A manhã desta segunda-feira (15), foi marcada por visitas às obras importantes de calçamento, que beneficiam vários bairros de Floriano. O prefeito Joel Rodrigues percorreu as ruas do bairro Santa Rita, que estão recebendo a pavimentação poliédrica, ao lado do vice-prefeito Antônio Reis; do secretário de Infraestrutura, Marcony Allison; de Desenvolvimento Rural, Assis Carvalho; de Comunicação, Nilson Ferreira; de Desenvolvimento e Assistência Social, Rafaela Barros; do ouvidor Joilson Rodrigues, diretores e demais assessores. 

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 Aproximadamente 44 mil metros de calçamento estão sendo executados em vários bairros, progressivamente, na integração com o governo do Estado. Segundo o Prefeito Joel Rodrigues, obras como essa são importantes, uma vez que contribuem para a melhoria da mobilidade urbana, facilitando a vida da população.

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“Estamos, com essas obras, tirando as pessoas da lama e da poeira, resolvendo o problema das dificuldades de acesso, nestas regiões, e ainda gerando emprego”, disse Joel.

 

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O presidente do Progressistas no Piauí, o deputado estadual Júlio Arcoverde confirmou que a bancada estadual irá trabalhar neste segundo turno pela eleição de Fernando Haddad (PT).

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Arcoverde, apesar do diretório nacional ter liberado seus filiados, indicando posição de neutralidade,  afirma que há um entendimento entre os deputados estaduais de manter a coerência em relação ao primeiro turno, fazendo campanha para “Andrade”, como chama o petista na entrevista gravada ao blog.

 O diretório, segundo ele, não conversou com a bancada federal do Progressistas, tendo a deputada federal eleita Margarete Coelho sinalizado que irá adotar a postura de neutralidade indicada pela presidência, ou seja, por Ciro Nogueira.

 

 

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Sem conseguir até o momento consolidar uma “frente” de apoios contra Jair Bolsonaro (PSL), líderes do PT passaram a defender que o programa de governo da campanha de Fernando Haddad seja deixado de lado em troca de uma pauta mínima capaz de aglutinar adesões no segundo turno.

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Na semana passada, durante reunião da coordenação política da campanha, em São Paulo, o vice-presidente do PCdoB, Walter Sorrentino, sugeriu a adoção de ma pauta mínima. Naquele momento a ideia foi rechaçada por petistas, mas agora líderes do partido já admitem, em conversas reservadas, que “não adianta perder a eleição com o programa de governo na mão”.

A ideia, que ainda não passou pelas instâncias partidárias, é a formulação de uma lista de no máximo dez compromissos como defesa da democracia, responsabilidade fiscal e geração de empregos.

Aos poucos o programa, considerado radical por setores do mercado, vem sendo adaptado à realidade política com a supressão de pontos polêmicos como a realização de um nova Constituinte. Segundo o senador eleito pela Bahia Jaques Wagner (PT), Haddad deve incorporar a proposta de endurecimento de penas para criminosos condenados por homicídio, estupro e latrocínio. O programa do PT defende uma política de desencarceramento.

‘Gestos’. Haddad disse ontem que está fazendo tudo o que pode para tentar aumentar a abrangência de sua candidatura. “Não faço outra coisa senão falar com as pessoas às quais você se refere”, disse o candidato ao ser indagado sobre conversas com lideranças que estão além do arco de influência do PT. “Estou disposto a qualquer tipo de... Eu faço gestos todo dia.”

O candidato petista passou a falar em erros cometidos pelo partido nos últimos 15 anos em nome de uma frente contra Bolsonaro. “A gente pode frear isso e reconstruir em novas bases reconhecendo erros. Em toda entrevista que eu dou digo que houve erros, mas não vamos jogar a água do banho com a criança junto”, disse.

As marcas do PT como a cor vermelha e a estrela já foram minimizadas no material de campanha. Nesta segunda-feira, 15, Haddad deu entrevista coletiva com uma bandeira do Brasil ao fundo.

Lula. Foi a primeira segunda-feira em meses em que o candidato não foi a Curitiba visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Lava Jato –, que também saiu do primeiro plano da campanha.

Segundo Wagner, Lula afirmou a Haddad que, além de suspender as visitas, o candidato também deveria parar de dizer em entrevistas que o ex-presidente é inocente das denúncias de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, pelas quais foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão.

Com dificuldade para encontrar um flanco vulnerável em Bolsonaro, o medo ganhou relevância na campanha do presidenciável. “Se as pessoas tiverem mais medo dele do que raiva do PT, podem votar no Haddad”, disse Wagner.

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O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de seis postagens no Facebook e no YouTube em que o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, faz críticas ao livro “Aparelho Sexual e Cia.” e afirma que a obra integraria material a ser distribuído a escolas públicas na época em que Fernando Haddad (PT) comandava o Ministério da Educação.

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No vídeo, Bolsonaro afirma que o livro é “uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem pelo sexo”. “No meu entender, isso é uma porta aberta para a pedofilia”, diz o candidato do PSL, que ainda afirma que “esse é o livro do PT”.

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) já afirmou em diversas oportunidades que não produziu nem adquiriu ou distribuiu “Aparelho Sexual e Cia.”, esclarecendo que o livro é uma publicação da editora Companhia das Letras publicada em 10 idiomas.

“É igualmente notório o fato de que o projeto ‘Escola sem Homofobia’ não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado. Assim, a difusão da informação equivocada de que o livro em questão teria sido distribuído pelo MEC gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor”, concluiu Horbach.

Os advogados do PT afirmam que, em entrevista ao Jornal Nacional da TV Globo, no dia 28 de agosto, Bolsonaro mentiu e difundiu a falsa ideia de que o livro seria distribuído em escolas públicas.

“O candidato vem proferindo esta grave mentira há mais de dois anos. A informação de que o livro seria distribuído em escolas públicas começou a ser difundida por Bolsonaro no dia 10 de janeiro de 2016 através de um vídeo que publicou no Facebook”, observa a coligação de Haddad.

Em outra representação, o ministro negou um pedido do PT para remover uma entrevista de Bolsonaro concedida ao programa “Pânico”, na qual o deputado federal faz referência ao material didático do projeto “Escola sem homofobia” como sendo o “kit gay”, atribuindo a responsabilidade pela sua elaboração a Fernando Haddad.

“É possível concluir que os representantes buscam impedir que o candidato representado chame o material didático do projeto ‘Escola sem Homofobia’ de ‘kit gay’. Tal pretensão, caso acatada pelo Poder Judiciário, materializaria verdadeira censura contra o candidato representado, que estaria impedido de verbalizar, de acordo com suas concepções, críticas à gestão do concorrente à frente do Ministério da Educação”, observou Horbach.

msn

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