maesHá algumas semanas, mensagens nas redes sociais têm relatado supostos sequestros de crianças em Teresina. Na manhã desta sexta-feira (25), mães da Zona Norte de Teresina fizeram protesto para chamar a atenção para o problema. Contudo, o delegado titular da região, Tales Gomes, disse que os casos não passam de boato.

Lidiane Neves é uma das mães que participou do protesto e cujo filho, segundo ela, quase foi sequestrado há alguns dias. Ela disse que o menino quase foi levado da porta de casa.

“Eu achei que era mentira, mas ele me garantiu que um homem em um carro preto tentou pegar ele pelo braço e uma mulher ajudou ele a fugir. Ele disse que depois disso, essa mulher correu, não conseguimos localizar. Ele ficou até com um arranhão no braço”, contou ao G1.

O delegado Tales Gomes disse que os casos não passam de boato. A única denúncia que chegou até a delegacia, segundo ele, foi o caso de Lidiane. Ele contou que quando chegou à delegacia, o menino já tinha sinais de cicatrização no suposto arranhão.

Eles disseram que tinha acabado de acontecer e o corte já estava cicatrizando. Já disseram que era um carro preto, depois um carro branco. E até o marido da pessoa que veio denunciar disse que acha que é mentira. Isso não passa de boato”, declarou.

 

G1 PI

Foto: Lorena Linhares/G1

A  paralisação de caminhoneiros chega ao 5º dia e já começa a abalar todos os setores que dependem do transporte de insumos - inclusive o de saúde. Entidades nacionais do setor procuradas pelo G1 informam que o efeito da greve e da falta de combustível está começando a ser sentido no abastecimento de medicamentos e no cancelamento de cirurgias não emergenciais. Também há crises localizadas em alguns estados (confira abaixo).

A preocupação mais urgente e mais imediata nesse momento, contudo, é com a circulação de ambulâncias: em Minas Gerais e no interior de São Paulo, parte da frota deixou de circular. Outro ponto de alerta são os insumos necessários para a realização de cirurgias e de procedimentos. Como não chegam a hospitais, a ausência desses materiais está gerando cancelamentos.

Em Santa Catarina, a secretaria de Saúde anunciou o cancelamento de todas as cirurgias eletivas (não emergenciais) em treze hospitais da rede estadual por falta de material cirúrgico. Já em Santos (SP), houve cancelamento de vacinas por falta de reposição; em Pernambuco, os estoques de oxigênio estão pela metade. Há também alguns equipamentos laboratoriais que funcionam a diesel e não possuem reservas.

Abaixo, um resumo da situação em algumas regiões:

Alguns hospitais de Minas Gerais, Pará e interior de São Paulo funcionam com parte da frota de ambulâncias;

Há cancelamento de cirurgias não emergenciais em Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), São José dos Pinhais (PR), e Juiz de Fora (MG);

Falta oxigênio em Petrolina (PE), Porto Alegre (RS) e Juazeiro (BA);

Equipamentos em laboratório que funcionam a diesel não possuem reservas a longo prazo, informa entidade;

Faltam alimentos em hospitais de Porto Alegre (RS);

Santa Casa de Sorocaba (SP) cancelou exames;

Santos (SP) cancelou vacinação.

Ambulâncias e funcionários

Afora algumas situações já instauradas, há a preocupação com o atendimento de ambulância, com a presença de funcionários nos hospitais e com o abastecimento de caldeiras em laboratórios, que funcionam a diesel e não possuem reservas para longos períodos.

O consenso é que, por enquanto, não há consequências tão graves, mas a situação precisa ser normalizada nos próximos dias: há poucas reservas de oxigênio (PE) e o risco de falta de insumos de hemodiálise (RJ).

Tércio Kasten, presidente da presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS), entidade que congrega federações de saúde estaduais, reforça que a principal preocupação é com ambulâncias.

"Se a greve persistir, o serviço de prestação de saúde terá consequências. Nossa preocupação eminente é com as ambulâncias do serviço de emergências" -- Tércio Kasten.Equipamentos a diesel

Uma outra preocupação são as caldeiras em laboratório que funcionam a diesel. Utilizada em vários setores da indústria, elas são largamente usadas na indústria farmacêutica para a fabricação de insumos.

"Grande parte das caldeiras utilizadas no setor utilizam o diesel como combustível, não dispondo de uma estocagem para longos períodos de carência", diz Kasten.

Ausência de medicamentos

Entidades também manifestaram preocupação com a ausência de medicamentos. Na quinta-feira (25), a Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) disse que 6,3 milhões de estabelecimentos em todo o país não estão sendo abastecidos.

A rede também manifestou preocupações com terapias que precisam de refrigeração - circunstância difícil de se manter por muito tempo na estrada.

 

G1

A greve dos caminhoneiros que completa cinco dias em todo o país devido o aumento do combustível vem afetando todos os setores em Teresina. A frota de ônibus da capital será reduzida em 30% a partir desta sexta-feira (25) e a previsão é seja normalizada apenas quando o movimento dos caminhoneiros terminar.

De acordo com a assessoria de comunicação do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setut), a circulação dos ônibus será reduzida nos horários das 09h às 11h e 14h às 16h. A medida é necessária para evitar que o transporte público pare de circular de vez na capital nos próximos dias. Segundo os empresários, se a paralisação continuar, os ônibus terão a frota reduzida para 50%.

Desde ontem, motoristas que trabalham pelo aplicativo Uber estão bloqueando a saída de caminhões dos terminais de petróleo de Teresina. De acordo com a categoria o protesto se estenderá pelos próximos dias, agravando ainda mais a situação ade quem precisa de combustível na capital.

 

portalaz

rogacianoNa tarde de ontem, 23, a polícia militar do 18º BPM, por meio de uma operação conjunta dos policiais militares de Água Branca, Regeneração, Angical e Palmeirais, prendeu um policial militar identificado como cabo Rogaciano. O PM foi preso na cidade de Palmeirais.

De acordo com informações da PM, a guarnição foi acionada por uma mulher, que afirmou ter sido agredida e extorquida pelo policial no município de Regeneração. Os PMs então se deslocaram a procura do suspeito e ao chegarem até ele foram agredidos verbalmente e fisicamente pelo militar.

O PM se encontrava dispensado das funções militares por problemas cometidos anteriormente. De acordo com informações de testemunhas, o mesmo vinha causando transtornos nas cidades de Palmeirais, Regeneração e Angical. Por medida cautelar o PM foi preso e encaminhado presídio militar, em Teresina.

Ainda segundo a PM, o policial militar foi preso por desacato a autoridade superior e ameaça, mas não por agressão, pois não foi registrado o flagrante. Além disso, ele já responde por crimes como assalto e extorsão. O policial, que era lotado no 18º BPM da Água Branca, foi afastado do cargo e encaminhado para o presídio militar em Teresina.

De acordo com o major Lacerda, comandante do 18º BPM, foram tomadas todas as providências desde o início das denúncias contra o cabo da polícia militar, tanto que informou a corregedoria da PM para que fossem tomadas as devidas providências necessárias.

 

Teresinadiario

Foto: divulgação PM

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