palmO Palmeiras é unanimidade quando se analisa a quantidade de opções dentro de um elenco no futebol brasileiro. Entretanto, o regulamento do Campeonato Paulista e os recentes desfalques da equipe fazem Felipão ver diminuir suas alternativas.

No Estadual, cada equipe pode inscrever 26 jogadores, sendo três goleiros. Dos 23 atletas de linha, porém, Scolari pode contar com 20 no momento, já que Scarpa e Felipe Pires estão contundidos e Deyverson foi punido pelo TJD.

A situação piora ao analisarmos a condição física dos palestrinos disponíveis. Bruno Henrique foi quem mais jogou em 2018 e inspira uma atenção especial da comissão técnica para que suporte toda a temporada.

Edu Dracena, Jean e Moisés precisam de cuidados especiais para evitar as lesões que os prejudicaram no último ano. Ricardo Goulart fez apenas um jogo e ainda está longe de poder atuar por 90 minutos.

Além deles, Raphael Veiga terminou a pré-temporada quase 15 dias após os demais por ter se reapresentado com dores no púbis, fruto de uma sequência longa de partidas pelo Athletico-PR em 2018.

O atual elenco palmeirense conta com 33 jogadores, sendo 30 de linha. Destes, além dos goleiros, apenas 20 estão disponíveis para que Felipão monte a formação que irá encarar o Santos neste domingo, às 19h (de Brasília), no Allianz Parque.

 

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Foto: Thisgo Calil/Agif/Gazeta Press

O Fluminense e o presidente do clube, Pedro Abad, foram denunciados pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) em razão das polêmicas em torno da final da Taça Guanabra, contra o Vasco. A denúncia foi feita por André Valentim, procurador-geral do TJD-RJ. Agora, o time corre o risco de ser excluído do Campeonato Carioca.


O procurador entende que Abad foi o responsável pelas confusões protagonizadas por torcedores nos arredores do Maracanã no dia da final. Ele foi denunciado por "incitar publicamente o ódio ou a violência" e "conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva".
“O Fluminense não concorda em nada com a organização desse jogo. Não concordamos com isso. Mas quero chamar nosso torcedor para a guerra amanhã.

Quero dizer que nossos jogadores estão treinando até 1h30 da tarde, em um sol escaldante, estão se matando de treinar. E temos que ganhar o jogo amanhã. Nós vamos ganhar. Vamos para dentro. O time precisa do torcedor.

Eu quero que vocês lotem aquele setor que não é o nosso (norte), que não é ali que é o nosso lugar”, afirmou Abad na ocasião.


ELIMINAÇÃO E SUSPENSÃO
Assim com o Fluminense pode ser excluído do Carioca, conforme os artigos 243-D e 258, o presidente Pedro Abad pode ser suspenso por até 720 dias, já que foi enquadrado nos artigos 231 e 258-D

O clube foi denunciado por acionar o Judiciário antes do esgotamento das esferas desportivas. Isso ocorreu quando o Flu entrou com um pedido liminar no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para tentar a liberação de seus torcedores no setor sul do Maracanã.

 

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stjdA Ponte Preta conquistou uma primeira vitória nos tribunais. Nesta segunda-feira o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo César Salomão Filho, determinou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a não homologação da derrota por 1 a 0 para a Aparecidense na primeira fase da Copa do Brasil. Na prática o jogo está suspenso até o julgamento. O time de Campinas alega interferência externa em Aparecida de Goiânia.


Na quinta-feira a Procuradoria do STJD abriu um procedimento preliminar para analisar o caso e a Ponte Preta já entrou com o pedido da impugnação da partida na sexta. O time de Campinas pede que “seja anulada a partida e marcada nova data para a realização da mesma, bem como a instauração de processo disciplinar desportivo contra o quarteto de arbitragem e o delegado da partida”.


Em seu despacho nesta segunda-feira, o presidente do STJD pediu que a CBF “não homologue o resultado da partida realizada em 12 de fevereiro de 2019 entre a AA Aparecidense e AA Ponte Preta pela Copa do Brasil 2019, até decisão final da presente impugnação”. O clube goiano já tinha compromisso marcado contra o Bragantino-PA no dia 27 de fevereiro, no estádio Diogão, em Belém (PA).


O lance contestado pela Ponte Preta aconteceu aos 44 minutos do segundo tempo, quando perdia por 1 a 0 e buscava o empate para chegar à segunda fase. Após um rebote do goleiro da casa, Hugo Cabral mandou para as redes. Tanto o árbitro, quanto o auxiliar, validaram o gol, mas a Aparecidense não deu continuidade no jogo e ficou reclamando de impedimento do atacante.

Depois de quase sete minutos, o delegado da partida, Adalberto Grecco, aparece na imagem conversando com o auxiliar Samuel Oliveira Costa, que corre até o árbitro Léo Simão Holanda e marca o impedimento do jogador. A anulação do gol gerou críticas dos jogadores da Ponte Preta, que alegam ter visto a possível interferência externa.

 

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