Nesse domingo, 17, milhares e brasileiros, pessoas de todas a idades, se postaram em frente as tvs e telões projetos para assistirem à partida do Brasil x Suíça. O jogo foi válido pela primeira fase do Copa do Mundo que está se realizando na Rússia.

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O repórter Ivan Nunes, que colabora com o piauinoticias, fez registro de algumas imagens onde famílias inteiras estavam acompanhando a partida.

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O jogo terminou empatado em 1 x 1.  O Brasil volta a jogar nesse dia 22, às 9:00h da manhã.

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Da redação

 

Quem acordou cedo para acompanhar o confronto entre suecos e sul-coreanos em Níjni Novgorod não viu um espetáculo ao nível de alguns dos jogos já disputados nesta Copa do Mundo, mas presenciou a tecnologia novamente agindo em prol do acerto no futebol. Depois de um primeiro tempo que nem de longe encheu os olhos, um pênalti marcado com o auxílio do VAR determinou a vitória da Suécia por 1 a 0.

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Dois momentos distintos marcaram os primeiros 45 minutos da partida. Na metade inicial, os sul-coreanos tiveram um domínio falso da partida. Apesar do controle, pouco assustavam efetivamente e Olssen não fez nenhuma grande intervenção. Inicialmente reativa, a Suécia mudou a postura defensiva para ter a posse da bola e criou boas chances, a maioria delas com Berg, mas que acabaram minadas na má pontaria ou na inspiração de Cho Hyun-woo.

O segundo tempo foi bem mais empolgante que a metade inicial. Logo nos 10 primeiros minutos, uma chance para cada lado por pouco não tiraram o zero do placar. Essa missão coube ao capitão Granqvist, que converteu a penalidade marcada apenas com o auxílio do VAR (árbitro de vídeo). Atrás no marcador, a Coréia do Sul até esboçou uma reação, chegou a criar lances de perigo, mas saiu de campo derrotada.

Com o triunfo, a Suécia assumiu a liderança do Grupo F, que possui México e Alemanha empatados com um ponto e a Coréia na lanterna. No próximo sábado, em Sochi, o clássico europeu pode definir o futuro da atual campeã mundial na Rússia, enquanto a seleção comandada por Shin Tae-Yong tenta manter viva as chances de classificação e conter a empolgação de Juan Carlos Osorio e seus jogadores.

Coréia começa melhor, mas goleiros são meros espectadores

Desde o início da partida ficou evidente a eficiência e o poder de marcação da seleção sueca, que nos primeiros minutos deixou a Coréia do Sul tomar iniciativa e ter a bola. Porém, os europeus seguiam firmes em sua proposta e conseguiam conter as ações no último terço do campo, às vezes até com faltas, obrigando as adversários a abusar da bola aérea, na qual sempre levavam vantagem.

Suécia toma a iniciativa, mas para no goleiro sul-coreano

Depois dos 15 primeiros minutos, a partida ganhou um cenário completamente diferente do inicial. Até então reativa, a Suécia passou a buscar mais o jogo, com a bola nos pés, e usar da qualidade de seus meio-campistas para furar as linhas sul-coreanas. As melhores jogadas acabaram saindo das roubadas de bola no meio-campo e transições rápidas que culminaram em boas jogadas, mas pararam no inspirado goleiro Cho Hyun-woo.

A primeira chance clara da Suécia aconteceu aos 19 minutos. Atuando pelo lado do campo, Olsson recebeu e cruzou para área, mas bola passou por todo mundo e sobrou do outro lado com Lustig. Em novo chuveirinho, Toivonen tocou para Berg, que dentro da pequena área chutou à queima-roupa para defesa espetacular de Cho Hyun-Woo. No lance seguinte, no escanteio, Jansson testou rente à trave, mas para fora.

A bola aérea passou a ser uma alternativa que causava muito perigo para defesa da Coréia. Aos 28, em nova sobra do escanteio, Berg teve seu arremate travado na hora exata por Kim Young-Gwon. Todas essas chances, enfim, poderiam ser minimizadas se aos 43 minutos o árbitro de El Salvador tivesse assinalado o pênalti sobre Toivonem, que foi derrubado pelo defensor sul-coreano. Joel Aguilar preferiu não recorrer ao VAR e mandou seguir o lance.

Segundo tempo mais animado, de VAR atuante e determinante

Os primeiros lances do segundo tempo já davam pressentimentos de que o primeiro tempo ruim não seria repetido na parte final. Logo aos nove minutos, Koo Ja-Cheol completou de cabeça o cruzamento e por muito pouco não abriu o placar. A resposta sueca veio no minuto seguinte, novamente em bola alçada na área, que Toivonen testou firme para mais uma grande defesa do arqueiro sul-coreano.

Coube ao minuto 17 o lance que mudaria toda a história da partida, mas com o auxílio da tecnologia. Claesson antecipou a jogada e acabou tocado por Kim Min-Woo. Inicialmente o lance seguiu, mas quando a Coréia esboçou o contra-ataque Joel Aguilar voltou atrás e recorreu ao VAR, que confirmou a marca da cal. Na cobrança, Granqvist deslocou o goleiro e abriu o marcador.

Na frente do placar, a Suécia se dispôs a segurar a vantagem e deu campo para a Coréia, que esboçou uma reação. Porém, pouco assustou o goleiro Olsen, que saiu de campo sem ser vazado e com a vitória de sua seleção.

 

Gazetaesportiva

Foto: Dimitar Dilkoff/AFP

Vários jogos marcaram o andamento do Campeonato Os Quarentões, competição que vem se realizando em Floriano há varios anos. Todos os participantes tem mais de 40 anos de idade e, a maioria são ex jogadores de Floriano e de cidades vizinhas.

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Na sexta-feira, 15, de acordo com o Carlos Iran que é e um dos organizadores da competição, se enfrentaram Pastos Bons 5 x 2 Barão de Grajaú; peladas dos Amigos 5 x 3 Barão de Grajau.

No sábado mais uma partida foi realizada e o Independente ganhou por 2 x 1 da Câmara de Vereadores de Floriano. O time recebe o apoio do vereador Mauricio Bezerra que está presidente do poder.

Já no domingo o confronto foi às 9:00h e envolveu o Mercadinho Carlito 6 x 2 Bertolínia.

O Francalino da Costa que é um outro organizador da competição estava acompanhando os jogos que tiveram um bom número de torcedores.

 

Da redação

A cúpula da arbitragem daFifa afirma estar "satisfeita" com as decisões tomadas pelos árbitros no jogo entre Brasil e Suíça. O Estado apurou que, depois de uma revisão da partida, a comissão de Arbitragem e seu diretor não acreditam que houve uma falha evidente. Mas admitem que a tecnologia não vai acabar com as polêmicas e com as subjetividades.

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Durante o jogo, no lance que resultou no gol da Suíça, os árbitros na cabine avaliaram a cena, inclusive em câmara lenta. Mas chegaram à conclusão de que não houve uma falta sobre Miranda. Por isso, não chamaram o árbitro em campo. Diante do silêncio, ele manteve sua decisão, que também apontava para o fato de não haver uma falta.

Já no caso de Gabriel Jesus, o mesmo processo ocorreu. Na cabine do VAR, os árbitros reavaliaram o lance, mesmo sem que o juiz da partida soubesse. Mas optaram por não alertar o árbitro César Ramos, em comando em campo. Por isso, o lance também seguiu.

Massimo Busacca, diretor de Arbitragem, e Pierluigi Collina, chefe da Comissão de Arbitragem, teriam demonstrado apoio à decisão no jogo. Mas, ao Estado, um dos diretores da Fifa também admitiu que existe uma orientação de que nem todos os lances devem ser alvo de uma reavaliação de vídeo, paralisando o jogo.

Depois de quatro dias do uso da tecnologia numa Copa do Mundo, a percepção é que um dos projetos mais ambiciosos e arriscados da Fifa - a introdução da tecnologia no futebol - por enquanto não acabou com as polêmicas no jogo. Mas apenas as transferiu para outras instâncias.

A avaliação é de membros da comissão de arbitragem da Fifa que vem se reunindo diariamente para avaliar a situação. Ao Estado e na condição de anonimato, um dos principais nomes da arbitragem da Fifa não disfarça seu sentimento de que o uso da tecnologia não representa o fim dos debates no futebol.

Não restam dúvidas, segundo a entidade, que os números de erros poderão desabar com o uso da tecnologia. "Quando o debate é se a bola cruzou ou não a linha do gol, teremos uma ajuda fundamental", disse.

Mas, em algumas ocasiões como no caso do lance entre Miranda e o atacante suíço, a decisão continua sendo subjetiva. "Você pode ver a imagem mil vezes. Mas não há como saber se o toque foi apenas um toque ou se houve força para empurrá-lo", explicou um dos árbitros. "Do outro lado do computador, continua havendo um ser humano", comento.

No caso de Miranda, o julgamento do árbitro que estava na tela de vídeo foi de que não havia uma falta e, portanto, não indicou nada ao juiz da partida, em campo.

Esse não foi o único caso de controvérsias. O técnico da Austrália, Bert van Marwijk, criticou o árbitro uruguaio, Andres Cunha, depois de ele optar por dar um pênalti para a França ao rever um lance pelo vídeo. "Espero que um dia haja um árbitro muito honesto", disse. O lance resultou no segundo gol da França e a vitória por 2 x 1 contra a Austrália.

 

Da redação

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