Uma ação conjunta das policias Civil das cidade de Floriano-PI e Barão de Grajaú resultou na prisão de um homem acusado de envolvimento em vários crimes, principalmente furtos. Wander Felix de Sousa Nogueira, (Vanvan), que estava em liberdade provisória foi preso nesta quarta-feira, 15, nas imediações do Terminal Rodoviário, bairro Cancela no município florianense.

 


A preventiva foi determinação da Justiça baronense e os motivos dessa última prisão, bem como outros fatos criminosos cometidos pelo Vanvan, estão sendo apurados pela delegada Juliana Soares. Ele está em uma das celas da Delegacia da Civil em barão de Grajaú.

 

 

Da redação

 


Apesar de ainda não ter tido registro de crimes eleitorais em Oeiras e nos municípios da região, o comandante da PM, major Rubens Lopes, ex-comandante do 3ºBPM de Floriano-PI, confirmou que tem uma estratégia de trabalho para o período eleitoral em andamento. São dezoito municípios que estão sobre sua jurisdição e há um trabalho em parceria com a Justiça Eleitoral e com o Ministério Publico, disse a autoridade  militar.

 


“Até o momento não registramos nem um, tipo de crime eleitoral e estamos na fase de orientações e reuniões com coligações,  partidosrubenslopes82012 e candidatos, situações que fazem parte do planejamento da Polícia Militar”, disse o comandante PM afirmando que já houve contatos com o pessoal da Polícia Civil que também já atua no sentido de dá segurança ao pleito.

 


O militar disse também que tomou algumas providências quanto aos veículos adesivados que estão ultrapassando o limite de quatro metros quadrados que é o permitido para os outdoors, mas nada que possa comprometer o andamento do processo eleitoral.

 

 

“O juiz eleitoral daquela cidade João Antonio entendeu que esses veículos poderiam ser usados como outdoor móvel e para isso, ele requisitou a força policial para que pudesse fazer juntamente com a Polícia Civil e com os oficiais de justiça a medição desses outdoors volantes, no entanto, os que ultrapassassem os quatro metros teriam seus propriétarios convidados para se deslocar até o fórum para as providências cabíveis”, colocou o PM.

 


Uma das primeiras ações da Polícia Militar e da Justiça foi colocada em forma de advertência, e somente em um veículo foi constatado que estava com excesso na cidade oeirense.

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

As investigações em torno do incêndio que destruiu várias barracas na Beira-rio em Barão de Grajaú, cidade Maranhense, fato ocorrido na tarde da quinta-feira, 2 de agosto,  estão em andamento. 

 

 

O caso que deixou muitos prejuízos que ainda está sendo calculados chamou atenção de centenas de pessoas, muitas que ajudaram os profissionais do Corpo de Bombeiros a conter as chamas e a salvar alguns dos objetos que estavam nas barraquinhas, onde os pequenos comerciantes vendiam bebidas de vários tipos e alimentação. incendiobarracasbarao2

De acordo com informações policiais cerca de catorze pequenos comerciantes estão sendo ouvidos pela delegada que apura o caso, advogada Juliana Soares. Somente nessa terça-feira, em média quatro pessoas foram ouvidas, sendo que  neste momento estão sendo ouvidas mais duas e as audiências devem continuar. O objetivo é saber se o incêndio foi criminoso, ou se trata de um acidente.  As audiências estão ocorrendo na própria delegacia.

 

Veja matéria

Incêndio destroi barracas em Barão de Grajaú-MA

 

 

Da redação

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Foi publicado no Diário Oficial do Estado do Piauí desta quarta-feira, 15, a demissão do agente da polícia civil, Francisco Carlos de Araujo, mais conhecido como “Carlão”.

 

Carlão foi acusado e posteriormente após apuração dos fatos, foi considerado culpado dos crimes de sequestro, extorsão e cárcere privado de Guerino Walter Minervino.

 

O agente foi preso em 2010 durante a operação “sangue novo” acusado de envolvimento nos crimes de extorsão e cárcere privado. Na época o policial era chefe de investigação do 1º DP. Atualmente Carlão atuava no 9ºDP, no Mocambinho em Teresina-PI.

 

 

Entenda o caso

 Segundo o processo administrativo disciplinar aberto para apurar o envolvimento de Carlão nos crimes citados anteriormente, foi constatado que o mesmo junto com mais cinco pessoas retirou a força de um restaurante Guerino Walter Minervino e o levou para um hotel em Teresina onde foi mantido em cativeiro durante a noite obrigando-o a ligar para a filha que mora em São Paulo pedindo resgate no valor de R$ 500 mil reais. A mesma pagou R$ 100 mil reais em cinco cheques.

 

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