompido diversas vezes por vaias e gritos da plateia. O reajuste foi concedido pelo governo e o governador Wellington Dias (PT) vetou, mas o veto foi derrubado, inclusive com o apoio da bancada governista.

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"Nós aprovamos a legislação aqui e o governador vetou. Se eles conseguissem me ouvir, entenderiam todo o processo. Porque inclusive, eu fui o relator da matéria pela derrubada do veto, em favor dos servidores. Não tenho medo de fazer nenhuma discussão de matéria. É preciso ouvir para que se possa compreender. Se ficar gritando aqui vocês não vão entender o que eu vou dizer, que beneficia a própria categoria", disse Fábio Novo. 

Em um momento, o deputado Georgino Neto, que comandava a sessão, interrompeu a sessão e para que os servidores ouvissem Fábio Novo. "Queria pedir a plateia que ouvisse o deputado Fábio Novo", falou.

Em seguida, o petista sugeriu aos professores que ingressem com ação na Justiça. "O meu entendimento é jurídico e muito simples. Ora, a Assembleia derrubou o veto, mas não houve a promulgação. Cabe nesse momento, na minha avaliação, o sindicato dos servidores da educação devem entrar com um mandado de segurança na Justiça solicitando uma liminar obrigando a Assembleia a promulgar a derrubada do veto". 

Os servidores da Educação do estado deflagaram greve por tempo indeterminado na semana passada. A categoria alega que o governo não cumpriu a lei federal do piso salarial dos professores.

 

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Os deputados estaduais discutiram o reajuste dos professores usando o tempo de dois minutos, com a galeria repleta de educadores aplaudindo a oposição. O primeiro a falar foi Robert Rios (DEM), que acusou a base do governo de derrotar requerimento que propunha a realização de audiência pública para discutir o atraso nos repasses dos descontos dos servidores para o Plamta. Ele sugeriu que os professores ingressem na Justiça para fazer valer o reajuste que o governo concedeu e ele mesmo vetou, mas o veto foi derrubado, inclusive com o apoio da bancada governista.

O deputado Luciano Nunes (PSDB) defendeu que a Assembleia derrube novo projeto que o governo possa enviar para aprovação a toque de caixa. O deputado Rubem Martins (PSB) se solidarizou com os professores e lamentou que eles tivessem sido obrigados as entrar em greve. Gustavo Neiva (PSB) disse que a culpa da paralisação é do governo, que não cumpriu a lei federal do piso salarial dos professores. Ele citou um caso em que a Justiça teve que entrar a favor do transporte escolar, no município de Palmeira do Piauí.

Dr. Pessoa (SD) se solidarizou com os professores, dizendo lamentar que o atual governo descumpra a lei sobre o salário dos professores. Ele citou o exemplo da Coreia do Sul, que depois de arrasada soube cuidar da educação. O deputado Fábio Novo (PT) explicou a questão do projeto de aumento que o próprio governador vetou, justificando seu voto para derrubar o veto. Ele sugeriu aos professores que ingressem com ação na Justiça. O deputado Robert Rios falou pela segunda vez, dizendo que o veto ao reajuste do governo deve ser mantido, para que o governador se torne inelegível por ter mandado um projeto de aumento fora da lei.

Marden Menezes (PSDB) lamentou que a bancada do governo tivesse derrotado o pedido de audiência pública para debater o não repasse dos descontos para o Plamta aos hospitais. Para ele, o governador precisa entender que ele é o responsável pelo desmonte do Estado. Ele considera um absurdo que o governo, enquanto não dá reajuste aos professores, esteja encaminhando uma PEC para ampliar o limite de reajuste para os servidores que ganham mais.

 

Alepi

Na manhã desta segunda-feira (18), o prefeito Joel Rodrigues e o vice-prefeito Antônio Reis se reuniram com os secretários municipais, para analisar a programação em comemoração ao aniversário de Floriano, que completará 121 anos de emancipação política, no próximo dia oito de julho. Diversos eventos devem fazer parte desta celebração, que envolve celebrações religiosas, solenidades, inaugurações de várias Unidades Básicas de Saúde – UBS em reforma, shows, dentre outros.

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Outra ação importante é a “Prefeitura Itinerante” onde as secretarias municipais disponibilizarão diversos serviços na praça Dr. Sebastião Martins, como a sala do Micro Empreendedor Individual – MEI, com atendimento para este profissional que deseja tirar dúvidas e fazer serviços básicos, aferição de pressão arterial e glicemia, além de estande da ouvidoria para escutar a população florianense.

A reunião com as secretarias é essencial para traçar o planejamento de execução das atividades, que contemplam a zona rural e urbana, ressalta o prefeito Joel. Diversas ações na área da saúde, esporte e lazer, também fazem parte da programação que deve iniciar já no dia primeiro de junho. A ação conjunta das secretarias garante o melhor desenvolvimento das atividades propostas e promove a integração das pastas na execução de atividades relevantes ao município.

 

 

SECOM

A previsão de votação da Lei do Plano de Cargos e Salários do servidor público municipal de Floriano, na Câmara Municipal era pra esta segunda-feira (18).

Mas depois que três categorias questionaram alguns pontos, os vereadores de situação solicitaram, na semana passada, que o Plano fosse retirado da Câmara pelo poder Executivo, para ser rediscutido, mesmo depois de aprovado nas comissões internas do Legislativo.

joelreuni

Nesta segunda-feira pela manhã, Joel Rodrigues, na companhia dos secretários, de Governo, James Rodrigues e de Comunicação Nilson Ferreira, recebeu, em seu gabinete, os vereadores Dessim Almeida, Salomão Holanda, Celso Soares, Maria Daguia, Miguel Barros, David Oka e o presidente da Câmara, Maurício Bezerra, para dar uma resposta sobre a solicitação.

O prefeito decidiu pela retirada do projeto, que voltará a ser discutido entre os vereadores e as três categorias, que são minoria, já que a maior parcela dos servidores concorda com a redação atual do Plano de Cargos e Salários.

“Temos repetido constantemente que somos um governo de diálogo e mesmo já tendo trabalhado bastante o Plano com o servidor, estamos abertos para o diálogo, com os vereadores e com as categorias que se sentiram prejudicadas”, disse Joel.

 

ascom

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