Nesse domingo, 14, a idosa Maria de Jesus Cardoso dos Santos, 71 anos, foi baleada ao tentar impedir que o filho fosse assassinado. O caso ocorreu no bairro Parque Universitário, na zona Leste de Teresina. Francisco Fábio Pereira dos Santos, 40 anos, cumpria pena por roubo e havia deixado a Colônia Agrícola Penal Major César Oliveira durante a saída temporária do Dia das Crianças.

O crime ocorreu na residência das vítimas. Testemunhas contaram que dois homens empurraram a porta que estava encostada e efetuaram vários tiros.

Francisco Fábio teve morte imediata após ser alvejado com sete tiros. Já Maria de Jesus foi atingida na região do tórax e encaminhada ao Hospital de Urgência de Teresina. Ela foi submetida a uma drenagem e permanece estável.

O crime será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP). A motivação ainda é desconhecida. No entanto, familiares contaram que, dias antes do crime, ele havia sido ameaçado de morte.

Em 2016, um tio de Fábio também foi assassinado na mesma região. Ele [Fábio] também tem dois sobrinhos presos. O DHPP apura se há relação entre os casos.

 

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Após ter sido esfaqueado em ato de campanha no início de setembro, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) comparou-se ao juiz Sergio Moro e disse que ambos perderam a liberdade de andar sem segurança.

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"Sergio Moro tem menos liberdade que um cara que está com tornozeleira aí", disse, afirmando que o juiz da 13ª vara federal de Curitiba, relator da Lava Jato, não pode passear livremente com sua família por ser ameaçado de morte.

"Não tem mais liberdade, praticamente situação como a minha", afirmou.

A declaração de Bolsonaro foi feita em transmissão ao vivo pelas redes sociais neste domingo (14). Ele passou o dia em casa, na Barra da Tijuca, e não fez atividades externas.

No vídeo, o capitão reformado elogiou a atuação de juízes da Lava Jato como Moro e Marcelo Bretas, da 7ª vara federal do Rio de Janeiro. Ele mandou um abraço a ambos no fim da mensagem.

O candidato fez a transmissão ao lado de sua mulher, Michelle Bolsonaro, e de duas professoras de Libras (Linguagem Brasileira de Sinais), que foram identificadas apenas como Adriana, da UFRJ, e Priscila, da PUC-SP.

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O capitão reformado voltou a defender a propriedade privada e a posse de armas como forma de defesa. Ele atacou o PT e Guilherme Boulos, candidato derrotado do Psol, por defenderem ocupações.

Disse ainda que, se eleito, vai tentar aprovar no Congresso um projeto de lei que tipifique as ações de movimentos sociais como o MST e MTST como atos de terrorismo.

Bolsonaro criticou a imprensa ao afirmar que ela é responsável por tratá-lo como ameaça à Democracia e voltou a repetir que é vítima de notícias falsas.

Ele rebateu as acusações dizendo que seu adversário, o petista Fernando Haddad, é quem ameaça a democracia e, como evidência, citou os trabalhos do ex-prefeito no mestrado e no doutorado.

Segundo ele, o fato de Haddad se interessar por temas como marxismo e União Soviética são provas de que ele não é democrático.

Apesar de criticar veículos de comunicação, Bolsonaro disse que até a Globo News já admitiu que é muito difícil ele perder as eleições no próximo dia 28.

"Só tem uma maneira... [de perder]", afirmou, sem completar a frase, no contexto de que ele vem sofrendo ameaças.

Bolsonaro culpou o PT ainda por espalhar notícias de que ele votou contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele negou, e afirmou que foi contrário apenas ao ponto em que o projeto se referia à causa LGBT. Segundo ele, isso é uma "deformação" em um projeto que trata de pessoas "com problema de deficiência".

"Existe um ativismo muito forte da questão LGBT. Não tenho nada contra, mas o estado não tem nada com isso.", afirmou.

Ele disse ainda que partidos como PT e PSOL "fazem emendinha qualquer" sobre o tema em vários projetos.

"Não podemos criar classes especiais só porque o elemento diz que é gay."

Ao fim do vídeo, Priscila e Michele falam em linguagem de sinais para dizer que apoiam Bolsonaro e que ele não é contra deficientes. Michelle é professora de Libras.

 

Com informações da Folhapress.

O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Luis Felipe Salomão negou pedido feito pela coligação presidencial O Povo Feliz de Novo, de remoção de conteúdo compartilhado pelo WhatsApp. A coligação é composta pelos candidatos a presidente e vice Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PC do B).

haaddad1Leia a íntegra.

A decisão foi publicada nesta 6ª feira (12.out.2018). A defesa da chapa petista declarou em seu pedido que o grupo do aplicativo de mensagens “aRede – Eleições 2018”, administrado por Fernando Rogala, Mario Luiz Martins, e que possui 173 participantes, difunde afirmações infundadas, injuriosas e difamatórias.

“Não podem as pessoas representadas empregar com tamanha irresponsabilidade o aplicativo de mensagens – meios de rápida difusão de conteúdo – para circulação de afirmações infundadas, injuriosas e difamatórias que visam, única e exclusivamente, manipular a opinião pública por meio de ilações vazias”, afirmam os advogados dos candidatos.

Ao indeferir a solicitação, o ministro Salomão sustenta que o aplicativo é privado e não aberto ao público. “Com efeito, as mensagens enviadas por meio do aplicativo Whatsapp não são abertas ao público, a exemplo de redes sociais como o Facebook e o Instagram. A comunicação é de natureza privada e fica restrita aos interlocutores ou a um grupo limitado de pessoas”, diz.

Um dos boatos compartilhados no grupo de WhatsApp foi desmentido pelo Comprova, agência de checagem composta pelo Poder360 e mais 23 veículos de imprensa. A informação falsa afirma que a candidata a vice Manuela D’Ávila teria dito que o cristianismo iria desaparecer por ser mais popular que Jesus.

Em casos envolvendo o Facebook, que possui mensagens públicas, o TSE aceitou pedidos da coligação O Povo Feliz de Novo. O Tribunal já solicitou que fossem retirados conteúdos falsos envolvendo Manuela e Haddad da rede social.

Os familiares do empresário Raimundo Tem Tem e o do vereador Miguel Vieira de Barros Lima se reuniram na noite dessa sexta-feira, 12 de outubro, para celebrar a Nossa Senhora Aparecida.

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O encontro religioso que contou com presenças de dezenas de amigos e populares foi no Sitio Manoel Vieira, zona rural de Floriano.

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O celebrante de uma missa foi o padre Luiz de França, hoje pároco da Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, em Nazaré do Piaui.

O evento cultural religioso se realiza pelo terceiro ano consecutivo e contou com presença do prefeito Joel e família.

 

Da redação

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