A terceira edição do Vem pro Parque traz novidade aos teresinenses com duas novas atividades culturais, o primeiro Encontro de Grafite do Piauí e o Circuito Piauiense de Skate.

Na ocasião, o público poderá apreciar o grafite como um grande movimento de arte e os skatistas participarão da Seletiva Piauiense para o Campeonato Brasileiro de Skate amador.

O evento acontece nos próximos dias 24 e 25 de novembro, no Parque Potycabana, a partir das 17h e a entrada é gratuita.

Ravenna Araujo

O Dia do Esporte Amador está reservado no calendário nacional e foi comemorado na quinta-feira, 15 de novembro. Nos dicionários, as definições de amadorismo apresentam a prática associada exclusivamente ao gosto ou ao prazer, sem envolver remuneração ou contrato formal de trabalho. Mas, apesar de não ser enquadrado enquanto uma atuação profissional, o esporte amador tem inúmeros adeptos e pode ser levado tão a sério quanto o exercício da profissão.

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Licenciada em Química e professora, Janaína Dias, de 25 anos, conheceu o handebol em 2004, ao cursar a quinta série do Ensino Fundamental. “Se tornou a minha paixão e cheguei até a mudar de escola para ter mais oportunidade de praticar. Após entrar na universidade, descobri que existia uma seleção de handebol feminino e, desde então, participo de competições”, relembra.

O contato com o esporte universitário veio em 2013, enquanto ainda era estudante da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Hoje graduada, Janaína trabalha todos os dias durante as manhãs e tardes. À noite, três dias da semana são reservados para o handebol: terças, quartas e quintas-feiras, das 19h às 21h30. Ir à academia também faz parte da rotina: a musculação tem início às 5h da manhã nos três dias. Durante as “folgas”, a malhação substitui as corridas nas quadras e também os treinos técnicos e táticos.

Entre as competições importantes que acontecem nas próximas semanas, estão o Campeonato Brasileiro de Clubes, cuja edição será realizada na Bahia, e as últimas etapas do campeonato estadual, realizado pela Federação Bahiana de Handebol (FBHb). Os treinos também são direcionados para as etapas da Copa Bahia, também realizada pela FBHb, e os Jogos Universitários do estado, competição da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU) que seleciona as equipes participantes dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs).

Esporte na família

Na família, a atleta não é a única a ter contato com a prática esportiva: o pai é professor de Educação Física e a irmã, Juliana Dias, de 31 anos, concilia os jogos de Basquete com a função de técnica da respectiva modalidade. “Sou atleta há muitos anos. Por conhecer a formação da base do estado, recebi o convite pra acompanhar e treinar a equipe universitária da UFBA”, comenta.

Aos 12 anos, Juliana teve os primeiros contatos com a modalidade, ainda na escola. Atualmente professora de Educação Física e graduada em Fisioterapia, a atleta joga no Esporte Clube Vitória, já compôs a equipe da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), jogou na Seleção Baiana durante muitos anos e representou o Brasil, em competições internacionais, na Seleção Brasileira de Basquete.

Apesar da intensidade da rotina durante o dia, reserva três noites por semana para se dedicar à modalidade, além de praticar musculação e seguir a dieta prescrita por nutricionista. “Além de ser uma forma de melhorar a qualidade de vida, o esporte coletivo nos possibilita o aprendizado da vivência em grupo, da superação das dores e das derrotas, e nos ajuda a ter disciplina”, destaca a atleta e profissional ao olhar para a própria trajetória e refletir sobre a importância do esporte no dia a dia das pessoas.

Profissional x amador

Existem grandes diferenças entre o esporte profissional e o considerado amador. No Brasil, as normas gerais da prática desportiva são definidas pela Lei 9.615, de 1998, do Governo Federal, que diferencia o caráter não-formal (lúdico) do formal (regulado por normas nacionais e internacionais de cada modalidade). São quatro formas de “manifestação” esportiva: educacional, de participação, de formação e de rendimento.

O esporte de rendimento é praticado e organizado a partir de dois modos: o profissional, caracterizado pela remuneração definida em contrato formal de trabalho, firmado entre o atleta e a entidade de prática desportiva; e o não profissional, identificado pela liberdade de prática, sem contrato de trabalho, mas com permissão de incentivos materiais e de patrocínio. Os benefícios e demais meios de fomento da prática esportiva são definidos pela Lei 11.438, de 2006, embora existam outras normas federais relativas ao tema.

Tunísia Cores – Ascom Educa Mais Brasil

De amistoso, a partida entre Brasil e Uruguai nesta sexta-feira, no Emirates Stadium, em Londres, não teve nada. Com entradas duras, carrinhos, muita briga pela bola, reclamações e oito cartões amarelos distribuídos pela arbitragem, o time do técnico Tite levou a melhor ao vencer por 1 a 0, graças a um gol de pênalti de Neymar. Agora, nesta terça-feira, a seleção volta a campo para enfrentar Camarões, novamente na capital inglesa, para fechar a temporada de 2018.

Se o treinador brasileiro queria usar o duelo diante dos rivais sul-americanos como um teste para a disputa da Copa América, principal competição do próximo ano e que será realizada no Brasil, o ponto alto foi o desempenho do atacante Neymar, melhor opção ofensiva da equipe e com uma postura bem diferente da que apresentou na Copa do Mundo na Rússia.

Com a bola no pé, Neymar foi o responsável pelas principais jogadas de perigo da seleção. Ele cobrou falta com perigo e fez um gol, mas a arbitragem corretamente marcou impedimento. Arriscou chutes de longe e teve ótima movimentação, principalmente pelo lado esquerdo do ataque, para tentar furar o bloqueio rival.

Mas o que mais chamou atenção foi o comportamento de Neymar. Ele sofreu com as faltas uruguaias, mas levantou e seguiu o jogo. Não reclamou e revidou apenas jogando bola. Falou com o árbitro somente o necessário e como capitão da seleção. Enfim, teve uma postura que contrastou com a vista na Copa do Mundo, quando ele viu a sua fama de cai-cai superar as fronteiras internacionais.

E é esse tipo de Neymar que Tite quer ver na seleção, um jogador que é diferenciado e que se mantiver a postura apresentada diante do Uruguai na Copa América tem tudo para ajudar o Brasil a conquistar o título que não vem desde 2007, quando a equipe comandada por Dunga levantou o troféu na Venezuela.

Se Neymar brilhou, Douglas Costa ficou devendo. Ele não conseguiu levar a melhor sobre Laxalt e perdeu uma grande oportunidade de mostrar serviço. Do outro lado, os estreantes Mathias Suárez e Bruno Méndez tinham muita dificuldade para parar Neymar, Filipe Luís e quem mais caía pela esquerda do ataque brasileiro.

No primeiro tempo, apesar do domínio verde e amarelo, com posse de bola e até o gol anulado de Neymar, as melhores chances foram da seleção celeste. Na primeira, Suárez chutou forte, após vacilo de Danilo, e Alisson espalmou. A outra foi com Cavani, que chutou de primeira para boa defesa de Alisson após belo passe de Luis Suárez.

Na etapa final, o Uruguai voltou melhor, pressionou e quase marcou em cobrança de falta de Suárez. Tite percebeu que alguns jogadores não estavam rendendo e colocou Allan e Richarlison em campo. Pouco depois, Danilo acabou sofrendo pênalti. Após muita reclamação dos uruguaios, pois a bola tocou na mão do lateral-direito antes da falta, Neymar cobrou com perfeição e garantiu a vitória brasileira.

 

Fonte: Estadão

gol neymar

 

As seleções de futebol do Brasil e Uruguai se enfrentam em jogo amistoso nessa sexta-feira (16), às 18h, em Londres. A equipe brasileira jogará desfalcada de dois titulares: Phillipe Coutinho e Marcelo, afastados por contusões. O treinador Tite chamou para o lugar deles: Renato Augusto e Alex Sandro.

Na quinta (15), a seleção fez o último treino no Centro de Treinamento do Arsenal, antes de enfrentar o Uruguai. O técnico Tite pôde finalmente trabalhar com todos os jogadores, entre eles, o atacante Richarlison e o meia Arthur.

arthur

Visto pela imprensa como um jogador com uma qualidade excepcional na distribuição de bolas, Arthur, que joga atualmente no Barcelona, disse que essa qualidade é consequência do trabalho dos técnicos pelos quais passou.

“Tive vários treinadores importantes na base e sou grato ao Grêmio pela minha formação, mas esse estilo é minha maneira de enxergar o futebol. Veio comigo desde sempre, e fico feliz por estar dando resultado e por chegar a um dos maiores clubes do mundo e à seleção brasileira, que é o sonho de toda criança”.


Fonte: Agência Brasil
*Com informações da Confederação Brasileira de Futebol - CBF

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