O vereador de oposição Antônio José Barbosa, por meio de um projeto que ele vem chamando de Gabinete Itinerante, levou profissionais em saúde para localidade Morrinhos, zona rural de Floriano-PI, para atendimento.

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O parlamentar que é formado em fisioterapia vem promovendo ações sociais com um grupo de amigos.

“Existe um grupo de amigos que envolvem médicos, cabeleireiros, manicure e assistentes sociais que estão tentando ajudar as pessoas, pois existe muita gente necessitada,”diz o vereador que  continua, “escolhemos os Morrinhos porque o Posto de Saúde está em estado lamentável e não há atendimento médico e de outros profissionais há seis meses.

O vereador afirma que as pessoas da comunidade ao tomarem conhecimento, na quarta-feira, da presença naquela localidade de profissionais em saúde providenciaram, logo na quinta-feira, dois pedreiros para uma possível reforma da Unidade Básica de Saúde.

“Esperamos que aconteça verdadeiramente a tão sonhada reforma e coloquem os profissionais para atender, pois quem ganha com isso é o nosso povo que é o verdadeiro dono do nosso mandato,”completou.

O Piauí Noticias está tentando falar com o secretário Marcony, da Infraestrutura, sobre as condições do Posto citado na matéria pelo vereador que afirma que está cansado de reivindicar e não vê retorno por parte da gestão. 

O parlamentar disse que vai procurar, pelo menos uma vez por mês, realizar ações nos locais esquecidos pela gestão. O médico na imagem é o Dr. Rômulo que é filho do vereador, pois no Posto da localidade tinha apenas uma enfermeira que não está mais no local. 

Ao final das declarações ao portal, o parlamentar afirma que, após anunciar que estaria fazendo um trabalho social na referida comunidade, a gestão enviou alguns profissionais da construção civil para melhorar a estrutura do Posto

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Da redação

IMAGENS: ASCOM Vereador

O advogado Marcus Vinicius Neiva, irmão da empresária Luiza Neiva, de Floriano, é quem está trabalhando a defesa da empreendedora que nesse começo de semana teve a iniciativa de interditar com uma cerca um trecho da área onde está sendo feita a obra da Galeria que vem sendo realizada na cidade e que compreende do bairro São Cristóvão ao bairro Santa Teresinha, região do Cais da Beira-rio.

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A interdição, de acordo com informações repassadas ao Piauí Notícias, seria por falta de uma indenização de um trecho do terreno onde vem sendo executada a obra que afeta uma área de terras da reclamante.

O Dr. Marcus Vinicius explica sobre o caso e afirma que ainda no passado houve uma abordagem a sua cliente e empresária Luiza Neiva, por um assessor da presidência da Codevasf, solicitando por escrito dela e do seu coproprietário que  é  seu ex esposo Carlos Bucar filho que também figura no polo ativa dessa demanda, no sentido de que eles autorizassem a entrada de engenheiros dos órgãos executores da obra para que fossem  realizadas as medições dos terrenos e que fosse aferida a área e, consequentemente, levantado o valor para efeito de indenização prévia.

Ainda de acordo com ele, passado algum tempo a senhora Luiza foi surpreendida com a execução da obra e citou mais, “sem uma anterior convocação de qualquer órgão executor da obra”.

Vinícius disse que não foi apresentado um plano de trabalho e nem valores relativos a indenização pela área em questão e, que ao final do ano – 2018- teve conhecimento, por meio da mídia, que estava sendo firmado um convênio com a Prefeitura de FLO, mas que até então, somente firmava como executores da obra a Codevasf e a Construtora Hidros.

O advogado diz que a sua constituinte tomou a iniciativa de notificar o município de Floriano e que teve uma resposta por meio do secretário James Rodrigues, de Governo da atua gestão, que lhe enviou uma cópia do convênio, inclusive explicando os motivos de a Prefeitura não ter editado o decreto de desapropriação pelo fato de não ter ainda em caixa os valores repassados e acordados com o município de Floriano.

“O município de Floriano quedou-se inerte no sentido de editar tais decretos, porque não possui ainda dinheiro na conta do convênio,” coloca o advogado citando que teve em Teresina buscando um contato com a Codevasf, por meio da 7ª Superintendência, e se reuniu com o superintendente Inaldo que teria demonstrado uma certa surpresa, em específico, em relação a essa obra e continuou o advogado.

 “O Dr. Inaldo demonstrou uma certa surpresa por tomar conhecimento de que alguns procedimentos preparatórios, segundo a Lei de Desapropriação, estaria sendo atropelada,” concluiu.

Nesse final de tarde desta segunda-feira, 18, o presidente da Codevasf, engenheiro Avelino Neiva, atendeu uma ligação do Piauí Notícias e se manifestou a respeito.

Aguarde

Área de trecho de terreno de obra da Codevasf em FLO é interditada

Ao ocupar a tribuna na sessão plenária de hoje (18), o deputado Henrique Pires (MDB) reconheceu o apoio do ex-presidente Michel Temer ao Piauí. Ele disse que foi durante a sua gestão como presidente da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) que obteve junto ao Governo Federal recursos para a realização de um grande número de obras em Teresina e no interior do Estado. 

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Henrique Pires lamentou que o Governo do Estado não tenha reconhecido a ajuda dada por Michel Temer ao Piauí e destacou que o ex-presidente liberou recursos para o maior convênio já destinado ao Estado pela administração federal, visando beneficiar oito municípios com a melhoria de barragens e açudes, garantindo água para milhares de pessoas. 

O parlamentar do MDB citou as seguintes barragens com ordens de serviços asseguradas: Barragem de Bocaina, R$ 1,050 milhão; Cazajeiras, em Pio IX, R$ 930 mil; Barreiras, em Fronteiras, R$ 320 mil; Ingazeiras, em Paulistana, R$ 340 mil; e a garantia de recursos para as seguintes barragens: Emparedado, em Campo Maior, R$ 4,6 milhões; Petrônio Portella, em São Raimundo Nonato, R$ 4,7 milhões; e Pedra Redonda, em Conceição do Canindé, R$ 13 milhões; e para o açude do Bezerro, em José de Freitas, R$ 16 milhões. 

Henrique Pires disse ainda que conseguiu junto ao ex-presidente Michel Temer recursos da ordem de R$ 89 milhões destinados à Prefeitura de Teresina, sendo R$ 70 milhões para a primeira etapa do sistema de drenagem do conjunto Torquato Neto e R$ 14 milhões para o Projeto Lagoas do Norte.

 

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O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE – PI) deu início a um levantamento completo da situação das obras suspensas e paralisadas em no Estado do Piauí, que foram iniciadas a partir de 2009, cujo montante seja superior a R$ 1,5 milhão. O objetivo é conhecer a situação de cada obra, com vistas a contribuir na busca de soluções para a retomada e conclusão dos empreendimentos, numa articulação nacional conjunta que tem à frente o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon).

O Secretário de Controle Externo do TCE – PI, auditor de controle externo Bruno Camargo de Holanda Cavalcanti, explicou que, após cadastramento on line, o levantamento será viabilizado por meio de questionários eletrônicos. “O TCE-PI e os demais tribunais de contas no Brasil coletarão diversas informações, como valores envolvidos em convênios, pagamentos efetuados, motivos que levaram à paralisação, tais como atrasos de repasses, contingenciamento de recursos, irregularidades ambientais, pendências de desapropriações, vícios construtivos e falhas nos projetos, dentre outros dados relevantes”, afirmou.

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De acordo com o presidente do TCE-PI, Abelardo Pio Vilanova, o Tribunal de Contas solicitará aos gestores do estado e dos municípios o preenchimento de um questionário detalhado com os dados das obras que se encontram nessa situação. O documento deve ser preenchido no período de 20/02/19 a 12/03/2019, de forma que os trabalhos possam ser concluídos e consolidados até final do mês de abril, conforme a diretriz do Comitê Interinstitucional.

Por meio da Portaria n° 21/2018, a Atricon designou os integrantes do Sistema Tribunais de Contas para compor o Comitê Interinstitucional de Diagnóstico de Grandes Obras Suspensas e Paralisadas, do qual o Secretário de Controle Externo do TCE-PI faz parte. Para efetivar o levantamento, as ações estão sendo operacionalizadas pela Diretoria de Fiscalização de Obras e Serviços de Engenharia do TCE-PI.

COMO RESPONDER – Após cadastramento, cada gestor receberá um e-mail onde será informado o link com senha de acesso ao questionário e demais orientações para preenchimento.

Em dezembro do ano passado, o auditor de controle externo, Bruno Camargo de Holanda Cavalcanti, participou de reunião da Atricon, realizada por videoconferência na sede do TCU em Teresina (Secex/PI), na qual foram repassadas as primeiras diretrizes sobre o levantamento e diagnóstico de grandes obras suspensas e paralisadas, cujo prazo final para conclusão dos trabalhos foi estipulado para o final do primeiro trimestre de 2019 e tem como objetivo a retomada do desenvolvimento do Brasil e o desentrave de serviços essenciais à população brasileira.

Para a execução do diagnóstico foi elaborado um questionário padrão pela coordenação do comitê responsável, utilizando a ferramenta gratuita do Google, que tem como premissa básica o levantamento dos dados juntos aos jurisdicionados de cada Tribunal de Contas para posterior compilação.

 

TCE-PI

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