diplomaçãoO presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (10), em discurso na cerimônia de diplomação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o poder popular "não precisa mais de intermediação".


A campanha eleitoral de Bolsonaro se apoiou principalmente nas redes sociais. Ele teve de interromper a campanha de rua devido ao atentado que sofreu e, no horário eleitoral da TV, tinha somente 8 segundos a cada bloco de 12 minutos. Pelas redes sociais, ele fez discursos, pronunciamentos e manifestações tanto em mensagens como por meio de vídeos e transmissões ao vivo.


"O poder popular não precisa mais de intermediação. As novas tecnologias permitiram uma relação direta entre o eleitor e seus representantes. Nesse novo ambiente, a crença na liberdade é a melhor garantia de respeito aos altos ideais que balizam nossa Constituição", afirmou.Ao chegar para a cerimônia, o presidente eleito, que é capitão da reserva do Exército, cumprimentou os presentes com uma continência e foi ovacionado por parte da plateia.


Durante o discurso (leia a íntegra ao final desta reportagem), disse que governará para todos, sem distinção, e não somente para os que votaram nele. Agradeceu pelos mais de 57 milhões de votos recebidos no segundo turno das eleições e pediu a "confiança" dos que optaram por outros candidatos.


"Agradeço aos mais de 57 milhões de brasileiros que me honraram com o seu voto. Aos que não me apoiaram, peço a confiança para construirmos juntos um futuro melhor para o nosso país", disse.Na opinião do presidente eleito, as diferenças são "inerentes" em sociedades múltiplas e complexas como a brasileira, mas há "ideais" que aproximam os brasileiros.


"A partir de 1º de janeiro serei o presidente de todos, dos 210 milhões de brasileiros. Governarei em benefício de todos sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade, ou religião", declarou.ustiça EleitoralEm outro trecho do discurso, Bolsonaro elogiou a atuação do TSE na eleição e disse que a vitória dele nas urnas é o "reconhecimento" de que o povo escolheu os governantes "em eleições livres e justas".


Durante a campanha, porém, o presidente eleito questionou mais de uma vez a credibilidade das urnas eletrônicas e chegou a dizer que só reconheceria o resultado da eleição se ele fosse o vencedor da corrida presidencial.


Em uma transmissão pelas redes sociais durante o processo eleitoral, ele falou até mesmo em "fraude" nas eleições.
Bolsonaro ressaltou que o Brasil é "uma das maiores democracias do mundo". Segundo ele, os brasileiros votaram de forma "pacífica e ordeira", expressando o desejo por mudanças.


O presidente eleito disse que país deve se orgulhar pela eleição e que seu compromisso com a "soberania do voto popular é inquebrantável".
"Nós brasileiros devemos nos orgulhar dessa conquista. Em um momento de profundas incertezas em várias partes do globo somos um exemplo de que a transformação pelo voto popular é possível", afirmou.

 

G1

Foto: Rafael Carvalho

Foi assinado com a Caixa Econômica Federal, por meio da Gerência Executiva de Governo,  dois contratos para a execução de obras para Floriano.

Um dos contratos, de acordo com dados repassados ao piauinoticias, é para a primeira etapa da Urbanização da Orla Fluvial (Beira-Rio), com recursos da União no valor de R$ 1.422.988,50, mais contrapartida do município na ordem de R$41.446,27, somando desta forma R$ 1.464.434,77.

O outro contrato é para a pavimentação poliédrica de vias públicas no perímetro urbano de Floriano.

Os recursos da União são no valor de R$ 1.869.731,80 mais uma  contrapartida da gestão de Floriano no valor de R$ 19.268,20, totalizando R$ 1.889.000.

 

Com informações da SECOM

Os deputados Gustavo Neiva (PSB) e Francisco Lima (PT) debateram, usando o tempo de dois minutos, o problema das estradas, agravado com o início do período chuvoso. Gustavo criticou o governo estadual por ter retirado R$ 115 milhões de um total de R$ 135 milhões destinados à rodovia Transcerrado, para aplicar em pequenas obras de natureza eleitoreira, enquanto um caminhoneiro passa até cinco dias atolado. Ele citou o exemplo de um proprietário rural que mandou fazer, com recursos próprios, uma operação tapa-buracos na área do Cerrado.


Francisco Lima rebateu o colega da oposição, afirmando que os R$ 130 milhões da Transnordestina não dariam para a construção da obra e que as obras construídas nos municípios também são importantes. Ele lembrou que o próprio governo federal não conclui as obras rodoviárias nos estados, quanto mais os governos estaduais. Para o problema das estradas ele defendeu parcerias público-privadas, tal como foi feito com a energia.


Usando ainda o tempo dos dois minutos, Francisco Lima registrou um evento sobre desenvolvimento territorial, no sul do Estado, bem como um mutirão de cirurgias realizado no último final de semana, em diversos municípios, que resultou em 630 cirurgias. Ele parabenizou o secretário de Saúde Florentino Neto,pela campanha no interior do Estado.

 

Alepi

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) aprovou com ressalvas, em sessão plenária extraordinária nesta segunda-feira (10), a prestação de contas de Governo do Poder Executivo Estadual, referente ao exercício de 2016, de responsabilidade do governador Wellington Dias.

tce

 O relator foi o conselheiro Kléber Eulálio. Ele disse que a análise da prestação de contas observou os aspectos técnico, financeiro, orçamentário e patrimonial. Em seu relatório, divergiu do parecer da procuradora Raïssa Rezende, do Ministério Público de Contas (MPC), que recomendava a reprovação da prestação de contas do governador, com base em falhas apontadas em relatório da DFAE (Diretoria de Fiscalização da Administração Estadual).

 Kléber Eulálio justificou que as falhas apontadas não eram suficientes para a desaprovação das contas, e enumerou uma série de recomendações a serem adotadas pelo Poder Executivo para corrigir essas falhas e aperfeiçoar a gestão fiscal e orçamentária do Estado. O voto foi seguido por unanimidade pelos demais conselheiros presentes à sessão.

 A decisão vai ser encaminhada à Assembleia Legislativa do Estado. Participaram da sessão os conselheiros Olavo Rebelo (presidente), Abelardo Vilanova, Kennedy Barros, o relator Kléber Eulálio, Waltânia Alvarenga e Lílian Martins, e os conselheiros-substitutos Jaylson Campelo e Jackson Veras, além do procurador-geral do MPC, Leandro Maciel.

 

 

 

Assessoria de Comunicação do TCE-PI

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